O Índice de Preços ao Consumidor
Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação
Getulio Vargas (Ibre-FGV), atingiu alta de 0,78% na segunda prévia de maio.
Na
verificação anterior, o índice variou. No total, três dos oito grupos
pesquisados apresentaram decréscimos – como o alimentação (de 1,31% para 1,05%).
Entre os itens alimentícios que
mais vêm perdendo ritmo no aumento de preços estão os legumes que ficaram 2,35%
mais caros. Na apuração anterior, a variação chegou a 3,64%.
Em transportes, o índice
registrou elevação (de 0,52% para 0,61%), com destaque para a redução no ritmo
de correção do automóvel novo (de 0,55% para 0,31%). No grupo habitação, a taxa
ficou praticamente estável, ao passar de 0,74% para 0,73%. Nesse grupo, os
salários pagos aos empregados domésticos estão subindo com menos intensidade
(de 0,88% para 0,68%).
Em sentido oposto, os preços em
educação, leitura e recreação saíram de uma variação negativa em 0,03% para uma
alta de 0,16%. Em despesas diversas, houve aumento de 0,37% para 0,56%; em
vestuário, ocorreu elevação (de 0,73%
para 0,78%) e, em comunicação, de 0,12% para 0,14%.
Os cinco itens que mais
pressionaram o IPC médio foram: tarifa de eletricidade residencial (2,95%),
refeições em bares e restaurantes (0,62%), batata-inglesa (10,78%), leite do
tipo longa vida (3,99%) e condomínio residencial (1,10%).
Já os cinco itens que mais
ajudaram a neutralizar esses aumentos foram: alface (-7,79%), passagem aérea
(-7,75%), laranja-pera (-5,67%), aparelho de TV (-1,33%) e mandioca (-13,34%).
Agência Brasil

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