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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Juro básico sobe para 10% ao ano

Da Folha Online

Depois de 20 meses, os juros brasileiros, os mais altos entre as principais economias do mundo, voltam ao patamar de dois dígitos. Por decisão do Banco Central, a taxa Selic, que serve de referência para o rendimento das aplicações financeiras e o custo dos empréstimos bancários, foi elevada de 9,5% para 10% ao ano, segundo a Folhaonline.

O Comitê de Política Monetária abriu a possibilidade de moderar a alta dos juros daqui para a frente, ao excluir do texto do comunicado da medida a preocupação com a inflação do próximo ano.

“Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic”, disse o texto, na tradicional linguagem cifrada do BC.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Banco Central aumenta juros básicos da economia pela primeira vez em quase dois anos

Da Agência Brasil

Pela primeira vez em quase dois anos, o Banco Central reajustou os juros básicos da economia. Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 7,5% ao ano.

O último reajuste da taxa Selic havia ocorrido em julho de 2011, quando o Copom elevou os juros básicos de 12,25% para 12,5% ao ano. No mês seguinte, a Selic começou a ser reduzida sucessivamente até atingir 7,25% em outubro de 2012, o menor nível da história. Nas três reuniões seguintes, em novembro de 2012, janeiro e março deste ano, o Copom optou por não alterar a taxa.

A taxa Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. De acordo com o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação corresponde a 4,5% (centro da meta), com margem de tolerância de dois pontos percentuais, podendo variar entre 2,5% (piso da meta) e 6,5% (teto da meta).

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

BRADESCO SEGUE BC E ANUNCIA REDUÇÃO DE JUROS


Da Agência Estado
imagem: expressomt.com.br
 O Bradesco anunciou na noite desta quarta-feira (29) uma nova rodada de redução das taxas de juros de várias modalidades de crédito. A medida acompanha a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, que reduziu a taxa Selic em 0,50 ponto porcentual, para 7,5% ao ano. Diversas linhas de empréstimos e financiamentos, tanto para clientes pessoas físicas como para empresas, passam a ter taxas menores. As novas condições valem para todos os clientes.

Para os clientes pessoa física do Bradesco, a taxa de juros mínima do Crédito Pessoal, foi reduzida de 1,89% para 1,85% ao mês. Na modalidade CDC Veículos, a taxa mínima foi reduzida de 0 89% para 0,85% ao mês, e a máxima de 2,87% para 2,83% ao mês.

Na modalidade Leasing Veículos, a taxa mínima diminuiu de 1,59% para 1,55% ao mês, e a máxima de 2,92% para 2,88% ao mês. No Financiamento de Bens/Serviços, a taxa mínima caiu de 2,36% para 2,32% ao mês, e a máxima de 4,83% para 4,79% ao mês. No Cheque Especial, a taxa de juros mínima é de 3,95% ao mês.

Para empresas, no empréstimo de Capital de Giro, a taxa mínima caiu de 2,35% para 2,31% ao mês, e a máxima de 5,29% para 5,25% ao mês. Na modalidade Conta Garantida, a taxa mínima foi reduzida de 3,21% para 3,17% ao mês. Os juros da linha de Antecipação de Recebíveis de Duplicatas, Cheques e Cartão de Crédito foram reduzidos de 2,01% para 1,97% ao mês na mínima, e de 4,50% para 4,46% ao mês na máxima.
 

segunda-feira, 5 de março de 2012

INFLAÇÃO DOS SERVIÇOS DIFICULTA AÇÃO DO BC

Da Agência Estado
imagem: newscomex.wordpress.com
A inflação dos serviços no Brasil, que correspondem a 67% do Produto Interno Bruto (PIB), está cada vez mais alta, e os salários do setor vêm crescendo muito acima da produtividade. O IPCA acumulado em 12 meses dos serviços atingiu 9,2% em janeiro, comparado a 6,22% para o índice como um todo e a uma deflação de 1,92% dos bens duráveis. De junho de 2005 a setembro de 2011, os salários reais do setor de serviços subiram 41%, enquanto a produtividade aumentou apenas 15,8%.

Para diversos economistas, o superaquecimento do setor de serviços coloca o Banco Central (BC) numa situação extremamente complicada para gerir a política monetária. Esta semana, em mais uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC deve cortar a Selic, hoje em 10,5%, em pelo menos 0,5 ponto porcentual.

Na sexta-feira, em meio à enxurrada de liquidez que os bancos centrais dominantes vêm jogando na economia global, à consequente pressão de valorização do real e de outras moedas emergentes e às medidas do governo brasileiro para conter a valorização, o mercado futuro de juros indicou que o corte da Selic poderia ser maior que 0,5 ponto - neste caso, o próximo degrau é de 0,75 ponto porcentual, o que jogaria a Selic no nível de um dígito, a 9,75%.