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segunda-feira, 25 de março de 2013

Casal faz sexo no mar, é aplaudido por banhistas e autuado no RJ


Um casal foi autuado pela Polícia Civil após ter relações sexuais no mar diante de vários banhistas em Rio das Ostras (RJ), a 160 quilômetros do Rio de Janeiro. Os dois foram filmados durante o ato sexual, que ocorreu perto de idosos e crianças que tomavam banho. Quando eles se soltaram, banhistas que assistiam à cena aplaudiram.




O vídeo foi amplamente divulgado na internet, inclusive em sites de jornais internacionais. Nas imagens, as pessoas que filmavam demonstram espanto com a desinibição do casal. "Que é isso, gente? Cabecinha para trás e tudo!", diz uma mulher que observava. "E a criança do lado!", comenta outra mulher.

"Eles tinham que ir mais para o fundo", afirma uma terceira. Após o fim do ato sexual, vários banhistas aplaudem e gritam. Os dois, então, se afastam.

O homem e a mulher, que não tiveram os nomes divulgados, foram autuados na 128ª Delegacia de Polícia por ato obsceno. O caso foi encaminhado pela delegada Carla Conceição Guimarães Tavares ao Juizado Especial Criminal.

Portal Terra

quarta-feira, 11 de abril de 2012

PROJETO ALTERA PRAZO DE PRESCRIÇÃO DE CRIMES SEXUAIS

Da Agência Estado
imagem: ne10.uol.com.br


A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o projeto de lei 6719/2009, conhecido como Lei Joanna Maranhão, que altera o prazo de prescrição dos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes. Já aprovado no Senado, o texto precisa agora ser analisado pelo Plenário e depois segue para sanção presidencial.

O texto, proposto pela CPI da Pedofilia em 2009, garante às vítimas de abuso sexual mais tempo para denunciar o agressor. Pela nova lei, o tempo de prescrição passa a contar a partir da data em que a vítima de crime sexual completar 18 anos. Hoje, o Código Penal estabelece que a contagem do prazo começa na data do crime.

Segundo os defensores da proposta, a medida vai reduzir a impunidade dos agressores. O entendimento é que, alcançando a maioridade, a vítima ganha condições de agir por conta própria. Com a prorrogação do prazo, ela poderá levar o caso à Justiça. Em alguns casos, a ação também deixa de ser proposta porque os pais da vítima ou responsáveis ignoram os fatos, ou são omissos, quando não são os autores do abuso.