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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Só acerta o alvo que o vê

*Por Nelson França, professor de Direito Constitucional e Direito
Administrativo

O ápice do sucesso de um concurseiro não acontece quando ele é aprovado em um bom concurso público; nem quando ele é empossado, ou quando entra em exercício. O ápice do sucesso não ocorre nem mesmo quando ele recebe seu primeiro salario e inicia a tão sonhada estabilidade financeira.

O ápice do sucesso de um concurseiro ocorre quando ele percebe que o órgão onde trabalha lhe traz satisfação pessoal.

Estou cansado de ver servidores públicos que trabalham como uma prostituta (só vai por dinheiro, nunca por prazer). Essa deve ser uma vida terrível, passar mais de trinta anos contribuindo para a previdência, contando os dias para se aposentar e, finalmente, começar a “viver a vida”, aos sessenta ou sessenta e cinco anos de idade.

São pessoas infelizes no trabalho que fazem seus deveres a força, enrolam na fila do cafezinho e se deprimem nas manhãs de segunda feira.

Aos olhos dos que ainda procura a aprovação em um cargo público, esse servidor pode até ter chagado ao seu ápice. Mas olhando um pouco mais de perto, todos merecemos mais do que um simples cargo; merecemos a alegria de ir trabalhar nas manhãs de segunda feira.

Eu não estou aqui para condenar os estudantes que fazem concurso para o chamado “cargo trampolim”. Aquele cargo que não é de interesse do concurseiro, mas tem muitas vagas e vai fazer com que suas chances de aprovação aumente. Até acho que é uma estratégia válida.

Só não esqueça de continuar estudando para o cargo que realmente deseja. Para o cargo dos seus sonhos. E assim você continuará a sua escalada rumo ao ápice de sua vida profissional, alcançando mais do que estabilidade financeira. Alcançando a felicidade.

Conte comigo nessa jornada. Sempre!

Como eu sempre gosto de deixar um presente em cada um dos meus artigos, terminarei esse fazendo um convite. Caso você esteja interessado, eu farei uma séria de seminários online logo após o carnaval. Eu os chamo de webnários.

Eles serão ao vivo em data e horário determinados. Estou na dúvida quanto ao horário resolvi deixar isso a cargo dos meus leitores. Por isso, caso você deseje participar do webnário de resolução de questões de direito constitucional, basta me escrever até o carnaval dizendo que deseja ser convidado para o webnário e dizendo qual seria o seu horário preferido.

O horário escolhido será o da maioria, mas os beneficiários serão todos os que participarem.

Bom carnaval a todos!

*Para entrar em contato com o professor Nelson França, envie e-mail para: nelsonfranc@gmail.com.

Blog dos concursos.com

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Segurança do trabalho em alta no mercado de trabalho

Com a expansão do mercado de trabalho por conta da chegada de novas indústrias no Estado, uma das profissões que tem ganhado destaque é a de Segurança do Trabalho. 

Quem optar por essa área, pode escolher entre a qualificação a nível técnico, cujos salários variam entre R$ 800 e R$ 1,5 mil, ou tecnólogo (formação superior), com remuneração média de R$ 2,9 mil.

A professora Jeane Beltrão, que também é coordenadora da graduação em Segurança do Trabalho da Faculdade Estácio do Recife, explica que o curso técnico tem duração de um ano e meio ou dois anos e prepara o aluno para ser um profissional operacional. 

Já o curso superior tem duração de três anos e o graduado será capacitado para ser gestor e consultor da área. Mas o segmento tem demandado profissionais tanto com formação técnica quanto superior. “Quem conclui o ensino superior em Segurança de Trabalho também tem a possibilidade de partir para a docência. Em ambas formações, contudo, o profissional tem como função máxima trabalhar para preservar a saúde física e mental dos trabalhadores, evitando acidentes de trabalho e doenças ocupacionais”, explica Beltrão. A demanda por essa área tem crescido, sobretudo, nas construções.

domingo, 2 de setembro de 2012

GESTÃO DE BOM HUMOR – A FÁBULA DOS MACACOS


Por Genildo Pereira – Natal RN
imagem: folhavitoria.com.br
Um cientista colocou quatro macacos numa jaula onde havia uma escada com um cacho de bananas no topo.

Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, um mecanismo dava choques elétricos nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada os outros o impediam com pancadas.

Passado algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, o cientista substituiu um dos macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.

Depois de apanhar, o novo integrante do grupo desistiu de pegar as bananas. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Finalmente, um terceiro e o último foram trocados, repetindo-se os fatos.

Sobrou, então, um grupo de macacos que, embora nunca tivesse tomado choque elétrico, continuava batendo em quem tentasse pegar as bananas. Se fosse possível perguntar a eles porque espancavam quem subia a escada, a resposta seria: “Não sei, foi assim que eu aprendi que devia se fazer”.

Vale a pena refletir sobre quantas vezes na vida nos comportamos como os macacos desta fábula, repetindo comportamentos ensinados sem saber a razão deles. Da mesma forma devemos refletir sobre nosso trabalho e a falta de criatividade e entusiasmo evidenciada pelo desânimo e acomodação. Pense nisto humano, você não é macaco, entendeu?