Do JC Online
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imagem: sertaniananet.com.br |
O Tribunal
Regional Eleitoral (TRE-PE) calcula um gasto de R$ 14 milhões para que as
eleições municipais desse ano sejam realizadas em todo o Estado.
O valor prevê
gastos administrativos e operacionais do pleito como treinamento dos mesários,
deslocamento das urnas, organização das seções eleitorais, entre outros custos,
e veio de uma projeção baseada num estudo feito no período de dois anos da
entressafra eleitoral. Caso o montante não seja utilizado, a sobra retorna aos
cofres do TSE.
O TRE
também já se prepara para outubro abrindo o olho na movimentação dos
pré-candidatos, principalmente nas cidades que são historicamente mais
problemáticas. Em entrevista à Rádio JC/CBN, os
desembargadores Stênio Neiva e Ronnie Duarte e o técnico judiciário Romero
Russel explicaram que eleições municipais, apesar do caráter local e da maior
simplicidade para o eleitor, trazem sempre uma dificuldade operacional maior
devido a quantidade de políticos inscritos.
“Imagine o número de candidatos a
vereador juntando as 184 cidades do Estado”, disse Ronnie Duarte. Só para o
Recife, o TRE espera pelo menos 700 candidatos à Câmara.
Além disso,
Stênio Neiva, que acumula a função de ouvidor do TRE, disse que já existe uma
recomendação para os Juizes Eleitorais de alguns municípios para que aumentem a
vigilância em cima dos pré-candidatos, principalmente para casos de campanha
antecipada. “O TRE sabe onde são os casos mais problemáticos e vai atuar para
que dê tudo certo”, disse Neiva, sem citar nomes nem das localidades, nem dos
políticos”.
Foi
lembrado ainda o prazo final de recadastramento (9 de maio) para os eleitores
das localidades que terão o cadastro por leitura biométrica, a partir das
eleições desse ano. “O eleitor corre o risco de perder o título eleitoral caso
perca o prazo”, alertou Neiva. Estão na lista as cidades de Aliança, Caruaru,
Catende, Macaparana, Sanharó, Vicência, Cumaru e Cupira, além de Fernando de
Noronha.
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