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OS CORREIOS- Antes de nossa
emancipação política limitava-se o Correio quase à correspondência oficial para
Reino e entre as Capitais e cidades mais importantes do país, por meio de
mensagens especiais.
Pelo Decreto de 05 de março de
1829, foi organizado um Regulamento, no qual se baseou o Governo Provincial
para, a 02 de abril de 1830, estabelecer, também por decreto, a Repartição dos
Correios, ocupando um Administrador, que servia ao mesmo tempo de Tesoureiro,
com 800$000 anuais; um Ajudante-Contador, com 600$000; e dois Oficiais
Papelistas, a 300$000; um Porteiro e dois Correios, pessoas estas encarregadas
de levar despachos, correspondência, etc..
Em Portaria de 25 de janeiro de
1830 foi criada uma Agencia de Correio em Goiana, seguindo-se outra, em Olinda.
Não sabemos a data seria do
estabelecimento do serviço do Correio para a Vila de Santo Antão. Tudo faz crer
tenha ocorrido no inicio da quarta década do século XIX, pois, em oficio de 04 de
dezembro de 1832, afirma a Câmara ao Presidente da Província ter-lhe remetido a
Ata da eleição dos Oficiais da Guarda Nacional “por intermédio do Correio
Terrestre”.
Em maio de 1834, já havia sido
criada uma Agência em Santo Antão: da Ata da Sessão da Câmara do dia 20 consta
haver ela “aceito a excusa do Agente do correio desta vila, José Cavalcanti
Ferraz de Azevedo, (talvez o primeiro) e nomeado a José Elias de Sousa para o
dito cargo”.
Fonte:História da Vitória de
Santo Antão-Volume 1.
Autor: Professor José Aragão.

Um comentário:
MUITO BOM ARTIGO.
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