Do iG Economia
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| imagem: economia.ig.com.br |
"Se
tiver de escolher entre ser comandante ou mãe, prefiro ser comandante",
diz Karina Buchalla. Apaixonada por aviação desde criança, Karina Buchalla
sempre soube que queria viver nas alturas. Mas para chegar a ser comandante em
uma grande companhia aérea, foi necessária boa dose de perseverança. Aos 32
anos, Karina conta que teve de vencer preconceitos no início de sua carreira
para conquistar seu espaço na aviação.
“Já
sofri muito preconceito em companhias menores. Demorei muito para conseguir
emprego, trabalhava de graça em aviações pequenas porque ninguém queria me dar
emprego”, diz Karina. “Algumas empresas menores não aceitavam mulheres com medo
de que poderiam engravidar, por exemplo.”
Mas
desistir não estava nos planos de Karina, que cresceu admirando a profissão do
pai, hoje um comandante aposentado. “Desde pequena sempre me senti melhor
dentro de avião que em qualquer outro lugar. Sabia que era isso que eu queria”,
conta.
