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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Carro é cimentado em calçada após briga entre vizinhos em BH

Do G1

Um desentendimento entre um revendedor de veículos e o dono de um prédio acabou fazendo com que um carro fosse cimentado em uma calçada da Avenida Barão Homem de Melo, na Região Oeste de Belo Horizonte. A calçada foi concretada nesta quarta-feira (11). Os dois homens não entraram em acordo em relação ao veículo, que estava na área da construção da calçada do prédio. A empresa responsável pelas obras acabou autorizando os trabalhos, mesmo com o carro estacionado no local.

De acordo com o mestre de obras Celso Antônio de Faria, o dono do veículo teria se recusado a retirá-lo da via para que ela fosse cimentada. “Ele disse que eu não podia encostar um dedo no carro.” Faria conta que a Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) chegou a ser acionada, mas nada foi feito. Agora, com a calçada pronta, o carro ficou preso em meio ao concreto. "A ordem do meu patrão era concretar e os advogados da firma vão entrar pra resolver.”

Marcos Drumond, responsável pelo carro, afirma que o lugar é uma rua, e que
o dono do prédio teria invadido a área. Ele alega que não é proprietário do veículo, mas que estava com o carro para revendê-lo. Segundo Drumond, o lugar é usado para estacionar veículos há mais de 20 anos.

A BHTrans informou que recebeu uma reclamação relacionada ao veículo no dia 22 de novembro. A empresa foi ao local, mas não encontrou nenhum carro estacionado em lugar indevido. Nesse tipo de situação, segundo a BHTrans, o veículo seria rebocado, mas, como a calçada ainda não havia sido construída, a empresa não podia autuar pelo código de trânsito. Na atual situação, com o carro fixo no concreto, a empresa não tem condições de rebocá-lo.


Drumond disse que vai acionar o dono do prédio, responsável pela construção da calçada, na Justiça.

sábado, 8 de junho de 2013

MULHER DE DOMINGUINHOS: 'ELE FICA COMO SE ESTIVESSE TOCANDO SANFONA’

http://g1.globo.com/fantastico
diversao.terra.com.br
A lembrança da infância. “Quando ele morava com a gente, ainda garoto, ele já acordava tocando”, lembra Mauro Moraes, filho de Dominguinhos.
E os dias de hoje. “Agora ele pega em mim e fica fazendo como se estivesse tocando sanfona”, conta a mulher de Dominguinhos, Guadalupe Mendonça.

A segunda mulher e o filho do primeiro casamento sabem que a sanfona está fazendo falta para Dominguinhos. Há cinco meses o músico, de 72 anos, está internado em um quarto, no quinto andar de um hospital em São Paulo, longe das festas juninas do Nordeste.

“Nós lotávamos aquelas praças enormes com essa sequência de luxo, a delícia daquelas plateias nordestinas”, lembra o músico Zé Ramalho.

A famosa festa de São João de Caruaru, em Pernambuco, que sempre teve Dominguinhos, começou este fim de semana sem ele. A banda Mastruz com Leite lembrou do sanfoneiro.

Dominguinhos ficou conhecido depois que passou a tocar com Luiz Gonzaga, ainda na adolescência. Em uma entrevista, o músico se recordou de um elogio de Gonzagão.

“Eu estava gravando forró no estúdio com ele, e ele me apresentou à imprensa como o herdeiro artístico dele”, contou.

A última vez que o sanfoneiro subiu em um palco foi no dia 13 de dezembro de 2012, em Exu, Pernambuco, em uma homenagem aos 100 anos do nascimento de Gonzaga. Quatro dias depois, Dominguinhos foi internado em Recife, com infecção respiratória. Teve pelo menos cinco paradas cardíacas. Em janeiro, foi transferido para São Paulo. Os médicos dizem que Dominguinhos está melhorando.
Há cinco meses ele tinha uma infecção generalizada, insuficiência cardíaca e arritmia, usava um marca-passo, os rins não funcionavam, ele fazia hemodiálise e respirava com a ajuda de aparelhos.

sábado, 11 de maio de 2013

Mãe gera bebê para salvar filha de doença rara



'Doaria meu coração', diz mãe que gerou filha para salvar a mais velha, Irmã mais nova nasceu para doar medula para a mais velha, Maria Vitória, 6, teve talassemia major, mas foi curada, diz mãe.


Neste domingo (12), quando se comemora o Dia das Mães, a biomédica Jênyce Carla Reginato Cunha, moradora de Cerquilho (SP), tem um motivo duplo para comemorar: as filhas Maria Vitória, de 6 anos, e Maria Clara, que tem pouco mais de 1 ano. A mais nova foi gerada para ajudar a salvar a irmã, que sofre de uma doença rara: a talassemia major.

A talassemia major é uma doença hereditária que fragiliza os glóbulos vermelhos, provocando anemia. Para a criança se manter viva e saudável, é preciso que ela receba transfusões de sangue a cada 20 dias. De acordo com a mãe, conceber Maria Clara era uma forma de buscar a cura de Maria Vitória, que necessitava de um transplante de medula óssea.

Com a dificuldade em encontrar pessoas compatíveis, a família buscou a ajuda de um médico geneticista, Ciro Martinhago. Por meio de fertilização, o especialista realizou a seleção de embriões para que Maria Clara fosse gerada com 100% de compatibilidade genética com a irmã, para que, quando nascesse, o material genético do cordão umbilical fosse utilizado para o transplante de medula.

A mãe diz que durante a seleção dos embriões, havia mais um desafio: a cada dez zigotos selecionados, oito possuíam o mesmo mal e tiveram de ser descartados. Apenas dois foram colocados no útero de Jênyce: um deles acabou se perdendo e o outro deu origem à caçula.

Segundo a mãe, o procedimento foi um dos primeiros a serem realizados no país.

Lembrando os momentos difíceis, Jênyce afirma que muitas pessoas duvidaram e questionaram se sua escolha para salvar a filha mais velha ia funcionar. Ela ressalta que nunca pensou em desistir durante esses seis anos. “Faria tudo novamente quantas vezes fosse necessário. Se fosse preciso, romperia mais barreiras e até doaria meu coração”, diz a mãe.

Ainda segundo a mulher, outro desafio foi encontrar um médico especialista em procedimentos cirúrgicos como esse. Em entrevista ao G1 Itapetininga e Região, ela afirma que depois de estudar o procedimento, ela e o marido, Eduardo Matias da Cunha, encontraram o médico Vanderson Rocha, que fez o transplante de medula com as células do cordão umbilical.

O transplante foi feito em março no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Maria Vitória já recebeu alta. Segundo a mãe, ela está completamente curada. “A Maria Clara nasceu e curou a irmã, mas eu não tive ela só para esse fim. Sempre quis ter uma família grande, quem sabe não tenho outra Maria mais para frente. O mais importante é que ninguém opte por ter mais um filho para fins de cura e sim por amor”, conta a mãe das meninas.

A mãe ainda ressalta sobre as dificuldades e emoção em ver a filha curada. “Ninguém espera por dificuldades durante a vida, mas os obstáculos aparecem e temos que ser fortes. Eu enfrentei a doença da minha filha e a melhor sensação do mundo é vê-la curada. Amar um filho é o sentimento mais puro. Daria minha vida por qualquer uma delas”, afirma.

Do G1

domingo, 17 de março de 2013

'Chorei tinta por 2 dias', diz tatuador que decidiu pintar os olhos de preto



Com 70% do corpo tatuado, Rodrigo Fernando dos Santos, conhecido em São Carlos (SP) como Musquito, resolveu inovar. Aos 39 anos, ele decidiu escurecer o branco dos olhos. A técnica, denominada “eyeball tattoo”, consiste em injetar tinta na camada de proteção dos olhos. O processo é irreversível. "Chorei tinta dois dias. Agora só mudando a cor para ficar branco de novo. Mas ainda assim acho que fica meio cinza", diz o sãocarlanse, que há sete anos trabalha como tatuador na cidade. "Não me inspirei em ninguém, fiz pela arte e para ficar diferente." Para a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, o procedimento invasivo é desaconselhável e pode causar inflamação interna, levando à perda da visão.

Musquito foi o 13º brasileiro a experimentar o “eyeball tattoo”, há três semanas. O procedimento difundido nos Estados Unidos foi realizado em Jundiaí (SP) pelo tatuador Rafael Leão Dias, de 31 anos, considerado o único apto a realizar esse tipo de trabalho no país. Segundo ele, a tinta usada para esse tipo de arte é importada e não é a mesma utilizada nas tatuagens convencionais. Há também uma agulha especial utilizada como se fosse uma seringa. Para colorir o olho, são necessárias três aplicações em cada um.
“Não há perfuração. A aplicação é feita entre a camada conjuntiva e a esclera, que protege o olho. Estudei a técnica durante dois anos e fiz a primeira aplicação em outubro de 2012. O procedimento não é proibido nem aqui nem fora do país. Não há risco nem dor devido ao uso de um colírio”, afirma Dias, tatuador há sete anos.

Musquito gastou até agora cerca de R$ 1,7 mil para


tatuar todo o rosto Método perigoso

O especialista João Alberto Holanda de Freitas, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, afirma que o método é inteiramente nocivo e não adequado.
“Isso pode dar alguma complicação, com uma uveíte (inflamação interna) e a pessoa perder a visão. A recomendação é não fazer. O consenso da oftalmologia brasileira é para que não se faça isso”, ressalta o médico.

Apesar de saber dos riscos, o tatuador diz que estava 100% confiante de que tudo ia dar certo.
“Cheguei lá e minha esposa disse: 'Se você quiser amarelar, por mim tudo bem, não tem problema. Eu prefiro que você desista do que fique cego'. Mas resolvi correr o risco”, relata.
Ele pagou R$ 1 mil pelo procedimento, que durou duas horas. “O pós também foi tranquilo. Teve um pouquinho de irritação, como uma conjuntivite, mas não atrapalhou em nada. Os olhos ficaram lacrimejando e chorei tinta dois dias”, conta.

Na volta para casa, Musquito sentiu o que a sua nova aparência causaria nas pessoas. O farol do carro queimou e a saída foi procurar um hotel para passar a noite, mas não deu certo. “A gente chegava à recepção, olhavam para a cara dele e diziam que hão tinha vaga, então a gente não conseguiu quarto", conta a mulher, Letícia Dias de Carvalho, de 35 anos.

Frase "Cuida da sua vida" foi tatuada na cabeça

Preconceito

O tatuador diz que está acostumado a lidar com situações como essa. Segundo ele, há muito preconceito, mas nada o faz baixar a cabeça, parte do corpo em que tatuou a frase “Cuide da sua vida”. “Eu não dependo da opinião de ninguém. Tem evangélico que me para no supermercado, pergunta o meu nome e diz que vai colocá-lo na lista porque o Senhor vai me salvar. Eu respondo: 'Mas me salvar do quê?' Isso é a opção da minha vida. Você gosta de igreja, eu gosto de tatuagem”, conta Musquito, que não tem religião. “Não acredito em Deus, não acredito em diabo.”

Ele diz ainda que, muitas vezes na rua, os idosos se assustam com a sua aparência. Uns atravessam de calçada e outros fazem até o sinal da cruz quando passam por ele, conta. Musquito afirma também que se engana quem pensa que ele é parado toda hora pela polícia devido à sua aparência.

“Muito pelo contrário. É super tranquilo aqui e fora da cidade. Eles sabem diferenciar quando é arte e quando é bandidagem. Tem muito ladrão e estuprador preso que têm Jesus Cristo e Nossa Senhora Aparecida tatuados no braço. Então o maior exemplo está em cada um mesmo”, analisa.

Musquito e Letícia trabalham juntos e são casados há cinco anos


Amor à arte

Pai de três filhos (Évora, de 2 anos, Lucas, de 7, e Maria Eduarda, de 10), Musquito trabalha com tatuagem há sete anos. O amor pela arte surgiu quando tinha 13 anos. Segundo ele, o ex-namorado da irmã tinha um dragão e uma serpente desenhados nos braços. “Acabei tatuando um cavalo alado, coisa de moleque mesmo. Meu pai não falou nada, mas apanhei da minha mãe. Ela só conseguiu me segurar até a primeira, porque 15 dias depois eu estava fazendo a segunda”, relembra.

Desde então, o sãocarlense foi pegando gosto pelos desenhos, começou a trabalhar na área e agora seu objetivo é tatuar 100% do corpo – ou melhor, 99%. Isso porque ele não pretende fazer uma tatuagem anal, procedimento que chamou a atenção dos visitantes da 17ª edição da South Florida Tatoo Expo, nos Estados Unidos, no ano passado. “Deve ser terrível, não vou experimentar. Esse é o 1% do corpo que não vou tatuar”, brinca Musquito.

A família dele e a da mulher entendem o gosto do casal pelos desenhos e não se incomodam com os excessos. As crianças também apreciam a arte, mas, segundo a mãe, só poderão fazer a primeira tatuagem, caso queiram, após atingirem a maioridade.



"A gente ama o que faz, logo a gente quer que eles sigam o mesmo caminho, mas não vamos impor nada. Como todos os pais, a gente espera que os filhos sigam os mesmos passos. Agora tatuar o próprio corpo somente depois dos 18 anos", diz a mãe.

Do G1.com

quinta-feira, 14 de março de 2013

Em Caruaru, PE, polícia ganha nova divisão para investigar homicídios


Cidade concentra entre 5 e 8% dos homicídios de Pernambuco.
Meta é aumentar taxa de resolução de casos de 60% para 80%.


Em Caruaru, no Agreste pernambucano, será instalada uma nova unidade policial para ajudar as investigações de assassinatos na Região. A nova Divisão de Homicídios vai ter uma equipe composta por um chefe de divisão, delegado titular, delegado adjunto, dois escrivães e cinco agentes. Tudo será montado aos moldes do Departamento de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP), da capital.

De acordo com o gestor de polícia do Agreste e Zona da Mata, Erick Lessa, a decisão foi tomada pela quantidade de casos deste tipo no município. "Em Caruaru, verificou-se a quantidade considerável de homicídios e a necessidade de trazer a estrutura e a expertise do DHPP para o interior", diz o policial.

Ainda de acordo com Erick Lessa, Caruaru concentra entre 5 e 8% dos homicídios de Pernambuco. Com a chegada do novo departamento, ele espera que os índices de resolução sejam ainda maiores. "Aqui, temos uma taxa de resolução de 60% como é amplamente divulgada. Esperamos que, com isso, possamos chegar a 80%, como o DHPP do Recife", declara.

Do: G1 PE

terça-feira, 12 de março de 2013

Primeira votação tem fumaça preta, e conclave ainda não elege novo Papa


Votações prosseguem nesta quarta (13) na Capela Sistina, no Vaticano.
Cardeais escolhem o sucessor de Bento XVI no comando da Igreja Católica.

Os cardeais reunidos no conclave na Capela Sistina, no Vaticano, não conseguiram escolher o novo Papa na primeira votação, realizada nesta terça-feira (12).

A fumaça preta se ergueu da chaminé da Capela Sistina, onde ocorre a reunião secreta dos cardeais, às 19h41 locais (15h41 de Brasília), segundo o Vaticano, durante vários minutos, indicando que nenhum participante obteve a maioria de dois terços dos votos necessária para eleger o novo pontífice.

O público que estava na Praça de São Pedro, sob chuva e frio, e que esperava a fumaça branca e os sinos que indicariam a escolha de um novo Papa recebeu a fumaça preta produzida pela queima dos votos dos cardeais com decepção. Logo depois, a praça ficou vazia.

Com o fim da primeira votação, os cardeais seguem confinados na Casa de Santa Marta, e o conclave para eleger o sucessor de Bento XVI continua nesta quarta-feira, com duas votações pela manhã e outras duas à tarde, ou até que um dos participantes obtenha os 77 votos necessários ou mais para ser escolhido o novo Papa.

A eleição do novo pontífice ocorre após a surpreendente renúncia do agora Papa Emérito Bento XVI, anunciada em 11 de fevereiro e efetivada em 28 de fevereiro, e que criou uma situação praticamente inédita para a Igreja moderna, em que dois pontífices, um atuante e outro "aposentado", devem coabitar o Vaticano, a poucos metros um do outro.
O alemão Josef Ratzinger deixou o cargo após oito anos de um pontificado marcado por crises e divisões internas.

Ele deixa para seu sucessor desafios como os escândalos relativos aos casos de pedofilia no clero de vários países, as disputas internas na Cúria Romana e a expansão do secularismo e de religiões concorrentes.

O cardeal brasileiro Dom Odilo Pedro Scherer é citado, pela imprensa e por analistas, como um dos cotados para ser o novo Papa, ao lado do italiano Angelo Scola, mas a previsão é de a eleição difícil, sem favorito absoluto.
Cardeais ouvidos pela agência Reuters nesta terça afirmaram que a decisão poderia levar cerca de 5 dias.

Segundo informou o padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, pouco depois de fecharem as portas da capela, os cardeais que entraram na Capela Sistina para eleger o novo Papa estão "em muito boa forma".

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

EXPOSIÇÃO QUE RETRATA DIRCEU E GENOINO GERA POLÊMICA NA CÂMARA

Do G1, em Brasília

g1.globo.com
Uma exposição de fotografias lançada nas dependências da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (19), para celebrar o aniversário de fundação do Partido dos Trabalhadores gerou indignação em parlamentares da oposição. Entre os expoentes do partido retratados na mostra fotográfica intitulada “PT 33 anos – Uma história construída estrela por estrela”, estão os ex-deputados José Dirceu e José Genoino, ambos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento no esquema do mensalão.

Entre as atividades de comemoração aos 10 anos do PT no comando do governo federal, a cúpula petista se reúne em evento em hotel de São Paulo na noite desta quarta. Há previsão da participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff.

Líderes de partidos oposicionistas reclamaram do fato de os dois petistas considerados culpados no julgamento da ação penal estarem sendo homenageados em um espaço nobre da Casa. A exposição foi instalada em um túnel que liga o salão verde da Câmara aos plenários das comissões.

Para o líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), o destaque dado a Dirceu e Genoino nos corredores do parlamento é um “acinte” e uma “agressão” à sociedade.