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sexta-feira, 13 de março de 2015

Torneio de robótica reúne 600 estudantes em Brasília

Torneio de robótica reúne alunos de 18 estados. Imagem: Antonio Cruz/Agência Brasil
Começa hoje (13) a etapa nacional do Torneio de Robótica First Lego League, que vai reunir 600 estudantes de 18 estados. A competição vai até domingo (15), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com entrada aberta ao público. Os vencedores vão participar de torneios internacionais de robótica, sendo o principal deles o World Festival, em Saint Louis, nos Estados Unidos, com as melhores equipes do mundo.

A competição é promovida pelo grupo dinamarquês Lego e pela organização norte-americana For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First) em mais de 80 países e envolve mais de 200 mil jovens por ano. No Brasil, este é o décimo primeiro ano do campeonato, que ocorre há 17 anos no mundo.

A etapa nacional terá as 60 melhores equipes do país, que garantiram vaga em dez seletivas regionais. Os times são formados por estudantes com idade entre 9 e 16 anos de escolas públicas, particulares e do Serviço Social da Indústria (Sesi), que organiza o evento.

Neste ano, os projetos de pesquisa, um dos critérios de avaliação, devem propor novas formas de aprendizagem. Cada equipe deve apresentar uma solução inovadora para aperfeiçoar o aprendizado, que possa sair do papel e virar realidade.

Os outros critérios de avaliação são design de robô, em que os alunos projetam, constroem e programam o equipamento e depois apresentam o desenho mecânico, a estratégia adotada e a programação desenvolvida; desafio do robô, em que são disputadas três partidas de dois minutos e meio para executar missões na mesa de competição com os robôs e os valores centrais do torneio como o trabalho em equipe e a competição amigável e ética.

O diretor de Operações do Sesi, Marcos Tadeu de Siqueira, explica que o Brasil tem carência de profissionais na área de ciência e tecnologia e o interesse da entidade é despertar os jovens para a área científica. “É uma preocupação nossa formar profissionais que possam suprir essa carência para a indústria e para o desenvolvimento do país”.

No Distrito Federal, as duas equipes que vão competir são da unidade Sesi do Gama. Os alunos da Lego of Olympus desenvolveram a Mattátil, uma caixa com materiais pedagógicos voltados para o aprendizado da matemática de deficientes visuais. Segundo a coordenadora de robótica do Sesi do Gama, Elisângela Machado, os estudantes usaram material reciclável e adaptado para deficiência visual e já levaram a caixa para uma escola de deficientes visuais a fim de trabalhar o projeto. “Após o torneio, vamos entregar a caixa para a escola. A ideia é divulgar o projeto para o maior número de pessoas".

A outra equipe é a Lego Field, que criou um website chamado Touch Class, voltado para a escola rural. Elisângela explica que os alunos do Sesi fizeram pesquisa de campo nas escolas rurais e perceberam deficiências no aprendizado. A equipe trabalhou o conteúdo para uma turma do quinto ano do ensino fundamental. “O projeto trabalha tanto online quanto offline. Os alunos vão inserir materiais didáticos no sistema e instalar o website na escola”.

Débora Gonçalves Rocha, 16 anos, que está no segundo ano do ensino médio, é uma das cinco meninas que fazem parte das equipes do Sesi. Ela conta que participou de torneios passados como voluntária e gostou da experiência. “Quando surgiu a oportunidade de ser integrante de equipe, eu me encontrei, faço o que gosto e adquiri muito conhecimento. Sempre gostei das ciências exatas e quero cursar engenharia civil”, disse. Segundo o Sesi, metade dos 600 competidores é menina.

Matheus Queiroz, 13 anos, do oitavo ano do ensino fundamental, conta que está mais envolvido com a competição do robô montado com peças de Lego. “É um robô em que procuramos criar um sistema de garras de fácil encaixe para buscar mais velocidade. Só temos dois minutos e meio para todas as missões. Essa área me chama muita atenção e será um importante apoio profissional no futuro. Eu gostaria de cursar robótica ou engenharia”.

Agência Brasil

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Estudantes pernambucanos viajam para Olimpíada Mundial de Robótica na Rússia

Foto: Irandi Souza/PCR/Divulgação.
Dois estudantes da Rede Municipal de Ensino do Recife viajam nesta segunda-feira (17) para a Rússia, onde participarão da Olimpíada Mundial de Robótica. 

André dos Santos Filho, 15 anos, e Ryan Vinícius Morais, 13, das Escolas Municipais Dom Bosco, localizada em Jardim São Paulo, e Arraial Novo do Bom Jesus, dos Torrões, respectivamente, vão representar o Recife no World Robot Olympiad (WRO). Eles serão acompanhados pelo coordenador do Programa Robótica na Escola, Jadson Amorim.

Destinado a estudantes de 10 a 19 anos, que competem em modalidades diferentes, o WRO reúne participantes de todo o mundo para desenvolver a criatividade e habilidades de resolução de problemas através de competições de robótica. Uma das etapas do WRO foi realizada pela primeira vez no Brasil, no mês passado. Cerca de 15 times brasileiros participam da fase internacional do torneio, que acontece nos próximas dias 21 , 22 e 23, em Sochi, na Rússia.

Antes de seguir para o mundial, os estudantes recifenses vão se encontrar com as demais equipes brasileiras em São Paulo, de onde embarcam juntos para a Rússia. O convite feito pela WRO à PCR se deu através da LEGO ZOOM Education, uma das parceiras da Secretaria de Educação do Recife na implantação do Programa Robótica na Escola.

Do Mundobite

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Escola pernambucana é finalista do mundial de robótica Lego

A equipe de robótica do Colégio Apoio, Apoiobot, se prepara para disputar a etapa mundial do Campeonato de Robótica Lego nos Estados Unidos, em abril de 2011. A equipe da escola pernambuca se classificou em primeiro lugar na etapa nacional, que ocorreu em São Paulo, no último fim de semana.
Esta é a quarta vez que o colégio representa o Brasil na etapa mundial da competição. A instituição participou das edições do evento em Atlanta, Japão e Taiwan.
Com o tema trânsito, os alunos apresentaram um filme de animação feito com massa de modelar. O vídeo interagiu por meio de dois personagens que davam informações sobre o trânsito, as vias alternativas e as medidas de solução para um trânsito eficiente na cidade.
A equipe, coordenada pelas professoras Vancleide Jordão e Vanja Cláudia, é formada pelos estudantes Artur Sampaio, Bruna Rocha, Bruno Amorim, Bruno Braga, Julia Smith, Manuela Antonino, Marília Manta, Pedro Jorge, Rodrigo Ludermir e Vicente Albuquerque.
Fonte: JC Online