Se existe um jogador que atualmente pode bater no peito e dizer
que tem boas lembranças de enfrentar o Náutico no Recife esse alguém é o
atacante Samuel, do Fluminense. Em 2012 o jogador marcou os dois gols da
vitória do Flu sobre o Timbu nos Aflitos. E neste sábado, na Arena Pernambuco,
outra vez pela Série A, não foi diferente. Em uma noite em que sua equipe não
estava inspirada, ele chamou a responsabilidade e definiu a partida em jogada
individual. Fez o único gol da vitória dos cariocas sobre o Alvirrubro, que até
demonstrou certa evolução, principalmente na marcação, na estreia do técnico
Jorginho. A melhora, todavia, ainda não foi o suficiente.
Com o resultado, o Náutico permanece na lanterna do Brasileirão
com apenas oito pontos. Já o Flu soma 18 e sobe para 11º de maneira provisória.
O Tricolor do Rio de Janeiro aguarda o complemento da rodada para saber a
posição que ficará. Na próxima rodada, o Timbu encara o Bahia fora de casa.
Antes disso, concentra suas forças no clássico contra o Sport pela Sul-Americana,
na próxima terça-feira, na Ilha do Retiro. O Fluminense tem novo compromisso
pela Série A diante do São Paulo, fora de casa.
Não foi a estreia que
Jorginho esperava no Timbu
O
JOGO - O
início de jogo assustou o torcedor alvirrubro presente no estádio. O Náutico
começou cedendo espaços e dando a impressão de que atuaria da mesma forma
quando era comandado por Zé Teodoro, ou seja, com uma marcação distante do
adversário e sem um maior poder de ataque.
Contudo, tudo não passou de um susto. Aos poucos, o Náutico foi encaixando a
marcação e passou a anular as principais jogadas dos cariocas. O goleiro
Ricardo Berna praticamente não trabalhou mais efetivamente na partida. Além
disso, o Alvirrubro também teve as melhores chances de marcar.
O gol do Timbu, porém, acabou não saindo. Fruto de afobação algumas vezes e da
falta de qualidade de alguns jogadores em outros momentos. Quando tudo dava
certo, a trave estava lá para impedir o gol alvirrubro. Ainda assim, é possível
dizer que o Náutico foi a equipe mais perto de abrir o placar, principalmente a
partir dos 20 minutos, quando teve um maior controle do jogo.
Só que apresentar um bom futebol não é o suficiente na Série A. É preciso
competência para aproveitar as chances criadas. E isso o Náutico não teve. Por
outro lado, o Fluminense não desperdiçou uma das poucas chances que teve.
Samuel, que entrou no decorrer do segundo tempo, fez bela jogada na grande
área, driblou a zaga e fuzilou o gol de Ricardo Berna para festa da torcida do
Tricolor carioca presente na Arena Pernambuco.
Depois de sofrer o gol, o técnico Jorginho tentou dar outra dinâmica ao
confronto. Apostou em Olivera para explorar as bolas aéreas e em Hugo para
tentar as jogadas pelas laterais. Não deu certo. Falhou na finalizou e esbarrou
em Diego Cavalieri. Bom para o Fluminense, que soube se segurar na defesa
durante os 90 minutos e aproveitou a sua chance para sair com a vitória.
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Não foi a estreia que Jorginho esperava no Timbu
Contudo, tudo não passou de um susto. Aos poucos, o Náutico foi encaixando a marcação e passou a anular as principais jogadas dos cariocas. O goleiro Ricardo Berna praticamente não trabalhou mais efetivamente na partida. Além disso, o Alvirrubro também teve as melhores chances de marcar.
O gol do Timbu, porém, acabou não saindo. Fruto de afobação algumas vezes e da falta de qualidade de alguns jogadores em outros momentos. Quando tudo dava certo, a trave estava lá para impedir o gol alvirrubro. Ainda assim, é possível dizer que o Náutico foi a equipe mais perto de abrir o placar, principalmente a partir dos 20 minutos, quando teve um maior controle do jogo.
Só que apresentar um bom futebol não é o suficiente na Série A. É preciso competência para aproveitar as chances criadas. E isso o Náutico não teve. Por outro lado, o Fluminense não desperdiçou uma das poucas chances que teve. Samuel, que entrou no decorrer do segundo tempo, fez bela jogada na grande área, driblou a zaga e fuzilou o gol de Ricardo Berna para festa da torcida do Tricolor carioca presente na Arena Pernambuco.
Depois de sofrer o gol, o técnico Jorginho tentou dar outra dinâmica ao confronto. Apostou em Olivera para explorar as bolas aéreas e em Hugo para tentar as jogadas pelas laterais. Não deu certo. Falhou na finalizou e esbarrou em Diego Cavalieri. Bom para o Fluminense, que soube se segurar na defesa durante os 90 minutos e aproveitou a sua chance para sair com a vitória.
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