Da mesma forma que havia feito um
dia antes em Salvador, na Bahia, o tucano mineiro rasgou-se em elogios aos
governador Eduardo Campos, que nesta semana que passou desembarcou do governo
Dilma com a entrega de cargos federais, em estatais e ministérios.
“Sempre tive uma relação pessoal
muito próxima com o governador de Pernambuco e o PSDB sempre teve uma relação
política com o PSB em vários estados do Brasil, a começar pelo meu próprio
Estado.
E o Eduardo é conhecido como homem de “tirocínio”, um homem público que enxerga lá adiante, e não tenho dúvida que esse desembarque, ele ocorreu, ele está ocorrendo em razão da percepção que nós já temos há muito tempo, e ele passa a ter de forma clara agora, de que esse ciclo de governo do PT está se encerrando. Hoje, mais de 60% da população não quer mais 4 anos de PT, cabe a nós construirmos uma alte rnativa nova.
Eu saúdo e dou as boas vindas ao companheiro Eduardo Campos, agora como um provável candidato à Presidência da República. É bom para o processo político, é bom para a democracia”.
E o Eduardo é conhecido como homem de “tirocínio”, um homem público que enxerga lá adiante, e não tenho dúvida que esse desembarque, ele ocorreu, ele está ocorrendo em razão da percepção que nós já temos há muito tempo, e ele passa a ter de forma clara agora, de que esse ciclo de governo do PT está se encerrando. Hoje, mais de 60% da população não quer mais 4 anos de PT, cabe a nós construirmos uma alte rnativa nova.
Eu saúdo e dou as boas vindas ao companheiro Eduardo Campos, agora como um provável candidato à Presidência da República. É bom para o processo político, é bom para a democracia”.
No evento, vários oradores deixaram
claro que o discurso dos socialista e tucanos são semelhantes em vários pontos,
especialmente quando falam da necessidade de uma política regional para o
Nordeste, seguindo a máxima de que o Nordeste precisa crescer para ajudar o
Brasil a avançar e de forma bastante forte, para que a desigualdade diminua. O
paulista Aloysio Nunes Ferreira chegou a citar o economista Celso Furtado, para
quem não pode haver um Brasil próspero sem um Nordeste próspero e desenvolvido.
No evento, Aloysio Nunes Ferreira
ironizou Lula por ter dito que a transposição só não estaria pronta no final de
2012, no governo Dilma, se ocorresse um dilúvio, quando ocorreu uma seca
bíblica, na verdade. “Não estamos felizes com isto”, afirmou, cobrando
cisternas, Transnordestina e transposição.
“Vamos resgatar essa esperança
sequestrada. Vamos realizar os sonhos adiados porque eles são perfeitamente
possíveis”
Blog do Jamildo

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