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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Nova geração do carro mais barato do mundo sai a partir de R$ 9,4 mil

Tata lança segunda geração do Nano na Índia.
Preço chega a R$ 13,7 mil com câmbio automatizado.

Nova geração do Tata Nano é lançada na Índia (Foto: Shailesh Andrade / Reuters)
A indiana Tata Motors lançou nesta terça-feira (19) a segunda geração do Nano, que é considerado o carro 0 km mais barato do mundo, desde que foi lançado em 2009.

O GenX Nano custará a partir de 199 mil rúpias (cerca de R$ 9,4 mil), com câmbio manual, e pode chegar a 289 mil rúpias (R$ 13,7 mil) com transmissão automatizada.

O motor de 624 cc é o mesmo da geração passada e desenvolve até 38 cavalos de potência. O tanque de combustível de 24 litros permite rodar pouco mais de 500 km, com média de 23,6 km/l, segundo a fabricante.

As rodas são de 12 polegadas para todas as versões. O modelo mais barato não possui assistência de direção, trio elétrico, nem ar-condicionado, muito menos freios ABS e airbags. A fabricante afirma que a nova geração ganhou reforço na estrutura e altura do solo comparável aos SUVs (180 milímetros).

Tata GenX Nano tem poucos itens de segurança (Foto: Shailesh Andrade / Reuters)
Com 3,16 metros de comprimento e, 1,75 m de largura e 1,65 m de altura, o Nano possui porta-malas de 110 litros na versão manual e 94 litros na automatizada. O peso varia entre 695 kg e 765 kg, dependendo do nível de equipamentos.
A versão topo de linha já vem com itens de conforto como ar-condicionado, rádio com CD/MP3/Bluetooth, direção elétrica, ar-quente, tomada 12V e trio elétrico, mas ainda não conta com os itens básicos de segurança.

Tata Genx Nano tem 110 l de porta-malas com câmbio manual (Foto: Divulgação)
No ano passado, a consultoria Jato Dynamics listou os modelos mais baratos dos 12 maiores mercados automotivos do mundo. O Nano encabeçou a lista. O curioso é que ele não está nem entre os 10 mais vendidos na Índia. De janeiro a abril, o modelo emplacou apenas 7 mil unidades, segundo a consultoria focus2move.


O G1 listou os 10 veículos mais baratos do Brasil, de acordo com os preços sugeridos pelas próprias fabricantes para maio. Apenas 4 modelos apresentam preços iniciais abaixo de R$ 30 mil.

Versão topo de linha com câmbio automatizado sai por R$ 13,7 mil (Foto: Divulgação)
Do G1

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Peugeot cria seu próprio Food Truck

Peugeot Food Truck (Foto: Divulgação)

Conceito foi batizado de "O Bistrô do Leão" e tem cozinha completa.
Máquina de café expresso e 2 refrigeradores fazem parte do pacote.
Seguindo a onda atual dos chamados "Food Trucks", a Peugeot revelou, na França, seu próprio conceito de cozinha móvel. Chamado de "Le Bistro du Lion", que significa "O Bistrô do Leão", em referência ao símbolo da marca, o modelo possui em seu pacote um trailer, mesas para cliente e até sistema de som para áreas abertas.

Saiba mais:

Desenvolvida pelo Design Lab da empresa, o veículo possui um kit de cozinha completo, com duas grelhas, uma fritadeira, 4 cooktops, além de máquina profissional para café expresso.

Com sistema de ventilação especial para manter o ar fresco, a "bistrô ambulante" conta com dois refrigeradores: um de 400 litros, para a comida, e outro, de 350 litros, para as bebidas.

Peugeot Food Truck (Foto: Divulgação)
Do G1

segunda-feira, 30 de março de 2015

Jeep Renegade estará nas concessionárias a partir de 10 de abril

Imagem Pedro Ivo Bernardes/Cortesia
Modelo chega com 3 versões de acabamento, 2 de motorização e 3 de câmbio

Recém-saído de Goiana para conquistar a América Latina, o SUV (sigla em inglês para sport utility vehicle) compacto Renegade chega ao mercado mostrando todos os atributos de uma autêntico Jeep. Seja na estrada ou fora dela, o pequeno utilitário mostra que chegou para conquistar o seu lugar ao sol. Apesar de a categoria ser predominantemente urbana, o Renegade não abandona o DNA off-road da marca, encarando, sem dificuldades terrenos acidentados, lama, subidas e descidas íngremes.

Apesar da desenvoltura fora da estrada, a estimativa da montadora é que as versões com tração nas quatro rodas representarão apenas 22% das vendas da linha. O carro-chefe da família, ainda segundo o fabricante, será a versão intermediária Longitude, equipada exclusivamente com câmbio automático, com preço sugerido de R$ 80.990. Além dessa versão, a linha inclui mais duas versões: a Sport, de entrada, com preço de R$ 69.9000, e a Trailhawk, top de linha, comercializada por R$ 116.900.

No lançamento oficial do modelo, realizado na semana passada, a Jeep preparou dois trechos para test drive, misturando trechos em estrada e trilha. No asfalto, o Jeep Renegade avaliado (Trailhawk turbodiesel) mostrou o conforto de um carro-passeio, rodando suave. Fora da estrada, a robustez e disposição de um legítimo todo-terreno, com direito a tração 4x4, 4x4 reduzida, controle de descida e o sistema de controle de tração Select Terrain, que permite ao condutor escolher entre quatro opções diferentes de piso: Auto (automático), Snow (neve), Sand/Mud (areia/lama) e Rock (pedra) - este último exclusivo na versão Trailhawk.

No circuito on-road, montado a partir da Marina da Glória, a versão Longitude mostrou que o Renegade é uma opção a ser considerada, mesmo para quem não faz questão da performance fora da estrada. O nível de conforto e de equipamentos colocam o Jeep urbano em destaque no segmento. Ao todo, são 60 sistemas de segurança oferecidos, entre itens de série e opcionais, com destaque para os sistemas de controle de tração e frenagem, monitoramento de pontos cegos, entre outros.

Desde a versão de entrada, são vários os itens de conforto e comodidade oferecidos, como comandos no volante do sistema de áudio, computador de bordo, sistema de entretenimento com conexão Bluetooth e USB, controle de velocidade de cruzeiro, freio de estacionamento elétrico, sistema multimídia com tela de 5 ou 6,5 polegadas, câmera de ré, retrovisores elétricos e teto solar panorâmico.

MOTORES
Sob o capô, as opções de motores são o 1.8 E-torq de 132 cavalos (cv) de potência máxima (130 cv com gasolina) e o turbodiesel 2.0 de 170 cavalos depotência. As opções de transmissão são a manual de cinco marchas (apenas para a versão de estrada, Sport 1.8 MT5), automática de seis velocidades (Sport 1.8 AT6 e Longitude 1.8 AT6) e automática de nove velocidades, exclusiva das versões a diesel (Sport 2.0 AT9, Longitude 2.0 AT9, e Trailhawk 2.0 AT9).

Folha de Pernambuco

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Jaboatão recebe encontro de carros antigos com presença de foods trucks

Exposição trás modelos a partir dos anos 1960 de colecionadores pernambucanos (Foto: Divulgação)
O Clube de Automóveis Antigos de Pernambuco abre, neste sábado (21), uma exposição de carros antigos no Shopping Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. O evento, que ocorre em parceria com o centro de compras, exibirá 12 modelos de colecionadores pernambucanos fabricados a partir dos anos 1960 . No dia 28 de fevereiro, haverá encontro de amantes de veículos com a presença de food trucks, os famosos 'caminhões restaurantes'.

A mostra segue até 8 de março, com entrada de graça, na área interna do shopping. No espaço, estarão modelos como o MP Lafer, de 1977, que foi produzido no Brasil entre 1974 e 1982, inspirado no clássico inglês MG TD, de 1952. Foram produzidas 4.300 unidades, sendo mil unidades exportadas para Europa e Estados Unidos, com mecânica Volkswagen.

O modelo mais antigo exposto será um Prefect E493, de 1952. O carro, produzido na Inglaterra, tem uma mecânica simples, semelhante aos fordinhos americanos. Ele foi importado em grande escala para o Brasil no período pós-guerra, e hoje é um modelo raro.

Também estarão expostos um MG Avallone, de 1985; um Phoenix, de 1983; um Bel Air, top de linha, de 1956; um Le Baron, da Chrysler, de 1980; um Karmann Ghia, de 1972; um Maverick, de 1976; um Cabriolet, conversível, de 1979; e um Impala, de 1963. O carro, produzido pela Chevrolet, foi um tradicional americano, ícone da época, com luxo e 5,3 metros de comprimento.

Encontro
No dia 28 de fevereiro, haverá um encontro de amantes de carros antigos, a partir das 15h, na área externa do Shopping Guararapes próximo à Avenida Ayrton Senna, com a participação de Foods trucks da Vic's Hot Dog Gourmet, com opções de cachorros-quentes em pães artesanais, e da Kombina, uma Kombi 1975 modificada e transformada em cozinha para massas artesanais e molhos, com opções para vegetarianos e veganos.

Do G1 PE

sábado, 24 de janeiro de 2015

Finalmente saiu o preço do Jeep fabricado em Pernambuco

Modelo mais caro da marca, com todos os opcionais,
deve custar R$ 110 mil nas concessionárias
Foto: Diego Nigro/JC Imagem
Jeep deve custar R$ 70 mil, esse será o valor para modelo básico produzido em Goiana, segundo fontes ligadas à empresa. Lançamento ficou para abril

Estimativas de fontes ligadas à Jeep dão conta de que o Renegade, o carro que está sendo produzido no polo automotivo de Goiana, na Mata Norte, custará entre R$ 70 mil, o modelo mais básico, e R$ 110 mil, o modelo top de linha, com tração nas quatro rodas, câmbio automático e todos os itens opcionais que o veículo poderá ter. O protótipo deste último foi o escolhido nessa sexta (23) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, para testar o veículo made in Pernambuco. A assessoria de comunicação da Jeep não confirmou os preços do carro e informou que os valores oficiais só serão divulgados no lançamento do veículo.

A fábrica, que estava prevista para ser inaugurada em março, só terá a fita cortada oficialmente em abril. No entanto, o período de testes se encerra em fevereiro, quando começam a ser produzidos os primeiros veículos para abastecer o mercado.

Embora só chegue ao mercado brasileiro em abril, o Jeep Renegade tem previsão de lançamento nos Estados Unidos em duas semanas, o que pode balizar os valores dos veículos no mercado nacional. Além do Brasil, o modelo é produzido também nos Estados Unidos, Itália e, em breve, na China.

A fábrica terá capacidade de produção de 250 mil veículos anualmente. Como só começa a produzir em 2015 no mês de fevereiro, a unidade ainda não previu quantos carros sairão da linha de montagem este ano. Mas estima-se que cerca de 100 mil Renegades sejam produzidos neste ano.

Apesar de já ter feito inúmeros testes, o primeiro ano de operação servirá para fazer ajustes industriais, principalmente entre a montadora e as indústrias fornecedoras do polo automotivo.

Além do Brasil, os caros fabricados no Brasil serão distribuídos em países da América Latina, especialmente a Argentina.

A rede de concessionárias em solo nacional deve chegar a 150 lojas exclusivas. A maior quantidade deve ficar em São Paulo, que detém também a maior fatia do mercado. Recife deverá contar com três concessionárias, segundo os planos da empresa. As lojas venderão não apenas o Renegade, mas outros modelos Jeep produzidos nos Estados Unidos.

O novo Jeep chegará ao mercado com dois tipos de motores. Um deles é um 2.0 a diesel, capaz de gerar 170 cavalos de potência, além de uma segunda motorização flex. Os veículos serão oferecidos com câmbio manual e automático, além de tração 4x2 e 4x4. O dispositivo park assistence, que faz baliza sozinho, será um dos opcionais oferecidos.

Jornal do Commercio 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Veja os carros mais vendidos em 2014 por estado

Palio, o mais vendido do Brasil, não foi o favorito na maioria dos estados.
Maior frota do país, São Paulo é 'dominado' por dupla Onix/HB20.
Não é novidade que o Palio superou o Gol e se tornou o veículo mais vendido do Brasil em 2014, quebrando uma série de 27 anos consecutivos de liderança do rival. Um recorte mais regional, por estado, entretanto, mostra algumas peculiaridades do nosso mercado. Veja os carros mais vendidos de 2014 em cada estado, e conheça algumas curiosidades.
Apesar de vencer na soma dos 27 estados, o Palio não foi o veículo mais vendido na maior parte deles. Nesse quesito, alías, o país é praticamente dominado por três modelos. O rival, Gol, foi o mais popular em oito estados, contra sete do Palio e sete da Strada. Nos outros cinco estados, a liderança ficou com a Saveiro em dois, com o Onix em outros dois e com o Siena em um.
O segredo do Palio é a regularidade. Mesmo não sendo o mais vendido na maioria dos estados, o Palio quase sempre marcou presença no simbólico pódio dos três mais vendidos. Ele apareceu nove vezes na segunda colocação e outras dez vezes como o terceiro mais vendido. Só no Paraná o Palio ficou de fora, ocupando a sexta colocação.
Já o Gol não foi tão regular. O hatch da Volks não apareceu entre os três primeiros em oito estados. Porém, em Minas Gerais, onde liderou, apresentou a maior diferença para o rival, quase 10 mil carros.
Acre e Amapá apresentam um quadro semelhante entre os mais vendidos. Nestes estados, a Saveiro encerrou 2014 como o carro mais vendido, com o Palio em segundo e a picape Hilux em terceiro. São os únicos estados com dois veículos comerciais entre os três mais populares. No Acre, inclusive, a disputa pela terceira colocação só foi definida em dezembro, quando a Hilux emplacou 63 unidades e ultrapassou o Gol, que teve 46 carros vendidos.
O único sedã a aparecer entre os três primeiros colocados é o Siena. Além de ter sido o mais vendido no Rio de Janeiro, o Fiat foi o segundo colocado no Amazonas. A única picape média é a Hilux, e o único modelo coreano é o HB20, vice-líder em São Paulo.
O estado com a maior frota do país, aliás, teve o Chevrolet Onix como líder nas vendas, com mais de 50 mil veículos. Nas vendas nacionais, São Paulo foi o impulsor do hatch, com 34,4% das 150.829 unidades do modelo. O estado também foi o responsável por fatia semelhante dos emplacamentos do HB20, com 33% dos quase 120 mil carros vendidos pela Hyundai.
Nas três aparições da Saveiro no “pódio”, ela está imediatamente a frente do Palio. Em comum, o fato de a diferença para os dois ser pequena. No Amapá, onde lidera, a picape vendeu 61 unidades a mais do que o hatch. No Acre, onde o quadro é semelhante, a diferença é de sete carros, enquanto em Roraima, é menor ainda, de apenas duas unidades.
G1.com


sábado, 10 de janeiro de 2015

Seis veículos militares que estão à venda para civis (e um que não está)

Em julho de 1945, a montadora Willys lançou no mercado uma versão comercial do jipe usado pelo Exército americano.

O sucesso dos modelos CJ-2A foi tão grande que o mercado passou a ser inundado por veículos como a Serie 1 da Land Rover (1948), o Type 181 "Thing" da Volkswagen (1968) e o Hummer H1 da GM (1992).

Associados a conquistas militares americanas, os carros ganharam impulso nos últimos anos ao serem comprados por celebridades milionárias, sobretudo do mundo do hip hop.

Abaixo, a BBC Autos selecionou alguns veículos de inspiração militar que estão à venda no mercado hoje (nenhum deles vem acompanhado de artilharia).

1. RENAULT SHERPA (FRANÇA)

O verde oliva do Exército foi transformado em cores vibrantes no Sherpa, da Renault. 

O veículo usado por soldados franceses e da Otan tem, em sua versão civil, mais a cara de um carro do Rali Dakar.
Ele está à venda no Oriente Médio, na África e na Rússia. O motor diesel Dxi5 de 4,76 litros e quatro cilindros é ensurdecedor. São seis marchas e tração nas quatro rodas - tudo por US$ 272 mil (cerca de R$ 700 mil).

2. GAZ TIGR (RÚSSIA)

Os russos garantem que a semelhança do Tigr com o americano Humvee não passa de uma coincidência.

O motor é de 5,9 litros, e o carro também com seis marchas e tração nas quatro rodas. Por dentro, o visual não é nada militar: bancos de couro, ar condicionado e um sistema de som potente.
Por US$ 110 mil (cerca de R$ 280 mil), o carro é quase uma "barganha" nesse mercado.

3. MERCEDES-BENZ G63 AMG 6x6 (ÁUSTRIA)

O Mercedes-Benz Geländewagen, também conhecido como G Class, existe há mais de três décadas no mercado.

Com seis rodas, o carro suporta quase qualquer tipo de terreno. Ele pode até andar em águas com até um metro de profundidade.
Mas poucos têm o privilégio de possuir um, já que as especificações técnicas desse veículo são ilegais em vários mercados (incluindo toda a América do Norte e todos os países com mão inglesa). Possuir um desses Mercedes sai por US$ 523 mil (cerca de R$ 1,3 milhão).

4. PARAMOUNT MARAUDER (ÁFRICA DO SUL)

Dez toneladas de potência africana, o Marauder possui uma cabine protegida com dupla camada de metal, e resiste a praticamente qualquer tipo de disparo de arma leve. 

E também a uma ou outra mina terrestre, ao preço de US$ 485 mil (cerca de R$ 1,2 milhão).

5. POLARIS MV850 TERRAINARMOR EDITION (EUA)

Feito para evitar "balística inimiga, terreno difícil e outros obstáculos impedidores de missões", o MV850, da americana Polaris Industries, é o primeiro veículo militar no mercado que usa pneus sem ar.

Os pneus Terrain Armor, da empresa Resilient Technologies, resiste a tiros de armas com calibre .50.
Os testes bem-sucedidos deste pneu em campos de batalha provavelmente levarão o Exército americano a investir no seu uso em outros veículos maiores, inclusive no próximo Hummer. O pequeno veículo, que mais parece um buggy, sai por US$ 15 mil (cerca de R$ 38 mil).

6. SUPACAT LRV 400 (REINO UNIDO)

O Qt Wildcat - antigamente conhecido como Bowler Wildcat - é um jipe ideal para terrenos difíceis. 

O carro tem velocidade de rali (chegando a 170 quilômetros por hora) e é usado por várias unidades militares que fazem patrulha em fronteiras.
As pesadas placas de metal contra artilharia são opcionais, e tiram um pouco do desempenho do carro, que custa US$ 250 mil (R$ 640 mil).

7. GO-PED KNIGHTRIDER (EUA/ ISRAEL)

Esse é o único modelo da lista da BBC Autos que não está à venda para civis, mas não é por falta de admiradores.

Um scooter para o campo de batalhas? Esse é o Knightrider, da empresa Go-Ped. Pode parecer um brinquedo de crianças, mas não se engane com as aparências.
Esse veículo foi desenhado para suportar terrenos difíceis a altas velocidades, com seus pneus soltos e suspensão resistente.
A bateria de polímero de lítio e o motor Torkinator fazem com que o veículo atinja velocidade de 30 quilômetros por hora e cruze um terreno de 40 quilômetros sem necessidade de recarga.
Então quem está usando esse veículo? Por ora, isso é mantido sob segredo. Acredita-se que cada unidade custa US$ 4,7 mil (cerca de R$ 12 mil), mas nem adianta procurar nas lojas.

Da BBC Autos

domingo, 28 de dezembro de 2014

Oito Viaturas Policiais interessantes que rodam pelo Mundo

É muito comum vermos viaturas policiais, mas sempre as mesmas. Infelizmente, no Brasil não se investe muito em viaturas, são sempre os mesmos modelos e as mesmas funções.
Por outro lado, essas viaturas do Brasil são bem mais baratas que as que existem em outros países. Há países que investem muito em viaturas, e quando eu digo muito, é muito mesmo!

Carros que são sonhos de consumo para passeio, corridas e hobby acabaram se tornando viaturas policiais que se vê diariamente nas ruas.
Isso pode ser algo bom e ruim ao mesmo tempo. Por exemplo, em uma perseguição, pode ser necessário uma viatura que corra muito para alcançar o sujeito, mas também pode ser um desperdício, já que não é muito comum alguém ultrapassar os 150km/h.

Mas de qualquer maneira, quero apresentar para você, as 8 melhores, mais rápidas e mais funcionais viaturas policiais do mundo.
Você vai ficar de boca aberta e lá no fundo vai até querer uma para você, mas provavelmente vai só querer mesmo…

Enfim, conheça algumas das melhores viaturas policiais do mundo.
As melhores viaturas policiais do mundo

Alemanha: Brabus CLS Foguete

Com uma velocidade de 225,19mph, esse é o carro modelo Sedan mais rápido do mundo. É utilizado pela polícia alemã. Têm 730hp de um V12 twin-turbo.


Áustria: Porsche 911

É literalmente um supercarro que custa nada mais nada menos que 65 mil libras. Pode fazer até 177 mph e utilizado pela polícia Áustrica.



Emirados Árabes: Chevrolet Camaro

Imagine um policial com essa belezinha em uma perseguição. Esse Camaro com 406cv de potência com certeza da conta de qualquer serviço por aí.
Em 2009, dois carros desses foram adquiridos no país, creio eu que desnecessariamente.


 Itália: Smart

Um carrinho bem estranho. Não tem super motor, nem super velocidade mas tem uma super eficiência nas ruas estreitas de Roma.
Esse carro deve ser de grande utilidade para os policiais da Itália.


Estados Unidos: Mustang

Esse tipo de viatura não é tão incomum no Colorado. Na verdade, é bem fácil se deparar com um desses rondando as ruas dessa cidade.
O carro foi escolhido pelo Colorado para ser a “polícia civil” da cidade.
Possui apenas duas portas e é bem prático na hora de transportar prisioneiros.


Alemanha: Mini E

Parece até um carro utilizado em filmes de corridas infantis, mas não, o Mini E é utilizado pela polícia Alemã e ganhou uma nova cara em 2010, quando foi personalizado pela companhia de transportes que fazia parceria com o governo alemão.
Possui uma potência de 207cv e pode atingir 152km/h com facilidade.


Itália: Lamborghini Gallargado

Esse carro é o sonho de consumo de vários colecionadores e “ricos” de plantão. Em 2004, a Lamborghini doou essa beleza para a polícia alemã. Um ano depois, eles adquiriram outro desse por nada mais nada menos que 166.000 dolares, que é um pouco caro para uma viatura, não é mesmo?
Atinge uma velocidade de 190mph.


Texas: Hummer H2

Se olhado de longe parece até um tanque de guerra. O Hummer H2 é utilizado no Texas por um único e exclusivo xerife. Isso mesmo, o carro foi desenvolvido especialmente para as patrulhas desse cara.
O Hummer possui uma potência de 700cv e possui um jogo de pneus cromados que dá até para colocar medo nos canalhas da cidade.


Depois desse show de viaturas de polícias, as que conhecemos ficam até sem graça né? Imagina uma criancinha vendo uma viatura dessas na rua? Nem sentiria medo, iria querer é realmente observar e conhecer o policial que está dirigindo-a.
 Infelizmente o Brasil ainda não tem capacidade de investir em viaturas assim, não apenas pelo dinheiro, mas sim porque elas poderiam ser roubadas.
Portal Interessante nota 10

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

GM promete carros que 'conversam' entre si em no máximo 2 anos


 Cadillac CTS equipado com tecnologia de comunicação V2V
(vehicle-to-vehicle) (Foto: Divulgação)
Objetivo é evitar acidentes e diminuir o congestionamento nas cidades.
Veículo totalmente automatizado pode demorar até a próxima década.

A General Motors (GM) vai lançar em dois anos seu primeiro carro que pode se comunicar com outros veículos para ajudar a evitar acidentes e diminuir o congestionamento do tráfego, afirmou a presidente-executiva da montadora, Mary Barra, no domingo.

No mesmo intervalo, a GM vai introduzir uma tecnologia mais avançada para permitir a condução de veículos sem o uso das mãos em alguns casos, disse ela.
"Estou convencida que os clientes irão abraçar (a comunicação entre veículos) e as tecnologias de direção automatizada por uma única razão: elas são a resposta para os problemas cotidianos que as pessoas querem resolver", disse a executiva em discurso durante uma conferência.
Os primeiros modelos com a tecnologia serão da Cadillac, marca de luxo do grupo GM.

Cada vez mais autônomo


Aviso sobre carro se aproximando pela esquerda aparece no para-brisa
 (Foto: Divulgação)
A indústria vem lançando tecnologias como o controle adaptativo de cruzeiro, freios para batidas iminentes e direção semi-automatizada com mãos livres.

No entanto, a GM e outras montadoras têm enfatizado que, mesmo com a condução de mãos livres, os motoristas terão de ser responsáveis e precisarão manter a atenção na estrada. Enquanto isso, a empresa de buscas Google está trabalhando para desenvolver veículos totalmente autônomos.

O Departamento de Transportes dos Estados Unidos tornou o desenvolvimento de tecnologias para carros conectados uma alta prioridade, uma visão compartilhada no Japão e na Europa. E quando os carros puderem também se comunicar com a infraestrutura ao seu redor, os ganhos serão exponenciais, disse Barra.

Sistema detecta frenagem brusca do veículo à frente e avisa motorista (Foto: Divulgação)
No entanto, ela disse que a comercialização de um veículo totalmente automatizado pode demorar até a próxima década.


Da Reuters

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

volkswagen produz a última Kombi, afirmam funcionários

Montadora disse que linha de montagem parou apenas para o recesso de fim de ano dos da fábrica, mas funcionários mostraram fotos da linha de montagem vazia, de uma Kombi assinada pelos trabalhadores e da unidade que seria a última a ser produzida
 
Fotos: Reprodução/Facebook             
Um dia após o anúncio do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) de que não haverá exceção para que nenhum veículo continue em linha no Brasil sem os obrigatórios airbags duplos frontais e freios com sistema ABS, a linha de montagem da Kombi, na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP), amanheceu vazia, como mostra a foto. A imagem foi postada por um funcionário da VW em uma rede social. A comunidade Sampa Kombi Clube, reuniu diversas fotos em sua página no Facebook que dão a entender que a Kombi já deixou de ser produzida.

Essa informação foi confirmada pela Volkswagen, mas a empresa disse que as linhas de todos os modelos foram paralisadas por causa do recesso de Natal/Ano Novo, como acontece todos os anos.

Funcionários da montadora disseram que a última Kombi foi produzida às 22h desta quarta-feira (18). Segundo o presidente do Sampa Kombi Clube, Eduardo Gedrait, a unidade de chassi EP 022.526 foi a última e será guardada no acervo da montadora. Ele acredita que essa foi a última Kombi da história. “Se esse carro fosse colocado no mercado, ele teria um grande valor, provavelmente bem maior do que a Last Edition, mas como ela será enviada ao acervo da montadora, a penúltima unidade será a mais valiosa do mercado, o problema é saber para qual concessionária ela será enviada”, disse.

Uma das últimas unidades foi assinada
por funcionários da Volkswagen
As fotos postadas na rede social mostram a Kombi com uma placa “última Kombi produzida em 2013”. 

Procurada pela reportagem do Vrum, a Volkswagen disse que ainda não foi comunicada oficialmente de que a Kombi não poderá mais ser fabricada e que está marcada uma reunião para o início da próxima semana, quando o destino do modelo será oficialmente definido pela montadora, mas a empresa deixou claro que seguirá o que manda a lei. 

O fato da frase estampada no para-brisa constar apenas “última Kombi de 2013” e não “última Kombi da história”, traz ainda mais dúvida. Resta saber se a Volkswagen tem alguma carta na manga que daria uma sobrevida para a Kombi.

Foto mostra a linha de montagem da
Kombi já completamente vazia

Ao lado do possível último chassi do utilitário produzido, outras duas unidades comemorativas apareceram nas fotos. 

Uma, que já estava emplacada (ou seja, voltou à linha de montagem apenas para uma aparição estratégica), ostentava um esquema especial de pintura com fotos dos 700 funcionários que trabalham na produção da Kombi. 

Outra unidade foi assinada pelos trabalhadores da linha. Esta sim, parecia que havia acabado de ser produzida.

Exceção para a Kombi

Uma das unidades foi estampada com fotos dos
 funcionários que trabalham na linha de montagem da Kombi
Caso o Contran aceitasse a exceção para a Kombi, como propôs a Volkswagen e divulgado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a montadora poderia continuar com a produção do modelo por mais três anos, o que preocupou bastante os consumidores que pagaram R$ 85 mil para ter na garagem a série especial Last Edition. 

Para tranquilizá-los, a Volkswagen enviou uma carta a cada um dos proprietários da Kombi Last Edition informando que ela estava ciente dos impactos do retorno da produção da Kombi, em especial para o cliente da edição especial e que este deveria aguardar um novo contato da montadora, assim que o destino final da Kombi fosse decidido.

Gedrait acredita que a Volkswagen iria procurar os clientes para devolver a diferença do valor pago pela Last Edition ou fazer algum outro tipo de compensação, já que o valor de uma Kombi Standart 0km é de aproximadamente R$ 45 mil.

Portal Vrum

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Colecionadores de veículos do estado terão isenção de IPVA a partir de 2014

Donos de carros de "coleção" terão direito à isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotivos (IPVA) a partir de 2014. A lei, publicada na edição de quinta-feira (7) do Diário Oficial do Estado (DOE), beneficia proprietários de veículos com mais de 30 anos de fabricação e que estejam devidamente cadastrados com este fim. Os órgão de trânsito, como Detran-PE e Contran, são os responsáveis pelo cadastro.

O gerente de IPVA da Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE), Julio Lóssio, explica que, no estado, a lei beneficia 29 veículos. “O impacto é de aproximadamente R$ 60 por carro. Os veículos são tributados de acordo com o tempo de fabricação. Somente esse número consta no estado por considerar as exigências de estar regular, em bom estado de conservação e devidamente cadastrado como ‘colecionador’. Com a lei, talvez, essa quantidade aumente a
partir do ano que vem”, destacou.

No pleito do governador Eduardo Campos, enviado há um mês ao presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchôa, para que fosse aprovado o projeto de lei, ele cita que a Secretaria da Fazenda estima uma renúncia de receita de R$ 4 mil por ano, quanto à isenção destinada aos veículos da espécie “coleção”.

Agricultores

A mesma lei que beneficia colecionadores inclui os agricultores familiares, que já podem pleitear isenção do primeiro ano do IPVA na compra de motocicletas zero quilômetro com potência até 150 cilindradas. A lei está em vigor desde 1º de setembro, apesar de publicada somente na quinta-feira (7) no Diário Oficial. Para ser beneficiado, o agricultor precisar ser cadastrado no Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), ser ativo e regular, além de ter sua propriedade rural localizada fora da Região Metropolitana do Recife (RMR). O primeiro emplacamento também terá isenção.

Lóssio afirmou que este era um pedido antigo da categoria. “Os agricultores ainda estão fluindo do transporte animal para os veículos motores e as motocicletas de baixas cilindradas são as principais opções. Por isso, a medida. As motos são chamadas de ‘cavalo mecânico’, inclusive”, explicou. O diretor lembra que as motos de 50 cilindradas, as cinquentinhas, já são isentas do IPVA.

A Secretaria da Fazenda estima uma renúncia de receita anual de cerca de R$ 800 mil, considerando, inclusive, um eventual aumento na venda de motocicletas para os agricultores familiares.


Diario de Pernambuco

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Volkswagen confirma fim da Kombi com edição especial de R$ 85 mil

Volkswagen Kombi Last Edition (Foto: Divulgação)
A Volkswagen confirmou nesta quarta-feira (14) o fim da produção da Kombi no Brasil. O fato já era esperado uma vez que não é possível adaptar ao veículo o airbag duplo e o sistema de freios ABS que serão obrigatórios em todos os veículos novos no Brasil a partir do ano que vem.

Produzida no Brasil desde 2 de setembro de 1957, Kombi tem a história de maior longevidade na indústria automobilística mundial. O fim dessa trajetória será marcado com uma série especial chamada Last Edition. Com produção limitada a 600 unidades, a edição especial será oferecida a partir deste mês com preço sugerido de R$ 85 mil.
Volkswagen Kombi Last Edition (Foto: Divulgação)
A edição traz itens exclusivos como pintura tipo “saia e blusa”, acabamento interno de luxo e elementos de design que remetem às inúmeras versões do veículo fabricadas no país, diz a montadora. As unidades serão numeradas e terão placa de identificação.

A pintura da Kombi Last Edition é azul, com teto, colunas e para-choques brancos. Uma faixa decorativa, também branca, circunda todo o veículo logo abaixo da linha de cintura. As rodas e as calotas são pintadas de branco.
A grade dianteira superior é também pintada na cor azul da carroceria, assim como as molduras das setas e aros dos faróis.

Os pneus ganharam faixa branca retrô. Os vidros são escurecidos e o vigia traseiro tem desembaçador elétrico. As setas dianteiras têm lentes de cristal branco. Nas laterais também se destacam os adesivos que 
identificam a série especial "56 anos – Kombi Last Edition'.

Volkswagen Kombi Last Edition (Foto: Divulgação)


Do G1

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Edição limitada do Volkswagen Fusca parte de US$ 29.995

Beetle GSR atual e versão dos anos 70 (Foto: Divulgação)

A Volkswagen anunciou os preços da versão GSR do Beetle nos Estados Unidos, carro que é vendido em sua versão tradicional com o nome de Fusca no Brasil. De acordo com a fabricante, o modelo parte de US$ 29.995, com câmbio manual de 6 marchas, e chega a US$ 31.095, equipado com transmissão automática de dupla embreagem. A edição é limitada a 3.500 unidades mundialmente.

O visual do GSR possui combinação de amarelo e preto, remetendo ao modelo dos anos 70. Seu motor é um 2.0 litros turbinado que gera 210 cavalos de potência, informa a fabricante. Segundo a Volkswagen, o Fusca GSR faz de 0 a 100 km/h em cerca de 6,6 segundos e sua velocidade máxima é limitada eletronicamente a 210 km/h. A empresa não informou se o modelo será vendido no Brasil.



Volkswagen Beetle GSR (Foto: Divulgação)

Do G1

sábado, 13 de julho de 2013

Ford revela versão especial do Mustang GT

Modelo único, o Thunderbirds tem detalhes do avião F-16 Falcon
A Ford revelou uma versão especial do Mustang GT, o Thunderbirds. O modelo é um exemplar único e faz uma homenagem ao 60º aniversário do esquadrão da Força Aérea norte-americana. Sua principal novidade está na carroceira branca com detalhes vermelho e azul que remete ao avião F-16 Falcon.

Equipado com motor 5.0, o veículo traz itens de série como rodas de 22 polegadas, painel de navegação especial, bancos Recaro desenhados, supercharger, suspensão e freios Brembo. Já os bancos traseiros foram removidos, para dar mais espaço.


Doado pela Ford, o carro vai a leilão no dia 1º de agosto, durante o evento aeronáutico Air Venture Oshkosh 2013, promovido pela Experimental Aircraft Association (EAA) no aeroporto de Wittman, nos Estados Unidos. Este é o quinto Mustang especial que é leiloado pela EAA, resultando em um lucro de US$ 1,9 milhões.


Portal Vrum

quinta-feira, 11 de julho de 2013

GM ressuscita Monza em conceito

Conceito Monza/Foto divulgação
O hábito que algumas famílias têm em batizar seus filhos homenageando parentes mais velhos pode chegar a ser uma tradição. E a indústria automotiva não escapa dele, revivendo o nome de seus modelos clássicos em veículos novos. É o caso de carros como o Volkswagen Voyage e Santana ou do Ford Escort, este apresentado no Salão de Xangai em 2013.

O "Júnior" da vez é o Monza. O nome volta à ativa com o novo conceito da divisão alemã da GM, a Opel. Diferentemente do sedã, que foi vendido no Brasil entre 1982 e 1996, o nome agora serve a um chamativo cupê esportivo.

As linhas do conceito Monza revelam o futuro que os designers da GM deverão seguir. Os faróis parecem escorrer formando os filetes de luzes diurnas. A grade frontal é negra e aparenta estar “encolhendo” a barriga, algo um pouco semelhante ao que a Lexus tem utilizado em seus modelos novos. No geral, o veículo está bem elegante e ao mesmo tempo agressivo. Promete ser um belo carro.

Faltou a Opel dizer para quê o novo Monza servirá: se apenas uma inspiração para sua linha ou se teremos o Monza de volta às lojas. Se a segunda hipótese vigorar, quem sabe não veremos um novo embate entre ele e seu rival na década de 80, o Escort, que a Ford já disse ter tudo para retornar ao mercado, ao menos o chinês.


A Opel anunciou que o lançamento do novo Monza será no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro deste ano.

Portal IG

quarta-feira, 10 de abril de 2013

SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO DE CARRO COMEÇA A TER ESPAÇO NO BRASIL


Do G1, em São Paulo
portaldotransito.com.br
Nem carona, nem aluguel diário. São Paulo começa a dar espaço a um serviço que permite usar um veículo como se fosse seu por algumas horas. Atualmente, 2.300 pessoas na cidade são clientes de uma empresa que compartilha automóveis.

Elas se cadastraram por telefone ou site e reservam um modelo na garagem credenciada mais próxima, indicando o horário e o tempo que vão permanecer com o veículo. Os próprios clientes desbloqueiam o carro. O combustível está incluso no pacote e é fornecido pela administradora do sistema.

Embora a prática ainda não seja comum entre os brasileiros, a única empresa que presta este serviço no país, a Zazcar, aposta que, ainda neste ano, seus 2.300 clientes passarão a ser 13.800, com potencial para chegar a 210.000 nos próximos cinco anos.

A média de idade dos clientes é de 35 anos. Segundo o fundados, Felipe Campos Barroso, dos cerca de 2 mil clientes, 25% venderam o carro após aderirem ao sistema e 55% deles chegam às garagens credenciadas por meio de transporte público, como ônibus e metrô.

“Nossos clientes são pessoas que usam o carro menos de 15 mil quilômetros por ano. Eles utilizam o transporte público e até já tiveram um automóvel, mas venderam por não compensar o custo fixo”, explica.

Os preços praticados variam de R$ 6 mais o quilômetro rodado até o valor fixo de R$ 100, dependendo do perfil de uso do consumidor. Em caso de uso "frequente", por exemplo, duas ou três vezes ao mês, a empresa tem formas diferentes de cobrança: a partir de R$ 7,90 a hora mais os quilômetros rodados — R$ 0,65 cada, até 100 km e R$ 0,55, de 101 km em diante. Ou é cobrada diária, a partir de R$ 64,90 mais os quilômetros rodados, ou ainda uma mensalidade de R$ 50.