Mostrando postagens com marcador Dieese. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dieese. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Sonho: Mínimo deveria ter sido de R$ 2.561,47, indica Dieese


Da Agência Estado

O salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ter sido de R$ 2.561,47 em dezembro para que ele suprisse suas necessidades básicas e da família, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira (7) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A constatação foi feita por meio da utilização da Pesquisa Nacional da Cesta Básica do mês passado, realizada pela instituição em 18 capitais do Brasil.

Em dezembro, o Dieese passou a incluir Campo Grande no levantamento, junto com Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.

Com base no maior valor apurado para a cesta no período, de R$ 304,90, em São Paulo, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ter sido 4 12 vezes maior do que o piso vigente no Brasil, de R$ 622,00.

O valor é maior que o apurado para novembro, quando o mínimo necessário foi estimado em R$ 2.514,09 (4,04 vezes o piso em vigor). Em dezembro de 2011, o Dieese calculava o valor necessário em R$ 2.329,35, ou 4,27 vezes o mínimo de então, de R$ 545,00.

A instituição também informou que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em dezembro de 2012, o conjunto de bens essenciais aumentou na comparação com novembro. Na média das 18 cidades pesquisas pelo Dieese, o trabalhador que ganha salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 93 horas e 54 minutos em dezembro, tempo superior às 92 horas e 10 minutos exigida em novembro.

Em relação a dezembro de 2011, a jornada exigida foi menor, já que naquele mês eram necessárias 97 horas e 22 minutos. Segundo o Dieese, este movimento está associado ao aumento do salário mínimo verificado no período.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Salário mínimo deveria ter sido R$ 2.514,09 em novembro, segundo Dieese


Da Agência Estado

O salário mínimo do trabalhador do País deveria ter sido de R$ 2.514,09 em novembro para que ele suprisse suas necessidades básicas e da família, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A constatação foi feita por meio da utilização da Pesquisa Nacional da Cesta Básica do mês passado, realizada pela instituição em 17 capitais do Brasil.

Com base no maior valor apurado para a cesta no período, de R$ 299,26, em São Paulo, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ter sido 4 04 vezes maior do que o piso vigente no Brasil, de R$ 622,00.

O valor é menor que o apurado para outubro, quando o mínimo necessário foi estimado em R$ 2.617,33 (4,21 vezes o piso em vigor). Em novembro de 2011, o Dieese calculava o valor necessário em R$ 2.349,26 ou 4,31 vezes o mínimo então em vigor, de R$ 545,00.

A instituição também informou que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em novembro de 2012, o conjunto de bens essenciais diminuiu, na comparação com o mês anterior e com o mesmo período do ano passado.

Na média das 17 cidades pesquisas pelo Dieese, o trabalhador que ganha salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 92 horas e 37 minutos em novembro, o que representou 3 horas a menos do que era necessário em outubro. Em novembro de 2011, a jornada média de trabalho exigida para a compra da cesta somava 96 horas e 13 minutos.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dieese: salário mínimo deveria ser de R$ 2.616,41


Da Agência Estado

O salário mínimo do trabalhador no País deveria ter sido de R$ 2.616,41 em setembro, a fim de suprir as necessidades básicas do brasileiro e de sua família, constata a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada nesta sexta-feira (5) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Com base no maior valor apurado para a cesta no período, de R$ 311,44, em Porto Alegre, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o salário mínimo deveria ter sido 4,21 vezes maior do que o piso vigente no Brasil, de R$ 622,00.

O valor estimado pelo Dieese em setembro é maior do que o apurado para agosto, quando o mínimo necessário fora calculado em R$ 2.589,78, ou 4,16 vezes o mínimo atual. Há um ano, o salário mínimo adequado para suprir as necessidades dos brasileiros fora calculado em R$ 2.285,83, ou 4,19 vezes o mínimo em vigor naquele período, de R$ 545,00.

A instituição também informou que o tempo médio de trabalho necessário para que o consumidor que ganha um salário mínimo pudesse adquirir, em setembro deste ano, o conjunto de bens essenciais foi praticamente o mesmo na comparação com o mês anterior. De acordo com o Dieese, para comprar a cesta básica no nono mês de 2012, o brasileiro precisou trabalhar em média 95 horas e 12 minutos, ante 95 horas e 3 minutos em agosto. Em setembro do ano passado, a jornada média de trabalho exigida para a compra de itens alimentícios básicos foi de 93 horas e 58 minutos.

terça-feira, 10 de abril de 2012

PREÇO DA CESTA BÁSICA CAI EM 11 CAPITAIS EM MARÇO

Da Agência Estado
imagem: jornalportaldoparana.com.br
A cesta básica ficou mais barata na maioria das cidades pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em março. De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica divulgada nesta segunda-feira, houve queda de preço em 11 das 17 capitais, com destaque para recuo de 6,73% em Goiás. Na cidade de Vitória, o valor dos alimentos de primeira necessidade caiu 2,60%, seguido por Rio de Janeiro (-2,55%) e Porto Alegre (-2,01%).

Já os consumidores do Nordeste e Norte do País pagaram mais pela cesta básica em março. O preço avançou 3,60% em Salvador; 2,03% em Aracaju; 1,77% em Manaus; 1,68% no Recife; e 0,89% em João Pessoa. A menor alta ficou restrita a Natal, onde o preço dos alimentos básicos subiu 0,36% no mês passado.

No acumulado do primeiro trimestre, a cesta básica com a maior queda foi verificada na capital capixaba, com recuo de 5,50%. Goiânia e Porto Alegre foram as cidades onde os preços também caíram: 5,09% e 4,58%, respectivamente, no acumulado de janeiro a março de 2012.

terça-feira, 24 de maio de 2011

EXPLORAÇÃO: Brasileiro trabalhará até o dia 29 de maio só para pagar tributos

Do Blog do Jamildo
O contribuinte brasileiro trabalhará até o dia 29 de maio, somente para pagar os tributos - impostos, taxas e contribuições - exigidos pelos governos federal, estadual e municipal, em 2011. Esse é o resultado do estudo “OS DIAS TRABALHADOS PARA PAGAR TRIBUTOS - 2011”, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, IBPT.
A tributação incidente sobre os rendimentos, como salários e honorários, é formada principalmente pelo Imposto de Renda Pessoa Física, pela contribuição previdenciária – INSS e previdências oficiais - e pelas contribuições sindicais.
Além disso, o cidadão paga a tributação sobre o consumo, já inclusa no preço dos produtos e serviços, como PIS, ICMS e IPI, a tributação sobre o patrimônio, IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR, as muitas taxas como limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos, e outras contribuições, como a iluminação pública.
Desde 2003, quando IBPT lançou o primeiro estudo, a arrecadação cresce. Na época o contribuinte destinou do seu rendimento bruto em média 36,98% para pagar a tributação sobre os rendimentos, consumo, patrimônio e outros. Em 2004 foram 37,81%, em 2005 - 38,35%, em 2006 - 39,72%, em 2007 chegou aos 40,01%, em 2008 - 40,51%, em 2009 - 40,15%, em 2010 comprometeu 40,54%, e em 2011 destinará 40,82% do seu rendimento bruto.
Segundo João Eloi Olenike, presidente do IBPT, como faz todos os anos, o Instituto concluiu o Estudo sobre a quantidade de dias que o brasileiro trabalha só para pagar tributos. “Em 2011 o contribuinte trabalhará 149 dias, ou seja, quatro meses e 29 dias, só para pagar tributos. Um dia a mais que no ano passado”, afirma.
O presidente do IBPT lembra que ano a ano o brasileiro aumenta a contribuição aos cofres públicos e isso é motivo de indignação, pois todo o sacrifício da população contrasta com a ineficiência dos serviços públicos. “Enquanto é costumeira a notícia de quebras sucessivas de recordes de arrecadação de impostos, taxas e contribuições, o cidadão convive com os seguintes fatos cotidianos: Problemas na saúde pública, educação deficiente, falta de segurança pública e caos na infra-estrutura”, declara Olenike.
Utilizando-se a mesma metodologia, o Instituto calculou quanto dias que os cidadãos de outros países trabalham para pagar tributos, no ranking estão: Suécia com 185 dias, França com 149 dias, Espanha com 137 dias, Estados Unidos com 102 dias, Argentina com 97 dias, Chile com 92 dias, e México com 91 dias.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Cesta básica fica mais cara na maioria das capitais e mais barata no Recife


Os itens da cesta básica ficaram mais caros, em janeiro, na maioria das capitais onde é feita a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De um total de 17 capitais, 14 apresentaram elevação e a maior correção foi verificada em Brasília, com alta de 9,41% e valor de R$ 255,65.

Houve quedas em Curitiba (-2,79%), São Paulo (-1,47%) e Recife (-0,32%). Apesar do resultado negativo, a capital paulista é a que tem o custo mais elevado: R$ 261,25.

No acumulado de janeiro de 2010 a janeiro de 2011, a maior alta foi registrada em Fortaleza (23,08%). A capital cearense registrou aumento de 5,25% no mês passado na comparação com dezembro, com a cesta cotada em R$ 216,45. A capital sergipana, Aracaju, continua com o valor mais baixo do conjunto pesquisado (R$ 182,76), com uma alta de 3,91% sobre dezembro. No acumulado dos últimos 12 meses, Aracaju apresenta um aumento de 8,06%.

Pelos cálculos do Dieese, para arcar com os custos essenciais à família, o trabalhador deveria ter recebido, em janeiro, um salário mínimo de R$ 2.194,76 - valor quatro vezes maior do que o mínimo proposto pelo governo de R$ 545.

Da Agência Brasil