quinta-feira, 21 de julho de 2011

Padre espanhol homofóbico é pego em foto comprometedora e afastado de suas funções

O padre Torres (dir.) e Delgado,
em foto comprometedora na internet
A Igreja Católica já se cansou de encobrir casos de seus incontáveis padres gays. Mas quando o padre é homofóbico tudo muda de figura, já que a “comunidade gay” teria motivos de sobra para fazer barulho sobre o caso.
É o que anda acontecendo na Espanha, mais precisamente na cidade de Fuenlabrada (perto de Madri). Um padre da diocese local conhecido por seu discurso anti-gay foi afastado de suas funções depois que uma foto comprometedora que mostra ele e um  seminarista cubano caiu na internet e foi amplamente divulgada por sites gays espanhóis.

O padre Andreas Garcia Torres, de 46 anos, não gostou nadinha da polêmica e propôs um desafio: disse que gostaria que analisassem o diâmetro de seu próprio ânus para provar que ele não é nada gay e que o resultado deste exame convenceria seus superiores da diocese já que seu ânus “não está dilatado”.
O seminarista chama-se Yannick Delgado, tem 28 anos, nasceu em Cuba, e está sem camisa ao lado do pároco, que também resolveu ficar sem a peça para a foto realizada ano passado no Santuário de Fátima, em Portugal. Vamos combinar que com esse cubano aí a gente também tiraria a batina.
“Tenho uma amizade normal com este menino. Este foi o único dia que eu estive com ele. Tiramos uma foto de nós mesmos, sem camisas, e foi isso que deu origem à confusão”, declarou o padre.
A diocese de Getafe exigiu que o padre fizesse exames para verificar se tem o vírus HIV e o encaminhou a um tratamento psiquiátrico. “O psiquiatra me perguntou de forma humilhante se os meus pais me tinham estuprado quando era criança ou se eu os tinha visto a ter relações sexuais”, disse. É o feitiço contra o feiticeiro, certo padre?
Torres tem textos na internet que afirmam que homossexuais são “intrinsecamente maus e perversos”. A foto estava no computador do seminarista gato e “vazou”. “Ela estava no meu computador, e eu nem sequer a postei no Facebook”, disse. O cubano declarou que considera o padre como “um pai adotivo”.
A diocese comunicou que Torres foi afastado por “problemas pastorais”.
Por:  Nicolas Contatto – Mixbrasil do Blog UM OLHAR HUMORADO

20 comentários:

Anônimo disse...

Padre tambèm pooooooooooooooode

Jean (Maradouro) disse...

E sempre assim quando você vê uma pessoas falando muito criticando, condenando no final da historia tem o rabo preso (nesse caso talvez solto).
Lembro da frase quem disso cuida disso usa

Pedro Cesar disse...

poxa como p blog é tendencioso: a foto é inadqquada, porem não é indicativa de tendnecias homossexuais.
o que o Padre sempre disse em seus sermões é que o homossexualismo é pervertido, e nada mais. -como se deturpa em nome do gayzismo-;
se o Padre é gay ele não é homofóbico, é mais um doente sexual que precisa de tratamento.; porem o mais engraçado é que não se discute se ser gay é doença ou não. isso é medo de se saber doente?

breno rocha disse...

A ditadura gay
Análises
Sáb, 16 de Abril de 2011 23:51

Os lobbys gays acostumaram-se a provocar a sociedade como um todo e, de modo particular, as convicções religiosas da sociedade. É a dinâmica do politicamente correto, que deseja fazer e tem feito engolir tudo quanto é absurdo.

Eles insistem a desfilar a podridão deles em Jerusalém, cidade santa para três grandes religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo, para as quais a prática homossexual é moralmente inaceitável. É questão não são os homossexuais em si – há tantos homossexuais decentes e muitíssimos que não concordam com esse tipo de procedimento provocatório -, mas a propaganda e a imposição da cultura gay!
A violência dos protestos dos grupos religiosos judeus é compreensível sim. Fé não é brincadeira nem é coisa periférica na vida. Para um judeu, a fé de Israel é a fé de todo o povo do Antigo Testamento. É inaceitável o que os gays fizeram lá...
Aceitável, para o mundo atual, é a difusão do aborto, da destruição das famílias, dos embriões humanos, etc.
DOM HENRIQUE BISPO DE ARACAJU.

Anônimo disse...

Escrito por Claudecy de Souza
LOCALIZADO EM Análises - Educação Sexual

Assim como a heterossexualidade, a homossexualidade é um estado mental. Não há nenhuma doença ou desvio de comportamento ou perversão, como se pretendeu até a algum tempo atrás. Mas não é raro encontrar pessoas que insistam nisso mesmo no meio dos profissionais de saúde.

Em dezembro de 1973 - a APA (Associação Psiquiátrica Americana), propõe e aprova a retirada da homossexualidade da lista de transtornos mentais (passa a não ser mais considerada uma doença).

1985 - O Conselho Federal de Medicina do Brasil (CFM) retira a homossexualidade da condição de desvio sexual.

Nos anos 90 - o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV) onde são identificados por códigos todas os distúrbios mentais, que serve de orientador para classe médica, principalmente, para os psiquiatras, também retirou a homossexualidade da condição de distúrbio mental.

1993 - A Organização Mundial de Saúde (OMS) retira o termo "homossexualismo" (que da idéia de doença) e adota o termo homossexualidade.

O Conselho Federal de Psicologia (CPF) divulgou nacionalmente uma resolução que estabelece normas para que os psicólogos contribuam, através de sua prática profissional, para acabar com as discriminações em relação à orientação sexual.

É importante lembrar que sob o ponto de vista legal, a homossexualidade não é classificada como doença também no Brasil. Sendo assim, os psicólogos não devem colaborar com eventos e serviços que se proponham ao tratamento e cura de homossexuais, nem tentar encaminha-los para outros tratamentos. Quando procurados por homossexuais ou seus responsáveis para tratamento, os psicólogos não devem recusar o atendimento, mas sim aproveitar o momento para esclarecer que não se trata de doença, muita menos de desordem mental, motivo pelo qual não podem propor métodos de cura.

Existe uma infinidade de teorias psicológicas e biológicas tentando explicar a origem da homossexualidade. As teorias psicológicas, assim como as biológicas são abundantes em opiniões e afirmações. Entretanto, nada de definitivo foi apresentado até o momento. E penso que, se este é um estado mental, nenhuma conclusão mais será necessária a não ser esta.

Como se disse anteriormente, a homossexualidade é um estado psíquico. O indivíduo homossexual não faz opção por ser homossexual. Ele apenas é e não pode, ainda que queira, mudar isso. Ele pode sim, fazer uma opção no sentido de negar esse impulso e tentar viver como heterossexual. Mas isso tem um impacto negativo para o pleno desenvolvimento emocional do indivíduo. Trata-se de uma situação muito mais comum do que se imagina. O impulso sexual que um heterossexual tem por sua parceira é o mesmo que um homossexual tem por seu parceiro do mesmo sexo. O que muda é o objeto.

A questão de ser a homossexualidade um desvio ou não está mais ligada a fatores culturais, econômicos e religiosos. Todos sabemos que, conforme as necessidades de uma determinada cultura, os valores mudam.

leia o restante em:

http://www.pailegal.net/pesquisar

felipe de biase disse...

senhor anonimo se o senhor se arvorar em quer bem aprender as coisas é bom saber que o homossexualismo só saiu da lista de doenças em função do loby gay nos estados unidos,e também no Brasil foi assim.
os homossexuais se contradizem quando afirmam que é opção,pois vão também dizer que é natural, ora é opção ou natural?
como é opção se vários se suicidam por não suportem ser ou estarem homossexuais?
se é opção por que muitos se tratam para deixar o desvio?
se é natural então temos um terceiro sexo?

felipe de biase disse...

"Ele pode sim, fazer uma opção no sentido de negar esse impulso e tentar viver como heterossexual. Mas isso tem um impacto negativo para o pleno desenvolvimento emocional do indivíduo. Trata-se de uma situação muito mais comum do que se imagina" Essa é uu aafirmação ridícula, pois muitos que se trataram constituíram família e se sentem muito bem...como pode esse suposto "pailegal" afirmar tal coisa se ele mesmo faz uma crítica direta as várias teorias existentes? e a dele de é apenas mais uma!!!! ele participa dos grupos que tratam a homossexualidade? quantos ele estudou para tal afirmação?
por fim busquemos a verdade pois a memsa não pode ser consensual.

felipe de biase disse...

Homosexualismo é uma doença psiquica como qualquer outra,e da mesma forma que uma pessoa pode ser curada de diversos vicios ou desvios,tambem é possivel se curar do homosexualismo.

O caso do autor desse artigo não é o único ou um dos poucos casos mundo a fora.Existem milhares de pessoas que se livraram dessa doença como ele próprio diz.

A questão principal é que o homosexualismo assim como outras doenças psiquiátricas,se tornam mais comuns em sociedades que as promove.

Porque o stress é hoje o mal do século 21 pelo menos no mundo ocidental?

Porque a sociedade ocidental de hoje estimula a correria,o individualismo cego e o materialismo acima dos valores espirituais e morais.Isso ligado a má alimentação,a insegurança e a crise de valores nos transformou em uma sociedade doente e decadente repleta de malucos que vai das classes baixas até os altos circulos de poder.

Por esse motivo o numero de estressados e de pessoas que morrem de doenças cardio-vasculares,diabetes e AVC,nunca foi tão alto na história como tambem só tende a aumentar ainda mais se esse estilo de vida não for revisto.

Se você incentiva a paranóia na sociedade,nem todas as pessoas ficarão paranóicas mas o numero de paranóicos aumentará consideravelmente.

Se você incentivar qualquer tipo de loucura ou vicio na sociedade nem todas as pessoas ficarão loucas ou viciadas,mas o numero de loucos e viciados tambem aumentarão consideravelmente.Isso acontece porque o organismo de certas pessoas é mais resistente do que de outras.

A mesma coisa é o homosexualismo e quanto mais você incentivá-lo ou disser que isso é normal,mais e mais pessoas se tornarão homosexuais,mesmo elas não tendo nascido verdadeiramente homosexuais.Sim existe pessoas que nascem homosexuais,como tambem existe pessoas que nascem com vários tipos de doenças diferentes.

felipe de biase disse...

Para o plano globalista de diminuição e controle populacional a promoção do homosexualismo é uma maravilha,pois quanto mais homosexuais se orgulharem de serem doentes e se recusarem a se tratar,menos crianças serão geradas.Isso explica o apoio total da ONU e seus governos fantoches em pró da promoção homosexual.

Esse apoio descarado a promoção homosexual chegou a tal ponto de render até mesmo uma ameaça feita pela União Européia contra a Rússia por eles (os russos) não estarem promovendo o homosexualismo em território russo como deveriam.

Os russos são contra a promoção do homosexualismo,não porque eles são religiosos,decentes ou prezam pela saude das pessoas,mas sim porque o país está sofrendo de um perigoso déficit demográfico a pelo menos duas décadas e a promoção do homosexualismo só pioraria ainda mais as coisas por lá.

Mesmo assim a pressão da União Européia será tamanha que eu considero apenas uma questão de tempo para os russos tambem entrarem na moda da promoção homosexual.

Essas politicas de incentivo ao homosexualismo,ajudam a destruir a moral heterosexual e os valores familiares burgueses tradicionais,facilitando assim a tirania revolucionária de alcançar o poder e se perpetuar por ele,pois quanto menos familias tradicionais existirem mais fácil de ser controlada uma sociedade se torna.

A velha estratégia de dividir para conquistar.

Ninguem deveria ter orgulho de ser doente,mas sim procurar um tratamento para seu mal.

felipe de biase disse...

A linguagem de gênero
PE. LODI DA CRUZ | 18 JULHO 2011
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

Em seu livro sobre "gênero" a ser lançado no Brasil, Jorge Scala alerta mais uma vez que o jogo de palavras dessa ideologia não é inocente. Segundo a "ideologia de gênero", não existe um homem natural nem uma mulher natural.

Está para ser lançada no Brasil no fim deste ano a versão portuguesa do livro do advogado argentino Jorge Scala "El género como herramienta de poder" sobre a perigosa e destrutiva "ideologia de gênero".

Em nossa língua poucos são os que compreendem a origem, o significado e o perigo de tal ideologia. Não tivemos ainda, por parte do episcopado brasileiro, um documento semelhante ao produzido pela Conferência Episcopal Peruana "La ideología de género: sus peligros y alcances" (1998)[1]. Ao contrário, não são poucas as vezes em que membros da hierarquia católica em nosso país fazem uso - inadvertidamente, é claro - de termos emprestados àquela ideologia. Falar de desigualdade de gênero, opor-se à homofobia, não aceitar discriminações contra os homossexuais, dividir as pessoas em homossexuais e heterossexuais, tudo isso se encontra em escritos de zelosos pastores de almas, inocentes úteis nas mãos de uma doutrina tão perniciosa.

O autor, em sua monumental obra "IPPF: a multinacional da morte", que tive a honra de traduzir para o português[2], já fazia questão de advertir os leitores contra o emprego de termos cunhados pela cultura da morte. Entre eles estava a expressão "planejamento familiar"[3], sistematicamente evitada pelo Santo Padre e pela Cúria Romana, mas amplamente usada por sacerdotes, bispos e até por Conferências Episcopais. Em vez de "planejamento familiar" (que inclui aborto, esterilização e anticoncepção), os católicos devem falar em paternidade responsável, um termo caro ao Magistério da Igreja, que significa não só o espaçamento dos filhos (por razões graves e com respeito à lei moral), mas também a abertura à bênção de uma família numerosa[4].

Em seu livro sobre "gênero" a ser lançado no Brasil, Jorge Scala alerta mais uma vez que o jogo de palavras dessa ideologia não é inocente. Segundo a "ideologia de gênero", não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ser humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. "Gêneros" são papéis socialmente construídos. Como não existe uma masculinidade e feminilidade naturais, cada um pode "desconstruir" o papel que lhe foi imposto por convenção social. Surge assim a liberdade de "casar-se" com uma pessoa do mesmo sexo e a exigência de o Estado reconhecer essa forma de "família". Se não existe uma vocação da mulher à maternidade, pode-se falar no direito a "interromper a gravidez", colocado entre os "direitos sexuais e reprodutivos". Homossexualismo, transexualismo, travestismo, adoção de crianças por duplas homossexuais, prostituição, pedofilia e aborto são algumas das tristes consequências dessa ideologia.

felipe de biase disse...

(continua)Além da palavra "gênero", Jorge Scala faz uma lista de locuções habilmente usadas para manipular a linguagem: opção sexual, igualdade sexual, direitos sexuais e reprodutivos, saúde sexual e reprodutiva, igualdade e desigualdade de gênero, "empoderamento" da mulher, "patriarcado", "sexismo", cidadania, "direito ao aborto", gravidez não desejada, "tipos" de família, "androcentrismo", "casamento homossexual", sexualidade polifórmica, "parentalidade", "heterossexualidade obrigatória" e "homofobia". "Como se pode ver - prossegue o autor - trata-se de uma nova linguagem, de características esotéricas, cuja função é assegurar a confusão". É digno de nota como ele adverte-nos sobre o perigo de usar a palavra "heterossexual":

Devo confessar ao leitor que não sou "heterossexual". Na realidade os "heterossexuais" não existem. Explico-me: sou apenas homem, sem nenhum acréscimo porque qualquer um deles é desnecessário. Todos nós, seres humanos, podemos ser apenas homens ou mulheres, em relação à sexualidade. Não existe nenhum "terceiro sexo". É verdade que existem pessoas com anomalias sexuais de diversos tipos. Isto é verdade. Entre tais anomalias, existem algumas de origem biológica, como o hermafroditismo; e outras de origem psíquica, como a homossexualidade, o lesbianismo, o travestismo etc.. Portanto, quem utiliza o termo "heterossexual" para contrapô-lo a "homossexual", está afirmando, implicitamente, que ambas as categorias são igualmente válidas e opcionais; por isso, alguns escolheriam ser "heterossexuais" e outros "homossexuais". A realidade é o contrário: a normalidade física e psíquica em matéria de sexualidade tem apenas duas versões: mulher e homem. Então, a "heterossexualidade" não existe. Do mesmo modo que ninguém pensa em chamar uma pessoa de "não leproso" ou "não diabético", por contraposição a um "leproso" ou a um "diabético". É tão absurdo quanto incorreto falar de "heterossexuais". Esse vocábulo não é inocente, ainda quando a maioria das pessoas utiliza o termo sem perceber que está sendo manipulada semanticamente.

É preocupante ver como no Brasil os cristãos têm-se deixado cair nas armadilhas da linguagem de "gênero". Diz-se, sem mais, que a Igreja é contrária à "discriminação" aos homossexuais.

Ora, isso não é exato. O Catecismo da Igreja Católica teve o cuidado de distinguir: "evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta" (n.º 2358). O texto supõe, portanto, que a Igreja admite discriminações justas para com os homossexuais. E de fato admite. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado (o que vale também para qualquer outro pecado grave). Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.

De modo semelhante, um cristão não deve dizer que se opõe à "homofobia", pois este vocábulo pejorativo foi criado para designar as discriminações justas[5].

felipe de biase disse...

Diferenças naturais entre os sexos

Para combater a ideologia de gênero, Jorge Scala mostra as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher, que são "dois modos diferentes de encarnar a humanidade".

A mulher tem uma capacidade inata de dar atenção, o que a torna mais predisposta a dar aulas a crianças pequenas. Esse dom inato permite que várias mulheres falem simultaneamente, prestem atenção e respondam a cada uma das interlocutoras. Um homem submetido a essa "pressão" em pouco tempo começa com enxaqueca.

O homem tem maior capacidade de concentração, o que torna para ele muitas vezes mais fácil a demonstração de um difícil teorema matemático.

Com relação à percepção visual, a mulher capta os detalhes; o homem tem uma visão de conjunto. A visão estratégica, a capacidade de síntese, o amor a toda a humanidade - desconsiderando em parte o próximo -, a paixão pela coisa pública são atitudes varonis. Ao contrário, a percepção sensível e amorosa de um dos detalhes, o interesse autêntico pelo próximo e o tornar acolhedores os espaços físicos que ocupa são modos femininos de se relacionar com o ambiente.


Diante de um fato externo - qualquer que seja ele - a mulher reage de forma integrada, isto é, capta-o simultaneamente com sua inteligência, sua vontade e seus afetos. O homem reage primeiramente de forma racional, colocando os sentimentos e a vontade como que entre parênteses. Isso lhe possibilita analisar com frieza fatos comoventes, sem que signifique insensibilidade.

O que é ser homem e o que é ser mulher?

Identificar o ser mulher com a maternidade é algo execrado pelas feministas de gênero. Em 31/01/2000, o Comitê sobre e Eliminação da Discriminação contra a Mulher criticou a Bielo-Rússia (ou Belarus) por ter reintroduzido símbolos como o "Dia das Mães" e o "Prêmio das Mães", o que foi visto como "um encorajamento aos papéis tradicionais das mulheres". O mesmo Comitê propôs a "introdução da educação de direitos humanos e de gênero" como remédio para essa "estereotipação"[6]. No entanto, Jorge Scala afirma que o que define cada um dos sexos é justamente sua vocação procriadora:

Em definitivo, ser mulher é a maternidade e ser homem é a paternidade. Ora, isto deve ser entendido em um sentido antropológico. É, portanto, independente do fato de terem sido mãe ou pai biológicos.

E o que é a maternidade ou - o que dá no mesmo - o que é a mulher? A maternidade é a qualidade inata pela qual as mulheres sempre acolhem outros seres humanos - especialmente os entes queridos. E isto implica duas coisas: 1º) que elas estão sempre presentes - transcendendo até a distância física da separação; e 2º) que essa presença significa incondicionalidade absoluta em relação ao outro - em especial ao filho.

[...]

E o que é a paternidade ou - o que é equivalente - o que é o homem? A paternidade é a missão masculina que consiste em encarnar a autoridade. Para isso deve dar - sempre e sem exceções - o bom exemplo, fazendo o que deve ser feito em cada situação, ainda que isso signifique, muitas vezes, sofrer um prejuízo ou padecer uma injustiça.

Essa lição é particularmente oportuna neste momento em que o Supremo Tribunal Federal, seguindo a ideologia de gênero, reconheceu como "família" as uniões de pessoas do mesmo sexo, totalmente fechadas à procriação e à complementação homem-mulher.

felipe de biase disse...

Pré-escola da Suécia proíbe que crianças sejam tratadas como meninos e meninas
THADDEUS BAKLINSKI | 28 JUNHO 2011
INTERNACIONAL - EUROPA

Não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre "maneiras modernas de brincar".

ESTOCOLMO, Suécia, 27 junho de 2011 (Notícias Pró-Família) - Em conformidade com um currículo escolar nacional que busca combater a "estereotipação" dos papéis sexuais, uma pré-escola do distrito de Sodermalm da cidade de Estocolmo incorporou uma pedagogia sexualmente neutra que elimina completamente todas as referências ao sexo masculino e feminino.

Os professores e funcionários da pré-escola "Egalia" evitam usar palavras como "ele" ou "ela" e em vez disso se dirigem aos mais de 30 meninos e meninas, de idades variando entre 1 e 6 anos, como "amigos".

"A sociedade espera que as meninas sejam garotinhas gentis e elegantes, e que os meninos sejam viris, duros e expansivos", Jenny Johnsson, uma professora de 31 anos na escola que é sustentada por impostos dos trabalhadores suecos, disse para o jornal Daily Mail. "Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica de ser quem quer que eles queiram ser". A diretora Lotta Rajalin disse para a Associated Press que a escola contratou um "pedagogo de diversidade sexual" para ajudar os professores e funcionários a remover as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta, indo ao ponto de garantir que os jogos infantis de blocos Lego e outros brinquedos de montagem sejam mantidos próximos aos brinquedos de utensílios de cozinha a fim de evitar que algum papel sexual tenha preferência.
Os pronomes suecos "han" e "hon" (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra "hen", um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais.

"Nós usamos a palavra 'Hen' por exemplo, quando um médico, policial, eletricista ou encanador, etc., está vindo à pré-escola", disse Rajalin. "Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: 'Hen está vindo aqui lá pelas 14h'.

Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas".

Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre "maneiras modernas de brincar".

"Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas estão brincando de casinha e o papel de mãe já foi pego por uma e elas começam a disputar", disse Rajalin. "Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante".

Contudo, nem todos os pais suecos estão apoiando a agenda de seu país que está eliminando os papéis sexuais.

"Diferentes papéis sexuais não são problemáticos enquanto têm valor igual", Tanja Bergkvist disse para a Associated Press, denunciando o que ela chamou de "loucura da diversidade sexual" na Suécia.

felipe de biase disse...

Os pronomes suecos "han" e "hon" (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra "hen", um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais.

"Nós usamos a palavra 'Hen' por exemplo, quando um médico, policial, eletricista ou encanador, etc., está vindo à pré-escola", disse Rajalin. "Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: 'Hen está vindo aqui lá pelas 14h'.

Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas".

Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre "maneiras modernas de brincar".

"Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas estão brincando de casinha e o papel de mãe já foi pego por uma e elas começam a disputar", disse Rajalin. "Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante".

Contudo, nem todos os pais suecos estão apoiando a agenda de seu país que está eliminando os papéis sexuais.

"Diferentes papéis sexuais não são problemáticos enquanto têm valor igual", Tanja Bergkvist disse para a Associated Press, denunciando o que ela chamou de "loucura da diversidade sexual" na Suécia.

Bergkvist comentou que aqueles que estão promovendo a igualdade entre os sexos com iniciativas que demolem os papéis sexuais "dizem que há uma hierarquia onde tudo o que os meninos fazem recebe importância mais elevada, mas fico pensando: quem é que decide o que é que tem valor mais elevado? Por que há um valor mais elevado em brincar com carros?"

Bergkvist, que é uma crítica eloquente da promoção que o Estado faz de uma estrutura sexualmente neutra nas escolas e de ambientes acadêmicos focados em estudos de diversidade sexual, comentou em seu blog como exemplo da "loucura da diversidade sexual" no país que o Conselho de Ciências da Suécia, que é sustentado pelo governo, deu uma verba de 80 mil dólares para bolsas de estudos de pós-doutorado para pesquisas no "trompete como símbolo de diversidade sexual".

felipe de biase disse...

Metáfora punitiva

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial) , 23 de maio de 2007



O dicionário Longman's, um dos mais atualizados da língua inglesa, define “homofobia” como “medo e ódio aos homossexuais”. O termo foi introduzido no vocabulário do ativismo gay pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin's Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.

Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.

O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais.

No entanto, é precisamente isso o que o termo significa quando aplicado ao Papa, ao deputado Clodovil Hernandez ou a qualquer outro cidadão de bem, hetero ou homo, que sem nem pensar em agredir um homossexual se limite a expressar educadamente suas reservas, já não digo nem quanto ao homossexualismo em si, mas simplesmente quanto às pretensões legiferantes do movimento gay . Em seu livro A History of Homophobia , que pode ser lido na internet , o ensaísta Rictor Norton, um apologista da homossexualidade, é bem franco sob esse aspecto: “Com muita freqüência, a palavra ‘homofobia' é apenas uma metáfora política usada para punir.”

felipe de biase disse...

“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gay será punida com pena de prisão.

A gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”. Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.

Se as vítimas dessa fraude não reagirem contra ela, acabarão indo para a cadeia por motivos metafóricos.

felipe de biase disse...

A justiça de Nero

Olavo de Carvalho
O Globo, 24 de julho de 2004



Quando pessoas supostamente ofendidas pelas palavras de um articulista se reúnem para mover um processo contra ele, pode ser que tenham intenção legítima. Quando, porém, planejam a instauração simultânea de milhares de processos separados, então o intuito, claramente, é o de arruinar a vida do réu, paralisar pelo terror quem pense como ele e, sobretudo, pressionar a opinião pública. No caso do bombardeio de ações judiciais arquitetado pelo movimento gay contra Dom Eugênio de Araújo Sales, a Defensoria Homossexual de São Paulo não esconde seu propósito de utilizar a justiça como instrumento de coação. "Na Argentina esse procedimento funcionou muito”, afirma um dos promotores da iniciativa: “Os grupos escolhiam cerca de cinco inimigos (julgados ‘homofóbicos') e abriam processos dizendo-se pessoalmente ofendidos. Isso fez o Legislativo enxergar a comunidade como um grupo muito bem articulado para prejudicar a imagem dos políticos e do país.” Não se trata, pois, de uma legítima reparação de danos, e sim de um ato publicitário destinado a chantagear um terceiro.

Mas isso não é tudo.

O que Dom Eugênio escreve é o que está na Bíblia, é o que a Igreja vem repetindo há dois mil anos e o judaísmo há cinco mil. São idéias que educaram a espécie humana e criaram civilizações inteiras. Ele não inventou nada disso e não aderiu a isso por diversão nem cobiça. Aderiu porque acreditava que as lições da Bíblia eram para o bem da humanidade, que justificavam uma vida de esforços ascéticos e o supremo sacritífio do celibato.

Já seus detratores falam em nome do que? Do homossexualismo. Que é homossexualismo? É uma “opção”, como eles mesmos dizem, um modo entre outros de obter gratificação sexual. Afeição entre indivíduos do mesmo sexo não configura homossexualismo. Este só entra em cena quando ao menos um dos envolvidos vê o corpo do outro como objeto de desejo e sonha em entregar-se com ele a práticas homoeróticas. Mesmo supondo-se que essas práticas sejam perfeitamente decentes, ninguém pode alegar que se dedica a elas por abnegação, por idealismo ou por qualquer outra razão meritória. Ninguém faz essas coisas para dar de comer aos pobres, amparar os aflitos, socorrer os doentes ou dar aos moribundos a esperança da ressurreição – ninguém as faz por aquelas razões que levam um ser humano a tornar-se padre, rabino, pastor. Faz porque acha gostoso, e ponto final. E toda escolha de gosto implica, como corolário incontornável, a liberdade de não gostar. A liberdade de achar ruim, feio e repugnante aquilo que os homossexuais acham bom e lindo e delicioso. Por definição, o que é objeto de desejo para um pode ser motivo de repulsa para outro. Querem ver?

felipe de biase disse...

“Um nojo. Uma aberração. Me dá vômito. Por que não vão fazer isso em outro lugar? Não vim aqui para ver uma coisa dessas.” Se você dissesse isso de dois barbudos vistos aos beijos e afagos num shopping center , diante de velhinhas e crianças, não escaparia de ser denunciado como criminoso. No caso citado, não há perigo de que isso aconteça: colhi essas palavras num site de homossexuais, proferidas contra as travestis e transexuais que pretendiam -- audácia! -- ser admitidas no recinto sacrossanto das saunas gays , ofendendo a delicada sensibilidade visual dos homossexuais ortodoxos. Comentando a disputa, o sr. Luiz Mott, do Grupo Gay da Bahia, afirma que ambos os lados são “igualmente respeitáveis”. A expressão de repulsa, como se vê, é uma atitude decente quando brota da preferência sexual. Se vem de convicções morais ou do amor a Deus, é um crime.

Por absurda que seja essa situação, ela não é uma novidade na História. No tempo de Nero e Calígula, as diversões homossexuais dos imperadores estavam sob a proteção da lei, enquanto o cristianismo e o judaísmo mal eram tolerados.

Esse padrão de julgamento ainda não é instituição no Brasil, mas o critério moral que o inspira já é dominante na nossa cultura. Quando uma nova moral se dissemina entre as classes letradas, tornar-se lei é apenas questão de tempo. Ainda viveremos sob a justiça de Nero.

Edson disse...

Quem se preocupa muito com isso é porque tem uma coisa enrustida nela.

Anônimo disse...

edsom suas palavras tem o valor de um peido