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| D.Pedro II |
PARTE 1
Uma
série que fala sobre a falta de água em Vitória desde o período Imperial.
BARRAGEM
DO RIO NATUBA
Tão
premente era a necessidade de água potável, que o Imperador Dom Pedro II, ao
visitar a cidade, em dezembro de 1859, contribuiu com um conto de réis para a
solução do problema.
Um
açude de água potável passou a ser o pleito mais frequente da Câmara ao
Governo, indicando as águas do Riacho Natuba como as melhores. O engenheiro
Feliciano Rodrigues da Silva foi designado para escolher o local adequado.
Em
1859, nova representação da Câmara expõe, com veemência: “Os cofres da
municipalidade não podem comportar as despesas dessa obra, portanto a
solicitamos desse governo. Esperamos seja este o último verão que tenhamos
penúria d’água”. Tudo em vão.
Novos
e continuados apelos levam, afinal, o Governo a incluir no orçamento provincial
(n°41 do art. 13 da Lei Provincial N°596, de 13 de maio de 1864), a verba de
cinco contos de réis para o serviço de água da Vitória, o que induz a Câmara a,
em 18 de janeiro do ano seguinte, lembrando ao Governo haver duas dotações (a
do Imperador e a do orçamento), pedir-lhe um engenheiro pra fazer os estudos
necessários, indicando “O lugar denominado Vertente da Agonia, no leito do
Riacho Natuba, como o mais apropriado para a tomada das águas”.
Continua...
Fonte:
História da Vitória de Santo Antão-Volume 3
Autor:
Professor José Aragão
Postado por Johnny Retamero
Postado por Johnny Retamero
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