O terror vivido pelas populações fluminense e paulista em decorrência das enchentes dos últimos dias só faz os pernambucanos rememorarem um passado recente. Com a preocupação de quem já viveu uma verdadeira tragédia no seu território, o estado, mesmo estando tranquilo em relação à previsão do tempo para as próximas semanas, já se prepara para evitar que as lembranças se tornem novamente realidade.
A recém-criada Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), subordinada à Secretaria de Recursos Hídricos, anunciou que uma Sala de Situação (para o monitoramento do clima) será construída até o fim de março, antes do período mais chuvoso em Pernambuco. Os investimento chegam a R$ 1 milhão.
A diretoria de Regulação e Monitoramento da Apac, Suzana Negromonte, afirmou que na Sala de Situação o clima do estado será monitorado em tempo real, fato que ainda não acontece atualmente. Os rios e barragens pernambucanas serão estudados através de 32 Plataformas de Coleta de Dados (PCD)espalhadas por todo o estado. ´Os dados serão transmitidos por satélite ou celular em tempo real para a nossa central, que poderá se antecipar, acionando a Codecipe e evitando desastres`, disse Suzana Negromonte.
A Agência Nacional de Águas está repassando para Pernambuco vários equipamentos que ajudarão nesse monitoramento. Dentre eles, os PCDs, carros, barcos, computadores com sistema de transmissão, dentre outros. Além disso, a Apac está fazendo um convênio com a Fundação Cearense de Metereologia para viabilizar a aquisição de um radar que custa entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões. O equipamento ajuda ainda mais na previsão do tempo.
Segundo a coordenadora do Laboratório de Meteorologia de Pernambuco (Lamepe), Francis Lacerda, o estado necessita desse sistema de alerta para enchentes, semelhante ao que está sendo planejado pela Apac. ´Atualmente, temos condições de fazer previsões meteorológicas e monitoramentos, mas não antecipar desastres ambientais. Fazer esse tipo de previsão requer uma equipe inteira com geotécnicos e novos equipamentos, por exemplo`.
Em relação ao radar que a Apac está tentando viabilizar, a coordenadora do Lamepe informou que o aparelho, que o estado ainda não possui, ajuda a identificar a quantidade exata de água que está chovendo em tempo real. Além disso, com o equipamento também é possível acompanhar o deslocamento da massa e o seu poder de precipitação.
´Você pode pegar o exemplo da Austrália, que está vivendo uma catástrofe, mas com poucas mortes, pois possui sistema de alerta eficiente`. Na Austrália, morreram até agora 35 pessoas. Enquanto, no Rio de Janeiro, por exemplo, que não possui um sistema de alerta, já são mais de 400 mortes.
Do Diario de Pernambuco
A diretoria de Regulação e Monitoramento da Apac, Suzana Negromonte, afirmou que na Sala de Situação o clima do estado será monitorado em tempo real, fato que ainda não acontece atualmente. Os rios e barragens pernambucanas serão estudados através de 32 Plataformas de Coleta de Dados (PCD)espalhadas por todo o estado. ´Os dados serão transmitidos por satélite ou celular em tempo real para a nossa central, que poderá se antecipar, acionando a Codecipe e evitando desastres`, disse Suzana Negromonte.
A Agência Nacional de Águas está repassando para Pernambuco vários equipamentos que ajudarão nesse monitoramento. Dentre eles, os PCDs, carros, barcos, computadores com sistema de transmissão, dentre outros. Além disso, a Apac está fazendo um convênio com a Fundação Cearense de Metereologia para viabilizar a aquisição de um radar que custa entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões. O equipamento ajuda ainda mais na previsão do tempo.
Segundo a coordenadora do Laboratório de Meteorologia de Pernambuco (Lamepe), Francis Lacerda, o estado necessita desse sistema de alerta para enchentes, semelhante ao que está sendo planejado pela Apac. ´Atualmente, temos condições de fazer previsões meteorológicas e monitoramentos, mas não antecipar desastres ambientais. Fazer esse tipo de previsão requer uma equipe inteira com geotécnicos e novos equipamentos, por exemplo`.
Em relação ao radar que a Apac está tentando viabilizar, a coordenadora do Lamepe informou que o aparelho, que o estado ainda não possui, ajuda a identificar a quantidade exata de água que está chovendo em tempo real. Além disso, com o equipamento também é possível acompanhar o deslocamento da massa e o seu poder de precipitação.
´Você pode pegar o exemplo da Austrália, que está vivendo uma catástrofe, mas com poucas mortes, pois possui sistema de alerta eficiente`. Na Austrália, morreram até agora 35 pessoas. Enquanto, no Rio de Janeiro, por exemplo, que não possui um sistema de alerta, já são mais de 400 mortes.
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