PMDB discute 2014
A executiva nacional do PMDB
convocou a direção do partido em Pernambuco para uma reunião na próxima
terça-feira, em Brasília. A pauta é o maior suspense, mas o blog apurou que
consta de dois itens: palanque para Dilma e a necessidade de lançar candidato
próprio a governador.
Neste sentido, o presidente
nacional do PMDB, Valdir Raupp (RO), deixa transparecer uma forte simpatia pelo
nome do prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio. Uma das principais lideranças do
partido no Estado, Lóssio tem como trunfo a façanha de ter derrotado o
candidato a prefeito no município apoiado pelo governador Eduardo Campos.
E não era um simples candidato!
Lóssio derrotou Fernando Bezerra Filho, herdeiro político do ministro da
Integração, Fernando Bezerra. Que contou também com o apoio do deputado federal
Gonzaga Patriota, que indicou o filho para vice na chapa do socialista.
O prefeito impôs um revés também
ao PT, que disputou em faixa própria com a candidatura do deputado Odacy
Amorim, ex-prefeito. Lóssio é, portanto, um dos grandes vitoriosos das eleições
municipais de 2012. Mas seu nome ainda não rompeu a fronteira do São Francisco
para ser encarado como alternativa majoritária.
Sendo assim, durante a reunião,
não será surpresa se outro nome vier a ser ventilado. Fala-se no ministro
Fernando Bezerra, desafeto de Lóssio, que estaria em namoro com o PMDB e não
com o PT, como se especula.
Em política, tudo é possível, mas
a alternativa Fernando provocaria um grande racha no partido no Estado, hoje
hegemônico sob o poder do senador Jarbas Vasconcelos, que tem compromisso em
levar a legenda para o palanque do candidato da coligação de Eduardo.
GOROU! – O governador Eduardo
Campos e o presidente da Força Sindical, Paulinho Pereira, estão rindo a toa: o
Governo já deu o braço a torcer nas dificuldades para votar a MP dos Portos. A
cúpula do PMDB no Senado fez chegar aos ouvidos da presidente Dilma o impasse
na base para votar a matéria. Tudo porque existe um profundo descontentamento
com o Governo. O Governo já trabalha com plano B: enviar projeto de lei.
Na patada -
O que se ouve em Brasília é que ninguém da base governista tolera mais a convivência com a presidente Dilma. Senadores, deputados federais e até ministros reclamam que a gerentona trata a moçada na paulada e que carinho e atenção na existem no seu vocabulário.
O que se ouve em Brasília é que ninguém da base governista tolera mais a convivência com a presidente Dilma. Senadores, deputados federais e até ministros reclamam que a gerentona trata a moçada na paulada e que carinho e atenção na existem no seu vocabulário.
Saia justa - Ao voltar a
Pernambuco, ontem, para mais um périplo na área da seca, o ministro da
Integração, Fernando Bezerra Coelho, assistiu manifestações dos prefeitos em
favor da candidatura de Eduardo ao Planalto. Uma saia justa, porque o ministro
tem defendido a tese de que o governador se preserve para 2018 e apoie de
imediato à reeleição de Dilma.
Unidos para sempre - O prefeito
de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), e o deputado Odacy Amorim (PT), adversários
na campanha passada, andam falando a mesma língua. Lóssio aceitou sugestão do
petista, ontem, para construir uma praça de alimentação na Avenida 7 de
Setembro, naquela cidade, para atender aos comerciantes que tiveram os barracos
destruídos há cerca de 15 dias.
Sai adutora
O senador Armando
Monteiro Neto comemorou, ontem, o anúncio do ministro Fernando Bezerra (Integração)
garantindo os recursos para construção de uma adutora em Arcoverde e a
perfuração de dois poços na bacia do Jatobá, em Ibimirim. Os pleitos haviam
sido encampados pelo senador em audiência com o ministro em companhia dos
respectivos prefeitos.
CURTAS
VIOLÊNCIA – A violência no Sertão
preocupa. Virou rotina no Pajeú a explosão de caixas eletrônicos, como em
Calumbi, Tuparetama e Triunfo. Ontem, foi pior: uma agência dos Correios foi
arrombada em Carnaíba e um supermercado assaltado em Flores. Chegou a hora de
reforçar a polícia no Sertão!
APAGÃO– A Celpe não se corrige: a
Câmara de Jaboatão dos Guararapes ficou sem sessão ontem por causa de um
apagão, o que vem ocorrendo em todo o Estado, principalmente depois das chuvas.
A privatização piorou os serviços da Celpe e só fez elevar a conta de energia.
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