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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

PARTIDOS INJETARAM QUASE R$ 61 MILHÕES EM CAMPANHAS DE SEUS ALIADOS EM 2012

Bruno Boghossian - O Estado de S.Paulo

www.joicehasselmann.com.br

Os partidos brasileiros pagaram quase R$ 61 milhões para financiar campanhas de outras siglas nas eleições municipais de 2012. O dinheiro foi repassado por diretórios e comitês partidários para ajudar candidatos de legendas aliadas. Na maior parte dos casos, partidos que tinham candidatos a prefeito fizeram pagamentos para as campanhas a vereador das siglas que os apoiavam.


O Estado analisou 1.625 repasses acima de R$ 100 mil feitos pelos partidos nas eleições do ano passado e identificou 211 transferências entre as legendas – os demais repasses foram parar em contas de candidatos da mesma sigla que fez o pagamento. As transferências interpartidárias somam R$ 60,9 milhões, o que representa 5,9% do total de R$ 1 bilhão que circulou nesse universo. Os repasses são legais e foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a campanha.


O PT foi quem transferiu mais dinheiro a aliados: R$ 18,5 milhões. Em São Paulo, o PT repassou quase R$ 6 milhões às campanhas de vereadores dos três partidos que apoiavam Fernando Haddad: PP (R$ 3 milhões), PC do B (R$ 2,1 milhões) e PSB (R$ 850 mil). Os repasses do PT beneficiaram siglas como o PP do Recife, que apoiava o petista Humberto Costa na disputa pela prefeitura e recebeu R$ 1,3 milhão.


Petistas também deram quase R$ 2 milhões para ajudar a eleger Gustavo Fruet (PDT) em Curitiba – a vitória de Fruet era considerada importante para a disputa pelo governo do Paraná em 2014, quando o PDT deve apoiar os petistas Gleisi Hoffman ou Paulo Bernardo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Oposição protesta com pizzas: ‘Palocci, Luiz Garçom e MPs'

Blog do Noblat
Senadores da oposição protestaram há pouco no cafezinho do plenário do Senado com pizzas que nomearam de Palocci, Luiz Garçom Sérgio e MPs.
“São homenagens às pizzas do momento. Antes se terminava em pizza agora se começa com pizza”, disse senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
A primeira pizza se refere as inúmeras tentativas frustrada da oposição de convocar o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para prestar esclarecimento sobre a evolução do patrimônio.
A segunda é sobre a atuação do ministro de Relações Institucionais, Luiz Sergio.
E por último, a pizza da MP é uma critica à quantidade de medidas provisórias encaminhadas ao Congresso e às mudanças que os senadores tentam emplacar na tramitação das mesmas.
Entre essas mudanças estudadas está a criação de uma comissão que analisará a sobre o pedido de urgência da materia podendo rejeitá-la ou não.
A presidente Dilma é contra essa medida que limita os poderes do Executivo.
Questionados sobre o sabor das pizzas, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) brincou: “A qualidade será examinada pelo Ministério Público”.
Também participaram do movimento o líder do PSDB, Alvaro Dias (PR), e os senadores Mario Couto (PSDB-PA), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Demóstenes Torres (DEM-GO).

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Marco Maciel é pressionado a escolher DEM ou Kassab

Marco Maciel fazedo campanha para Elias em 1982

A nomeação do presidente do Conselho Político do DEM, o ex-vice presidente da República Marco Maciel, para cargos em conselhos de empresas da Prefeitura de São Paulo causou desconforto dentro do DEM. Apesar de o presidente da legenda, José Agripino, dizer não desconfiar da postura do colega, parlamentares do partido defendem uma pressão para forçar Maciel a escolher entre o DEM e o prefeito Gilberto Kassab, que deixou a legenda para fundar o PSD.

Marco Maciel receberá salário de R$ 12 mil para participar de uma reunião por mês dos conselhos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Turismo (SPTuris). O ex-vice-presidente é ligado ao grupo de Jorge Bornhausen, que na semana passada também anunciou seu desligamento do DEM.

Integrantes do DEM reagiram pedindo que a cúpula do partido pressione Maciel a decidir se ficará com a legenda ou com Kassab. “Não dá para ficar com um pé em cada canoa. Ele tem que se decidir”, disse um parlamentar.
Fonte: Agência Estado

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dinheiro das empreiteiras é o grande suporte dos partidos

Do Blog do Magno
As empreiteiras lideram o ranking das empresas doadoras de recursos para os diretórios nacionais de partidos no ano passado, quando foram disputadas eleições para a Presidência da República, governos estaduais, Senado e câmaras federal, estaduais e distrital. Segundo o jornal Correio Braziliense, os dados são do Tribunal Superior Eleitoral. Juntos, PT, PSDB, PMDB e DEM receberam R$ 391,1 milhões do setor privado. O campeão em arrecadação foi o PT, com R$ 176,8 milhões.

A Construtora Andrade Gutierrez foi a mais generosa. Figura no topo dos principais doadores. O maior beneficiado pela empreiteira é o PMDB, com R$ 20,4 milhões. Em seguida, vem o PSDB, com R$ 15 milhões. O PT, que venceu as eleições para a Presidência com o PMDB de vice, ficou em terceiro, com R$ 11,9 milhões.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Advogado diz ser "desnecessária" prisão de promotora suspeita de envolvimento no mensalão do DEM


Débora Guerner

Promotora é acusada de atrapalhar as investigações sobre o mensalão do DEM

Priscilla Mendes, do R7, em Brasília
O advogado de defesa de Débora Guerner, promotora suspeita de participar do mensalão do DEM, disse nesta quinta-feira (21) que a prisão de sua cliente e do marido, Jorge Guerner, é “desnecessária”. Débora recebeu visita do advogado, Pedro Paulo Medeiros, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde está presa desde ontem. 

- Não há nenhuma necessidade de prisão preventiva. Uma coisa são as acusações que todos dizem, outra coisa é a necessidade de prisão preventiva. São coisas absolutamente distintas. 


A defesa de Débora entrou nesta quarta-feira (20) com pedido de soltura do casal, mecanismo chamado juridicamente dehabeas corpus, porém foi negado pelo ministro João Otávio Noronha, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), na manhã de hoje. A promotora foi presa ontem sob a alegação de estar atrapalhando as investigações da Polícia Federal. O Ministério Público Federal suspeita que ela vem forjando insanidade mental para se livrar das acusações. Há ainda a possibilidade, segundo os procuradores, de que o casal esteja planejando fugir para a Itália. 


Medeiros diz que não há motivos para a Justiça acreditar que o casal planeja deixar o país. Ele ainda aposta na revogação da prisão. - Na segunda-feira nós iremos nos dirigir à própria desembargadora, doutora Mônica, e conversar e mostrar que não há qualquer demonstração de que os acusados iriam fugir do país ou que estariam atrapalhando a investigação. Conversando, esperamos que ela revogue a prisão. 


O pedido de soltura será analisado outra vez pelo STJ na semana que vem. Segundo Medeiros, a desembargadora que determinou a prisão, Mônica Sifuentes, enviará mais informações sobre o caso ao tribunal.- Na verdade, o habeas corpus ainda não foi indeferido. O ministro plantonista indeferiu porque entendia que carecia de mais informações. Tão logo cheguem as informações, o ministro irá apreciar de fato a liminar. 

Medeiros disse que a promotora está sendo “bem cuidada” pela Polícia Federal e que o casal está “abalado, mas não mais que isso”. Como não há celas na Superintendência da PF, Débora e Jorge estão detidos em salas separadas, semelhantes à que abrigou por dois meses o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (ex-DEM), quando foi preso em decorrência da operação Caixa de Pandora.


Acusação 


A promotora é suspeita de atuar junto ao ex-procurador-geral de Justiça do Distrito Federal Leonardo Bandarra para proteger o ex-governador José Roberto Arruda. A principal acusação é de que teriam exigido R$ 2 milhões para ocultar vídeo em que o ex-governador Arruda recebe um maço de dinheiro do delator do esquema, o ex-secretário Durval Barbosa. 


Em um vídeo divulgado pela PF, Bandarra e Guerner aparecem na casa da promotora possivelmente discutindo o andamento do pedido de propina. Em outro trecho, o marido de Deborah coloca maços de dinheiro em um cofre. Após uma operação de busca e apreensão na casa, a polícia encontrou o cofre enterrado no quintal. No dia 6 de abril, o CNPM (Conselho Nacional do Ministério Público) suspendeu o julgamento que analisaria a demissão de Deborah e Bandarra dos quadros do Ministério Público pelos crimes de violação de sigilo funcional, recebimento de propina e tentativa de acha que. Agora, o caso deve ser novamente avaliado no dia 17 de maio.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Comércio Varejista ganha representante na ALEPE

O deputado Tony Gel (DEM) vai presidir a Frente Parlamentar do Comércio Varejista de Pernambuco que será instalada nesta quarta-feira, às 16h, no auditório do anexo da Assembleia Legislativa.

Segundo ele, “a Frente preenche um vazio muito grande porque os comerciantes, lojistas, micro e pequenos empresários desse segmento representam 60% do Produto Interno Bruto do País e não tinham uma representação em nível  estadual. Aqu, em Pernambuco, contamos com o apoio efetivo da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas, que congrega as CDL’s de todas as regiões de Pernambuco".

As principais bandeiras de luta dessa frente são: normatização do uso do cartão de crédito, cujo principal objetivo é permitir preços diferenciados nas vendas à vista e a prazo; o Cadastro Positivo para clientes bancários adimplentes; discussão da Lei do cheque, cuja intenção é valorizar o uso do cheque no comércio, atribuindo maior responsabilidade ao setor financeiro.

Fonte: ALEPE

terça-feira, 22 de março de 2011

Deputado chama ministro do STF Joaquim Barbosa de ‘moreno escuro’

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Joaquim Barbosa











Por Robson Bonin, no G1

O deputado federal Júlio Campos (DEM-MT) provocou constrangimento na reunião da bancada do partido na Câmara nesta terça-feira (22) ao chamar de “moreno escuro” o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa.

Campos lançou mão da expressão ao criticar a eficácia do foro privilegiado destinado às autoridades no país e defender a prisão especial para autoridades, uma das questões polêmicas em debate na reforma do Código Penal, que está prestes a ser votada na Casa.

“Essa história de foro privilegiado não dá em nada. O nosso Ronaldo Cunha Lima [ex-deputado e ex-governador da Paraíba] precisou ter a coragem de renunciar ao cargo para não sair daqui algemado, e, depois, você cai nas mãos daquele moreno escuro lá no Supremo, Aí, já viu”, afirmou Campos.

Ao G1, o deputado disse que não desdenhou do ministro nem usou a expressão "com maldade". Ele afirmou que, naquele instante, não lembrou do nome de Joaquim Barbosa.

“Eu falei: ‘o ilustre ministro moreno escuro’, que não me lembro o nome. Não foi com nenhuma maldade. Não foi desdém com ninguém. Foi porque eu não me lembrava”, justificou o deputado.

Citado por Campos, o ex-deputado Ronaldo Cunha Lima foi acusado de tentar matar o ex-governador da Paraíba Tarcísio Burity. Lima renunciou ao mandato de deputado para não ser julgado em processo que tramitava no STF justamente sob a relatoria de Joaquim Barbosa.

Campos é um dos parlamentares do DEM que cogita deixar o partido para migrar para a nova agremiação política criada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), o Partido Social Democrático (PSD).

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

No Senado, governo repete vitória fácil e salário mínimo será de R$ 545

Por ampla margem, assim como tinha acontecido na Câmara dos Deputados, a presidente Dilma Rousseff fez valer sua vontade no Senado nesta quarta-feira (23) e aprovou para este ano sua proposta de salário mínimo de R$ 545. Os governistas derrotaram duas emendas com valores maiores sugeridos pela oposição, que prometeu apelar ao STF (Supremo Tribunal Federal) para barrar o dispositivo que permitirá ao Palácio do Planalto usar decretos para aprovar os próximos aumentos.

Depois de aprovar o texto-base que fixou o reajuste do salário mínimo em R$ 545, os senadores rejeitaram emendas que elevariam o valor para R$ 600, conforme o pedido do PSDB, ou para R$ 560, de acordo com o texto do Democratas. A primeira foi rejeitada por 55 votos contra, 17 a favor e cinco abstenções. A segunda foi repelida por 54 votos --19 votaram a favor e quatro se abstiveram. Até a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), ferrenha oposicionista, chegou a apoiar a proposta dos governistas, mas na votação se absteve.

A emenda contrária à política salarial via decreto do Palácio do Planalto foi derrotada por 54 votos. Os oposicionistas, que fizeram inflamados discursos contra a medida, atraíram 20 parlamentares, enquanto três se abstiveram. Estavam ausentes na sessão os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), que se recupera de uma cirurgia, e Cyro Moreira (PSDB-GO), suplente do governador goiano, Marconi Perillo.

O projeto segue para sanção da presidente, que deve sancioná-lo até o fim do mês. Dessa forma, o mínimo de R$ 545 passa a valer a partir de março. O resultado, assim como a vitória fácil na Câmara, já era previsto pelos oposicionistas ao longo do dia. Na terça-feira, emissários do governo foram ao Senado para pressionar os parlamentares. Em seu discurso, Pedro Taques (PDT-MT), denunciou ameaças para que votasse junto dos governistas. Ele votou contra.

Os senadores aprovaram o relatório do líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), com parecer favorável aos R$ 545 defendidos pelo Executivo e com uma política de reajustes até 2015. O peemedeebista foi vaiado por representantes das centrais sindicais, presentes nas galerias e menos empolgados do que na votação na Câmara na semana passada. Os representantes dos trabalhadores, muitos deles ligados à Força Sindical, defendiam um reajuste para ao menos R$ 560 neste ano.

“Não estamos aprovando aqui um salário mínimo somente de R$ 545 para este ano, nós estamos aprovando um salário em média de R$ 620 para o ano que vem, de R$ 680 para daqui a dois anos, e por aí em diante”, afirmou Jucá.
O relator destacou logo no início de seu parecer a importância de parlamentares da base aliada, citando o senador petista Paulo Paim (RS), que trabalhou, nas palavras deles, com o governo e com as centrais sindicais para elaborar uma política de recuperação do salário mínimo. Paim defendia um reajuste de R$ 560, mas recuou nesta quarta-feira após conversa com o Planalto.

O peemedebista também frisou que não há inconstitucionalidade no texto do projeto no que se refere a colocar na proposta o termo "decreto" em vez de projeto de lei. “O projeto fixa o valor do percentual de 2012, 2013, 2014 e para o ano de 2015 e fixa também para o ano de 2011 os R$ 545 e define que este valor será definido como o Congresso está votando (...). Portanto o decreto que faz menção a esta lei, é apenas um instrumento informativo do valor determinado em lei”, justificou.



terça-feira, 4 de janeiro de 2011

2011 se inicia com gostinho de 2012 na política vitoriense

 

Foi realizada nesta segunda feira (03) no plenário da casa Diogo de Braga em Vitória de Santo Antão, a primeira Sessão Ordinária deste ano da Câmara Municipal, sessão esta que empossou o Vereador José Aglailson como novo presidente da casa para os próximos dois anos da atual legislatura.
A reunião que era tão aguardada pela população vitoriense devido aos “burburinhos” e comentários que corriam pela cidade,  que hora diziam que o Vereador  José Aglailson (PSB), não tomaria posse, hora que a eleição seria impugnada,  comentários esses que tomaram maiores proporções devido aos frequentes falas o Vereador Pedro Queiroz  (PPS), candidato derrotado na eleição para presidência da câmara.
Pois bem, o fato é que na “tarde-noite” desta segunda feira histórica na política vitoriense, tomou posse da presidência da casa Diogo de Braga o Vereador e ex-prefeito da Cidade  José Aglailson Queiralvares.
O mesmo havia se afastado do cargo durante quase toda legislatura, dando vaga ao Ex-vereador Manoel do Oiteiro (PSB),  voltou a casa em uma manobra política muito bem elaborada as vésperas da eleição para assim vencer a disputa para presidência da casa derrotando o outro candidato o Vereador Pedro Queiroz.
A mesa diretora ficou assim:
Presidente: José Aglailson (PSB)
Vice Presidente: Dr. Saulo (PSB)
Secretário: Sylvio Gouveia (PSB)
2º Secretário: André de Bau. (PMN)

Na cerimônia de posse estiveram presentes todos os vereadores da casa excerto  (como já era de se imaginar) o vereador derrotado Pedro Queiroz, alem dos parlamentares presentes o Deputado Estadual Aglailson Junior (PSB) também se fez presente na cerimônia, e até chegou a discursar por alguns instantes fazendo severas criticas como já era esperado a gestão atual.
Outro fato interessante na cerimônia foi o fato do vereador e ex-presidente da casa Mano Holanda (PMDB) que inclusive votou para eleição do atual presidente, não ter acompanhado a sessão até o seu final, Mano após cumpri as formalidades de prache se retirou da sessão.
Em seguida já com a nova mesa diretora empossada se iniciaram os discursos no plenário Diogo de Braga, sendo as mais importantes falas as dos Vereadores Geraldo Enfermeiro (PSB), que teceu duras criticas a gestão do Prefeito Elias Lira  (DEM) e também Aproveitou para cutucar o seu declarado rival que já avia se retirado o Ex-presidente Mano Holanda.
Outro a esclarecer fatos importantes inclusive o motivo de ter votado em Aglailson para Presidência foi o vereador André de Bau, na oportunidade também deixou claro que não será mais candidato ao cargo de vereador já que nas próximas eleições como ele mesmo afirmou seu pai irá voltar à disputa eleitoral André ainda brincou falando que ele esta se afastado, porem a casa Diogo de Braga já pode deixar um lugar reservado para seu Pai que certamente voltará a casa, Bau Nogueira acompanhava o discurso de seu filho da platéia.
O ultimo a ocupa a tribuna foi o Presidente da casa José Aglailson, o discurso tão aguardado pela grande quantidade de pessoas que ocupavam as galerias do plenário Diogo de Braga e também as ruas da Praça do Livramento aplaudindo e gritando gritos de ordem que hora chegavam a interromper os discursos, a fala de Aglailson foi repleta  de criticas e provocações a atual gestão do prefeito Elias Lira, Aglailson fez um discurso em tom de campanha política mesmo as próximas eleições estando a quase dois anos de acontecer, no seu pronunciamento que foi acompanhado pela bancada de oposição que estava sentada junta no fim do plenário o vereador levantou as pessoas afirmando que os seus correligionários voltarão a Prefeitura junto com ele em 2012.
A sessão foi  encerrada sendo convocada a próxima para o dia 1 de Fevereiro de 2011, em seguida as pessoas que lotavam as galerias da casa foram cumprimentar os vereadores presentes especialmente o Presidente Aglailson.









Por: Everton Alambergue.