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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Pesadelo tucano

Os tucanos não sabem o que vem pela frente, na carona da Operação Lava-Jato. Diante de recente entrevista do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), para O Globo, eles não sabem se o ministro tem bala na agulha ou está só blefando. As insinuações de possível envolvimento de tucanos no caso Petrobras os deixa inquietos.

Eles temem que o financiamento de campanhas de tucanos possa ser relacionado ao esquema das empreiteiras e diretores da estatal. O PSDB não quer ter imagem igual a do PT na opinião pública.


E lembram a atitude de Cardozo no caso do Metrô (SP), que levou ao pedido, rejeitado pelo STF, de investigação contra o ex-secretário José Aníbal.  (Ilimar Franco - O Globo)

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

PSDB vai indicar peritos para auditar sistema de votação

Coordenador da campanha de Aécio Neves (PSDB-MG) à eleição presidencial, o deputado tucano Carlos Sampaio (SP) disse hoje (5) que o partido vai indicar peritos para auditar o sistema de votação, apuração e totalização de votos das eleições de outubro. A garantia ao PSDB de acesso aos dados foi confirmada ontem (4), por unanimidade, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que rejeitou, no entanto, o pedido para formação de uma comissão pluripartidária, feito pelo partido no fim de outubro.

“[A decisão] foi 100% favorável à própria Corte que dissipou qualquer dúvida sobre o proceder dela. Se existe uma parcela da população intranquila eles disseram: vamos tranquilizar”, avaliou Sampaio que acrescentou ter clareza sobre a segurança do sistema. “Mas o sistema não está aí para se mostrar seguro para juristas e magistrados, mas para usuários e eleitores”, completou.

Segundo o parlamentar, que participa da reunião da Executiva Nacional do PSDB na Câmara, serão indicados entre três e cinco pessoas especialistas em eleições. Um dos prováveis integrantes do grupo será o especialista que participou da campanha tucana e professor de computação da Unicamp, Diego Aranha, que, em 2012, coordenou a equipe da Universidade de Brasília (UnB), que conseguiu quebrar o sigilo de voto da urna eletrônica em testes promovidos pelo TSE. “Os outros serão técnicos que o partido vai definir”, disse.

Sampaio afirmou que todas as informações serão disponibilizadas, ao final da auditoria, para qualquer partido que quiser conhecer os resultados, respeitando o que o TSE definir como informação sigilosa. A expectativa do ex-coordenador jurídico da campanha de Aécio é que a auditoria seja concluída em um mês.

Agência Brasil 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

DEPUTADOS PROTOCOLAM DENÚNCIA CONTRA EDUARDO CAMPOS NO MPPE

Do G1 PE
g1.globo.com
Três deputados da bancada de oposição da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) solicitaram ao Ministério Público Estadual que investigue a denúncia de que o governador Eduardo Campos estaria utilizando o Diário Oficial do Estado para promoção pessoal. 

A solicitação foi protocolada por Terezinha Nunes (PSDB), Betinho Gomes (PSDB) e Ramos (PMN), na tarde de terça-feira (09). Até esta quarta-feira (10), 47 das 65 capas do Diário Oficial de Pernambuco em 2013 contavam com o governador como notícia de destaque. Uma peça publicitária do governo de Pernambuco, veiculada em uma revista que circula no Rio Grande do Sul, também está sendo questionada, porque poderia ser entendida como propaganda extemporânea com conteúdo subliminar.

O Ministério Público de Pernambuco informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o pedido de investigação foi entregue às procuradoras Gerusa Torres e Maria Helena Lira, que encaminharam o documento para a assessoria da Procuradoria Geral para análise. A decisão sobre uma possível investigação ou competência do órgão em investigar o assunto só vai ser decidida junto ao procurador-geral Aguinaldo Fenelon, que está em viagem e deve retornar apenas na quinta-feira (11).

O Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, comentou o assunto em nota encaminhada pela assessoria de imprensa. "O que é publicado na parte noticiosa do Diário Oficial, desde que o mesmo existe, é apenas a cobertura jornalística dos eventos públicos nos quais o governador participa. Observe-se, ainda, que são impressos apenas 1.960 exemplares do Diario Oficial de PE, 90% dos quais distribuídos nas repartições públicas para controlar atos oficiais e decisões judiciais. Ou seja, o DO não é veículo de comunicacao de massa. Não há, portanto, nenhuma intenção de promover o governador, que, para isso, recorre a veiculos adequados e mais eficazes". Veja a íntegra da nota ao final desta reportagem.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

PARTIDOS INJETARAM QUASE R$ 61 MILHÕES EM CAMPANHAS DE SEUS ALIADOS EM 2012

Bruno Boghossian - O Estado de S.Paulo

www.joicehasselmann.com.br

Os partidos brasileiros pagaram quase R$ 61 milhões para financiar campanhas de outras siglas nas eleições municipais de 2012. O dinheiro foi repassado por diretórios e comitês partidários para ajudar candidatos de legendas aliadas. Na maior parte dos casos, partidos que tinham candidatos a prefeito fizeram pagamentos para as campanhas a vereador das siglas que os apoiavam.


O Estado analisou 1.625 repasses acima de R$ 100 mil feitos pelos partidos nas eleições do ano passado e identificou 211 transferências entre as legendas – os demais repasses foram parar em contas de candidatos da mesma sigla que fez o pagamento. As transferências interpartidárias somam R$ 60,9 milhões, o que representa 5,9% do total de R$ 1 bilhão que circulou nesse universo. Os repasses são legais e foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a campanha.


O PT foi quem transferiu mais dinheiro a aliados: R$ 18,5 milhões. Em São Paulo, o PT repassou quase R$ 6 milhões às campanhas de vereadores dos três partidos que apoiavam Fernando Haddad: PP (R$ 3 milhões), PC do B (R$ 2,1 milhões) e PSB (R$ 850 mil). Os repasses do PT beneficiaram siglas como o PP do Recife, que apoiava o petista Humberto Costa na disputa pela prefeitura e recebeu R$ 1,3 milhão.


Petistas também deram quase R$ 2 milhões para ajudar a eleger Gustavo Fruet (PDT) em Curitiba – a vitória de Fruet era considerada importante para a disputa pelo governo do Paraná em 2014, quando o PDT deve apoiar os petistas Gleisi Hoffman ou Paulo Bernardo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

SERRA DIZ QUE GOVERNO DILMA AINDA NÃO DESLANCHOU

Da Agência Estado
imagem: jb.com.br
O pré-candidato do PSDB e ex-governador de São Paulo, José Serra considerou na madrugada desta sexta-feira (2) e que o governo da presidente Dilma Rousseff ainda não "deslanchou" e avaliou que ainda não se sabe bem qual é o rumo da atual administração federal, em mais uma mostra de que os assuntos nacionais devem ser abordados na disputa à sucessão municipal.

Em entrevista ao "Jornal da Noite" da TV Bandeirantes, Serra ressaltou que, em uma campanha municipal, o eleitor quer discutir problemas municipais, mas ponderou que, caso o quadro nacional seja abordado na disputa municipal, estará pronto para discuti-lo.

"Em uma campanha, como a da cidade de São Paulo, o eleitor quer discutir os problemas da cidade", lembrou. "Agora, toda a vez que o quadro nacional tiver de entrar, eu vou estar presente informando", acrescentou Serra.


 

Ao comentar o risco da crise europeia chegar à economia nacional Serra cometeu uma gafe:

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Oposição protesta com pizzas: ‘Palocci, Luiz Garçom e MPs'

Blog do Noblat
Senadores da oposição protestaram há pouco no cafezinho do plenário do Senado com pizzas que nomearam de Palocci, Luiz Garçom Sérgio e MPs.
“São homenagens às pizzas do momento. Antes se terminava em pizza agora se começa com pizza”, disse senador Cyro Miranda (PSDB-GO).
A primeira pizza se refere as inúmeras tentativas frustrada da oposição de convocar o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para prestar esclarecimento sobre a evolução do patrimônio.
A segunda é sobre a atuação do ministro de Relações Institucionais, Luiz Sergio.
E por último, a pizza da MP é uma critica à quantidade de medidas provisórias encaminhadas ao Congresso e às mudanças que os senadores tentam emplacar na tramitação das mesmas.
Entre essas mudanças estudadas está a criação de uma comissão que analisará a sobre o pedido de urgência da materia podendo rejeitá-la ou não.
A presidente Dilma é contra essa medida que limita os poderes do Executivo.
Questionados sobre o sabor das pizzas, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) brincou: “A qualidade será examinada pelo Ministério Público”.
Também participaram do movimento o líder do PSDB, Alvaro Dias (PR), e os senadores Mario Couto (PSDB-PA), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Demóstenes Torres (DEM-GO).

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Já Nasce Grande: PSD já é o quarto maior partido na Câmara

Do Blog do Magno

Na contagem dos políticos mais próximos ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o seu PSD já tem 42 deputados na Câmara Federal. Para se ter uma idéia, o PSB, que nos planos originais iria futuramente absorver o PSD, tem 35 deputados. Ou seja, a criatura ficou maior que o criador. E, por conta disso, foram para o espaço os planos de união dos dois partidos. Na prática, PSD e PSB agora são adversários na disputa por espaços de poder. E o DEM, que hoje tem 43 deputados,  deve ficar com menos de 30 devido às defecções para o PSD, podendo cair a 25.

Os três com maior número de deputados ainda são:
  • PT — 88
  • PMDB — 79
  • PSDB — 53
O PSD nasce, então, como a quarta maior bancada da Câmara.
Mas pode se tornar a terceira.
Há quem calcule a queda do PSDB para algo entre 45 e 50 deputados. Nesse caso, o PSD se igualaria  ou poderia ultrapassar em tamanho os tucanos.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dinheiro das empreiteiras é o grande suporte dos partidos

Do Blog do Magno
As empreiteiras lideram o ranking das empresas doadoras de recursos para os diretórios nacionais de partidos no ano passado, quando foram disputadas eleições para a Presidência da República, governos estaduais, Senado e câmaras federal, estaduais e distrital. Segundo o jornal Correio Braziliense, os dados são do Tribunal Superior Eleitoral. Juntos, PT, PSDB, PMDB e DEM receberam R$ 391,1 milhões do setor privado. O campeão em arrecadação foi o PT, com R$ 176,8 milhões.

A Construtora Andrade Gutierrez foi a mais generosa. Figura no topo dos principais doadores. O maior beneficiado pela empreiteira é o PMDB, com R$ 20,4 milhões. Em seguida, vem o PSDB, com R$ 15 milhões. O PT, que venceu as eleições para a Presidência com o PMDB de vice, ficou em terceiro, com R$ 11,9 milhões.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

No Senado, governo repete vitória fácil e salário mínimo será de R$ 545

Por ampla margem, assim como tinha acontecido na Câmara dos Deputados, a presidente Dilma Rousseff fez valer sua vontade no Senado nesta quarta-feira (23) e aprovou para este ano sua proposta de salário mínimo de R$ 545. Os governistas derrotaram duas emendas com valores maiores sugeridos pela oposição, que prometeu apelar ao STF (Supremo Tribunal Federal) para barrar o dispositivo que permitirá ao Palácio do Planalto usar decretos para aprovar os próximos aumentos.

Depois de aprovar o texto-base que fixou o reajuste do salário mínimo em R$ 545, os senadores rejeitaram emendas que elevariam o valor para R$ 600, conforme o pedido do PSDB, ou para R$ 560, de acordo com o texto do Democratas. A primeira foi rejeitada por 55 votos contra, 17 a favor e cinco abstenções. A segunda foi repelida por 54 votos --19 votaram a favor e quatro se abstiveram. Até a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), ferrenha oposicionista, chegou a apoiar a proposta dos governistas, mas na votação se absteve.

A emenda contrária à política salarial via decreto do Palácio do Planalto foi derrotada por 54 votos. Os oposicionistas, que fizeram inflamados discursos contra a medida, atraíram 20 parlamentares, enquanto três se abstiveram. Estavam ausentes na sessão os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), que se recupera de uma cirurgia, e Cyro Moreira (PSDB-GO), suplente do governador goiano, Marconi Perillo.

O projeto segue para sanção da presidente, que deve sancioná-lo até o fim do mês. Dessa forma, o mínimo de R$ 545 passa a valer a partir de março. O resultado, assim como a vitória fácil na Câmara, já era previsto pelos oposicionistas ao longo do dia. Na terça-feira, emissários do governo foram ao Senado para pressionar os parlamentares. Em seu discurso, Pedro Taques (PDT-MT), denunciou ameaças para que votasse junto dos governistas. Ele votou contra.

Os senadores aprovaram o relatório do líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), com parecer favorável aos R$ 545 defendidos pelo Executivo e com uma política de reajustes até 2015. O peemedeebista foi vaiado por representantes das centrais sindicais, presentes nas galerias e menos empolgados do que na votação na Câmara na semana passada. Os representantes dos trabalhadores, muitos deles ligados à Força Sindical, defendiam um reajuste para ao menos R$ 560 neste ano.

“Não estamos aprovando aqui um salário mínimo somente de R$ 545 para este ano, nós estamos aprovando um salário em média de R$ 620 para o ano que vem, de R$ 680 para daqui a dois anos, e por aí em diante”, afirmou Jucá.
O relator destacou logo no início de seu parecer a importância de parlamentares da base aliada, citando o senador petista Paulo Paim (RS), que trabalhou, nas palavras deles, com o governo e com as centrais sindicais para elaborar uma política de recuperação do salário mínimo. Paim defendia um reajuste de R$ 560, mas recuou nesta quarta-feira após conversa com o Planalto.

O peemedebista também frisou que não há inconstitucionalidade no texto do projeto no que se refere a colocar na proposta o termo "decreto" em vez de projeto de lei. “O projeto fixa o valor do percentual de 2012, 2013, 2014 e para o ano de 2015 e fixa também para o ano de 2011 os R$ 545 e define que este valor será definido como o Congresso está votando (...). Portanto o decreto que faz menção a esta lei, é apenas um instrumento informativo do valor determinado em lei”, justificou.



domingo, 7 de novembro de 2010

"Nanicos" gastaram 1.500 vezes menos que campanhas de Dilma e Serra"

Seis candidatos informaram ao TSE um total de despesas de R$ 253,6 mil


Juntos, a petista Dilma Rousseff, eleita presidente, e o tucano José Serra, derrotado por ela no segundo turno, orçaram suas despesas de campanha em quase R$ 360 milhões. Trata-se de um valor quase 1.500 vezes superior à soma dos gastos de outros seis candidatos que disputaram o primeiro turno da eleição.

De acordo com dados disponíveis no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), estes seis candidatos - Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Zé Maria (PSTU), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), José Maria Eymael (PSDC) e Rui Costa Pimenta (PCO) - desembolsaram, juntos, R$ 253.608,15.A senadora Marina Silva, que disputou o Palácio do Planalto pelo PV e terminou na terceira colocação, informou despesas de R$ 24,1 milhões.

Entre os candidatos chamados de “nanicos”, o que mais teve despesas foi o socialista Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL.