quarta-feira, 15 de maio de 2013

HÁ 177 ANOS, A CÂMARA DE VEREADORES DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO LUTAVA PELA ÁGUA POTÁVEL



Foto Ilustrativa da Internet. Um Jumento com Ancoretas.

FALTA DA ÁGUA EM VITÓRIA DE SANTO ANTÃO NÃO É NOVIDADE

ÁGUA POTÁVEL – não dispunham os moradores da Vila de água potável nas suas vizinhanças.

Algumas casas recolhiam a água da chuva, no inverno, canalizando-a para cisternas, por meio de bicas sob os beirais dos telhados.

Quem possuía recursos comprava a água colhida em mananciais distantes (Natuba, Pacas, Boa Sorte) e transportada em ancoretas no lombo de animais.
A gente pobre tinha de se abastecer do Tapacurá, em açude e barreiros e cacimbas, com água poluída e salobra.

O mais antigo documento que conhecemos pleiteando do Governo solução para tão premente problema é o seguinte ofício, datado de 12 de outubro de 1836:

“Exmo. Snr.

“Não havendo, nesta vila, água verdadeiramente doce para o cômodo consumo de seus habitantes, porque a do ribeiro Tapacurá, que passa vizinho, é salitrada, é por esta razão que a Câmara Municipal, desejando minorar os males dos habitantes do Município  Cheia de confiança, se dirige a V. Exa. Para que se digne de enviar um Engenheiro hidráulico para por em prática o abrimento de algum poço. Tiburtino Pinto de Almeida. Antônio Henrique de Miranda. Antônio João de Lima. Inácio da Silva Coitinho. Manoel Carlos Cavalcanti de Albuquerque”.

Fonte: História da Vitória de Santo Antão-Volume 1

Autor: Professor José Aragão

Postado Por Johnny Retamero de Lemos

Um comentário:

maximino disse...

já naquele tempo isso acontecia os politicos da época eram o tataravó de. Aglailson Junior como o tataravó de henriquino Queiroz.