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quarta-feira, 11 de julho de 2012

CÂNCER DE MAMA


http://www.lairribeiro.com.br

dalarmibellydance.blogspot.com


Em nosso organismo, ocorrem milhares de divisões celulares por segundo. Nesse processo, muitas células acabam se dividindo mal e dando origem a células defeituosas, com algum grau de malignidade. Quando o sistema imune está funcionando bem e dá conta de destruir todas as células defeituosas que surgem no organismo, nos mantemos saudáveis. Porém, quando isso não acontece e as células defeituosas começam a crescer indiscriminadamente, temos um tumor. Mas isso ainda não caracteriza um câncer.

Se o tumor for constituído por células defeituosas, cujo crescimento anormal tenha um limite, trata-se de um tumor benigno. Já se o crescimento celular não puder ser controlado e, além disso, as células tiverem a habilidade de sair do lugar em que se formou o tumor, fixando-se e crescendo em outros tecidos, trata-se de câncer ou de um tumor maligno.

Na mama, a maioria dos tumores origina-se nos ductos (carcinoma ductal), mas, também, podem formar-se nos lóbulos mamários (carcinoma lobular) ou em tecidos não-glandulares das mamas (sarcoma), o que é raro. Uma vez detectado um tumor maligno, deve-se retirá-lo para aliviar os mecanismos de defesa do corpo e facilitar a cura, pois, retirando-o, reduz-se a quantidade de células a serem destruídas pelo sistema imune. 

Quanto mais rápido se fizer isso, melhor. Contudo, em mulher que ainda menstrue, o ideal é esperar para fazer a operação na fase secretora do ciclo menstrual (após a ovulação), pois, nessa fase, os níveis de progesterona no organismo favorecem a recuperação pós-cirúrgica e diminuem a reincidência do problema. Não há razão para mulheres férteis serem operadas às pressas. Programar a operação para a segunda metade do ciclo menstrual não vai representar avanço significativo em uma doença que está se desenvolvendo no organismo há seis ou sete anos, pelo menos.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

DECISÃO DO STF SOBRE FETO ANENCÉFALO NÃO ENCERRA POLÊMICAS

Da Agência Brasil
imagem: blogdexucuru.blogspot.com

 
A decisão da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de legalizar a interrupção da gravidez de feto anencéfalo não encerra a polêmica sobre o tema. O resultado foi comemorado por defensores da prática nesses casos, mas também causou reações contrárias.

Para o advogado Luiz Antônio Barroso, defensor da ação da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) que motivou o julgamento, a autorização reconhece a liberdade reprodutiva da mulher. ''Quando a ação foi proposta, em 2004, o tema era tabu e o êxito improvável. Oito anos depois, o direito de a mulher interromper a gestação nesse caso tornou-se senso comum'', disse, ao acompanhar a sessão, que durou dois dias.

Na visão do Centro Feminista de Estudos e Assessoria, a decisão é a medida mais relevante para garantia dos direitos das mulheres depois da Lei Maria da Penha, que endureceu as punições para a violência doméstica. “Lutar e conquistar a dispensa de autorização judicial para interromper a gestação de feto anencéfalo representa um passo crucial no respeito à autonomia, à dignidade e aos direitos reprodutivos das mulheres”, diz a organização feminista em sua página na internet.

Durante a sessão, grupos feministas soltaram balões na Praça dos Três Poderes, em frente à Corte, quando a maioria dos ministros já havia se posicionado a favor da descriminalização do aborto de feto anencéfalo.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A POLÊMICA DA INTERRUPÇÃO DE GRAVIDEZ EM CASO DE FETOS ANENCÉFALOS

Do NE10
imagem: noticias.uol.com.br

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país do mundo em partos de anencéfalos, depois do México, Chile e Paraguai e, de acordo com pesquisa publicada em 2009 e feita com 1.814 médicos filiados à Febrasgo, de 9.730 mulheres atendidas nos últimos 20 anos com diagnóstico de feto com anencefalia, 85% preferiram interromper a gestação.



Para o médico Olímpio Moraes, vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e presidente da Comissão de Assistência ao Abortamento, a necessidade da autorização judicial para a realização da antecipação do parto nos casos de gravidez com feto anencéfalo se trata de uma prática de tortura já que as mães sabem que a criança vai morrer. "100% dos fetos morrem e, nos casos de anencefalia, não se trata propriamente de um aborto. O aborto pressupõe expectativa de vida, o que não ocorre quando há ausência de cérebro". O médico usa a prática de doação de órgãos como comparação: "Os órgãos são doados quando é decretada a morte encefálica, mas com coração ainda batendo. Na visão médica, se não há cérebro, não há vida. Deveríamos parar com os transplantes, então?!", questiona. A posição da Febrasgo é que a mulher tenha o direito de escolher se pretende levar a gestação ou não. "É um desrepeito exigir que essas mulheres precisem de autorização judicial para interromper a gravidez assim como seria um desrespeito obrigar a todas as mulheres que retirassem o feto", pontua.

O frei Dennys Pimentel, presidente da Pastoral para a Vida e a Família, garante que a posição da Igreja Católica continua sendo a mesma: "É um aborto e, em relação ao aborto, a Igreja não tem meias medidas: é preciso seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e defender a vida". Já o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, pretende se declarar só após a decisão do Supremo que deve ocorrer até esta quinta-feira (12).

Depois de oito anos, o Supremo Tribunal Federal (STF) volta a julgar o caso de interrupção de gestação de crianças anencéfalas (sem cérebro). Em 2004, a situação de uma jovem de 18 anos do município de Teresópolis (RJ) fez com que o Conselho Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS) e a organização não governamental Instituto de Bioética Direitos Humanos e Gênero (ANIS) apresentassem ao STF uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) com o objetivo que se considerasse constitucional o direito de antecipação terapêutica do parto (interrupção da gravidez) nos casos de anencefalia. A jovem seguia com os trâmites legais para autorização do aborto, mas a criança nasceu - e morreu sete minutos depois - antes que a autorização judicial fosse concedida. 

domingo, 25 de março de 2012

EXISTE MESMO UMA MULHER FRIA? E COMO FICA O PRAZER?

Do NE10 - Por Silvana Melo
imagem: ne10.uol.com.br

Toques, carícias, beijos ardentes... e o corpo feminino responde:  o coração dispara, a respiração fica mais ofegante, as mamas começam a intumescer e os mamilos ficam eretos, os genitais intumescem, assumem uma coloração mais forte e se lubrificam.

 

Pronto. A mulher está excitada! E quando isso não acontece? Esse é um dos problemas sexuais que mais causam sofrimento à mulher e é erroneamente conhecido por muitos como frigidez. No entanto, por ser um termo muito depreciativo e pejorativo, podemos chamar mais adequadamente de disfunção sexual geral.


A mulher com tal disfunção não possui as sensações eróticas típicas da excitação e normalmente não fica lubrificada ou apresenta apenas uma leve lubrificação. Por isso, muitas delas consideram a experiência sexual angustiante e frustrante. Desenvolvem um forte sentimento de incapacidade e inferioridade, assumindo muitas vezes o rótulo de “fria”, o que agrava ainda mais o quadro. Isso tudo pode interferir em seus relacionamentos de modo geral e até mesmo vir a desenvolver doenças psicossomáticas.

É importante saber que, apesar de não ser muito frequente, algumas mulheres atingem o orgasmo mesmo sem se lubrificar. O mais comum, no entanto, é a inibição sexual geral ser associada à anorgasmia.


domingo, 18 de março de 2012

OVÁRIOS POLICÍSTICOS AUMENTAM RISCO DE SÍNDROME METABÓLICA

Do UOL
imagem: clinicaendocrino.site.med.br

Mulheres que apresentam a síndrome dos ovários policísticos (SOP), um problema ginecológico comum, têm um risco até seis vezes maior para o desenvolvimento de outra síndrome: a metabólica, caracterizada por fatores como gordura abdominal e pressão alta - um quadro que deixa a paciente mais vulnerável às doenças cardiovasculares.

A conclusão é de um estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP), divulgado na última edição da publicação científica Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Um dos achados mais interessantes foi a constatação de que a associação entre a SOP e o risco aumentado para síndrome metabólica existe até mesmo nas pacientes com peso adequado.

Pesquisadores analisaram 332 mulheres de 23 a 29 anos. Das voluntárias, 146 tinham o diagnóstico de SOP, doença caracterizada pela presença de microcistos no interior do ovário e que tem como sintomas alterações menstruais, aumento de pelos no corpo, acne, cabelo e pele oleosos, além de dificuldades para engravidar. Cerca de 13% das mulheres em idade reprodutiva apresentam a disfunção.

terça-feira, 13 de março de 2012

MAIS DE 90% DOS MÉDICOS BRASILEIROS JÁ RECEITARAM ANTICONCEPCIONAL EM REGIME CONTÍNUO

Da Revista Veja
imagem: dani-maggioni.blogspot.com

Uma pesquisa inédita feita com 1.100 médicos de todo o Brasil mostrou que 94% dos especialistas já prescreveram pílula anticoncepcional em regime contínuo para suas pacientes pelo menos uma vez. Esse método é utilizado quando, por algum motivo, a mulher não deseja menstruar e, então, toma os comprimidos sem obedecer os intervalos entre uma cartela de pílula e outra.

O estudo foi desenvolvido na Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo, e apresentado à comunidade médica em novembro do ano passado no 54º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia em Curitiba, Paraná, mas somente agora foi divulgado para o público em geral.
 
No levantamento, os pesquisadores pediram para que os 1.100 médicos respondessem a um questionário questionando se já haviam prescrito a pílula anticoncepcional em regime contínuo e, se sim, os motivos que os levaram a tomar essa decisão.

ESPECIALISTA ALERTA PARA PERIGOS DO EXCESSO DE PESO DAS BOLSAS FEMININAS

Da Agência Brasil
imagem: todaperfeita.com.br

Um detalhe ao qual habitualmente não se presta muita atenção pode fazer a diferença quando se trata de saúde da coluna. É o peso das bolsas que as mulheres carregam no dia a dia, alertou o médico Luiz Eduardo Carelli, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), especialista em tratamento de doenças da coluna.

Ele disse que o peso das bolsas pode afetar a saúde da mulher de várias formas. “Afeta com desequilíbrio postural, levando à escoliose, que é o desvio lateral da coluna, principalmente se a bolsa for carregada constantemente de um lado só do corpo, seja nos braços ou nos ombros”.

O peso da bolsa pode acarretar também contratura muscular e tendinite. “Pode sobrecarregar a musculatura e a parte  tendínea do músculo, causando inflamações e dores crônicas”. Em casos extremos, Carelli  informou que o excesso de peso pode ocasionar até a ruptura do disco intervertebral, que é uma cartilagem na coluna, causando hérnia de disco.

domingo, 11 de março de 2012

SAÚDE DA MULHER PIOROU EM DUAS DÉCADAS, DIZ PESQUISA

Do iG São Paulo
imagem: ipirafm.com.br

A dura rotina das mulheres, que se desdobram entre o trabalho e os cuidados com a casa, tem impacto na saúde. Um levantamento feito por uma empresa especializada em check-ups de executivos mostra que os indicadores de saúde das diretoras de empresas pioraram nas últimas duas décadas. Elas hoje sofrem mais de hipertensão, gastrite, depressão, diabetes do que no início da década de 1990.

O estudo é focado em exames feitos por altas funcionárias de grandes empresas, mas dados do Data-SUS (banco de dados do Sistema Único de Saúde) mostram que os resultados valem para toda a população.
"Há cinquenta anos, de cada dez mortes por infarto, nove vítimas eram homens e uma era mulher. Atualmente essa proporção está em seis homens e quatro mulheres", afirma Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia.