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sábado, 25 de outubro de 2014

Veja é proibida de fazer propaganda com capa que acusa Dilma e Lula

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu, em liminar, neste sábado (25), a Revista Veja de fazer propaganda da capa desta semana, em que a presidente candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), e o ex-presidente Lula (PT), são acusados pelo doleiro Alberto Youssef de ter conhecimento sobre o esquema de corrupção da Petrobras.

A publicação virou polêmica e piada nas redes sociais, além de ter provocado um protesto na sede da Editora Abril contra a Veja.

A decisão do ministro Admar Gonzaga, neste sábado, foi em resposta à representação da coligação Com a Força do Povo e de Dilma, alegando que a Veja tenta “influenciar o jogo eleitoral e prejudicar a candidata”. O grupo pede multa de R$ 1 milhão à revista, caso persista na divulgação desta polêmica edição.

Com a determinação, a revista não pode fazer publicação no rádio, na televisão, em outdoor e na internet por meio de propaganda paga. Segundo o ministro, a divulgação do conteúdo da Veja, negativo à presidente, “poderá acarretar prejuízo irreparável ao equilíbrio e lisura do pleito”. Para Gonzaga, a antecipação da edição em dois dias e a sua propraganda podem transformá-la em “panfletário de campanha”, o que ultrapassa a liberdade de expressão da revista.

Ainda de acordo com o ministro, a divulgação do conteúdo da revista em publicidade desrespeita a legislação que diz que a propaganda no rádio e na televisão se restringe ao guia eleitoral.

FACEBOOK - A Justiça Eleitoral tomou outra decisão favorável a Dilma. O ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto determinou a página no Facebook “Voz Conservadora” de tirar do ar links de caráter agressivo à honra da candidata. Poucas horas depois da decisão, tomada em resposta à representação da coligação petista, a página não era mais encontrada na rede social.

De acordo com a ação do partido, uma das postagens teria afirmado que Dilma “seria responsável por formação de grupo terrorista, além da responsabilidade de assassinatos específicos”. Outra postagem afirmaria que a candidata “teria praticado crime de homicídio, capitulado no art. 121 do Código Penal”.

Blog de Jamildo 

sábado, 27 de abril de 2013

“Réus do mensalão promovem ataque à Justiça”


Da Folha de Pernambuco

A edição da revista “Veja”, que chega as bancas de todo Brasil neste sábado (27), traz como destaque o possível “ataque à Justiça” promovido pelo PEC que submete as decisões do Supremo Tribunal Federal ao Congresso e até a um plebiscito.

A publicação cita que o projeto do Senado teve o patrocínio do PT e também compara a decisão ao recente ato da presidente argentina Cristina Kirchner, que aprovou no Congresso daquele país uma lei que restringe as liminares contra o seu governo.

“Os bolivarianos estão apenas mais avançados na implantação de uma agenda liberticida que uma ala do partido brasileiro também persegue de maneira incansável”, destaca um dos trechos da reportagem.

terça-feira, 9 de abril de 2013

POLÍCIA MILITAR DO RIO É A CAMPEÃ DE CORRUPÇÃO NO BRASIL

http://veja.abril.com.br
www.policiamilitar.rj.gov.br
No estado, 7,2% das pessoas afirmam ter sido vítimas de extorsão ou obrigadas a pagar propina, como mostra Pesquisa Nacional de Vitimização, do Datafolha

O Rio de Janeiro é líder em corrupção da Polícia Militar no Brasil, aponta a Pesquisa Nacional de Vitimização, que teve uma prévia divulgada nesta segunda-feira. Das 8.550 pessoas entrevistadas no estado, 7,2% (619) afirmaram já ter sido vítimas de extorsão ou tiveram de pagar propina a algum PM. Acima da média nacional, de 2,6%, ainda estão os estados de Amapá (5,3%), Pará (5,3%), Rio Grande do Norte (5%), Amazonas (4,8%), Alagoas (3,8%), Pernambuco (3,6%), Goiás (3,5%) e Mato Grosso (3,1%).

Do total de pessoas que disseram já ter sido vítima de corrupção policial no Brasil (2.047 pessoas), 30,2% estão no Rio, superando São Paulo, o estado mais populoso, que tem 18,2% desse tipo de ocorrência, segundo a pesquisa. A propina nem sempre está relacionada a dinheiro em espécie. Em novembro do ano passado, um grupo de nove policiais militares foi preso acusado de corrupção e extorsão. Fazia-se qualquer negócio: eram aceitos até frangos, queijos e goiabada como pagamento para liberar veículos irregulares no Posto de Controle de Trânsito Rodoviário 16, em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio.

A Pesquisa Nacional de Vitimização também destaca a percepção da população em relação aos agentes. Dos entrevistados, 61,3% acreditam que a extorsão é acobertada com a ajuda do silêncio de outros PMs. “Percebemos que em todos os critérios utilizados, as pessoas consideraram em sua grande maioria que os policiais fazem vista grossa à desonestidade”, enfatiza o texto do estudo. O maior índice neste caso foi observado em estados da região Norte (Amazonas, Pará e Roraima, cujo porcentual ultrapassa os 70%).

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

IMPACTO DA DOENÇA DE CHAGAS É MAIOR QUE DO ROTAVÍRUS E DO CÂNCER DE COLO DO ÚTERO

Da veja.abril.com.br

veja.abril.com.br
Um estudo que avaliou o impacto econômico global da doença de Chagas mostrou que ele supera doenças bem mais conhecidas mundialmente, como o rotavírus (vírus que causa diarreia grave e infecções, principalmente em crianças) e o câncer de colo do útero. Apesar de ser considerada uma doença tropical, e da maioria dos casos se concentrarem na América Latina, o impacto econômico dessa doença se mostrou significativo em áreas onde ela não é tradicionalmente considerada um risco, como a América do Norte e a Europa.


A pesquisa estima que os gastos globais com a doença de Chagas excedam os 7 bilhões de dólares anuais, valor que supera os gastos com o rotavírus (2 bilhões de dólares) e câncer de colo do útero (4,7 bilhões de dólares). Mais de 10% desse valor vem dos Estados Unidos de do Canadá, lugares que tradicionalmente não são considerados de risco para a doença.


O estudo, publicado nessa quinta-feira no periódico Lancet Infectious Diseases, levou em consideração não só os gastos da área da saúde com os pacientes e as mortes causadas pela doença, mas também a produtividade perdida em virtude dela. A doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida por insetos conhecidos como "barbeiros" (Triatoma infestans). Ela não é transmitida pela picada do inseto, mas pelas fezes que ele deposita na pele durante a picada. Quando a pessoa coça o local, as fezes penetram no organismo, causando a doença.


Ao cair na circulação, o parasita Trypanosoma cruzi pode causar febre, dores de cabeça e lesões na pele, sintomas que na maioria das vezes passam despercebidos. Porém, em alguns casos, a doença volta a se desenvolver depois de mais de 20 anos, podendo causar arritmia cardíaca e até aumento do tamanho de órgãos, como coração, intestino e esôfago, e pode levar à morte.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Metade gênio e metade idiota – Niemeyer na capa da VEJA com todas as honras! O que o Bloco dos Sujos diz agora?


Blog Reinaldo Azevedo

Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

Oscar Niemeyer

Até a madrugada deste sábado, o Bloco dos Sujos da Subimprensa, a que eventualmente podem aderir subatores e até sub-radialistas, fazia um escarcéu na rede atribuindo à VEJA o que EU havia escrito sobre Niemeyer: 

“metade gênio e metade idiota”. Só recorri a essa expressão porque ela vem pronta de Millôr Fernandes ao qualificar um de seus amigos do “Pasquim”. A metade de Niemeyer que justificava os crimes do stalinismo, das Farc e de outros bandidos não era propriamente “idiota”. 

O termo é muito sereno para qualificar a sua militância e tem apelo quase poético quando a gente lembra que ele considerava “um homem fantástico” o segundo maior assassino do planeta em todos os tempos. Voltemos: os sujos gritavam: “Olhem o que a VEJA disse; olhem o que VEJA disse…”

terça-feira, 29 de maio de 2012

LULA DIZ QUE REPORTAGEM DA REVISTA VEJA É INVERÍDICA

Da Agência Brasil
imagem: bahianoticias.com.br

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou hoje (28) de “inverídica” a versão apresentada pela revista Veja da conversa que teve no último dia 26 de abril com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

Segundo a reportagem publicada nesta semana, Lula pediu a Gilmar para ajudar a adiar o julgamento dos acusados no esquema do mensalão. “Meu sentimento é de indignação”, disse o ex-presidente, por meio de nota publicada pelo Instituto Lula, sobre a reportagem. Lula confirmou, no entanto, que se encontrou com Mendes no escritório do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim.

O comunicado divulgado pela assessoria do ex-presidente diz ainda que “a autonomia e independência do Judiciário e do Ministério Público sempre foram rigorosamente respeitadas nos seus dois mandatos. O comportamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o mesmo, agora que não ocupa nenhum cargo público”.

A Veja diz que Lula sugeriu a Mendes que se ajudasse a adiar o julgamento, “seria blindado” na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira. A comissão apura um esquema de corrupção que seria comandado pelo empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

ESPECIALISTAS ESCLARECEM DÚVIDAS SOBRE O CONGELAMENTO DO CORDÃO UMBILICAL

Da Revista Veja

imagem: veja.abril.com.br

O procedimento, que ocorre ainda na sala de parto, pode ser feito de duas formas: por meio de uma empresa privada, para uso exclusivo do bebê, ou através de um banco público. Neste caso, o material fica disponível para qualquer paciente que dele necessite. Apesar de alguns bancos privados argumentarem que aquele punhado de células funcionará como um seguro-saúde caso o recém-nascido venha a sofrer, no futuro, de doenças como diabetes ou Alzheimer, sua utilização ainda é bem restrita. "Por enquanto, o único uso clínico comprovado é o transplante de medula óssea", explica a geneticista Mayana Zatz, pesquisadora da Universidade de São Paulo. Para esclarecer dúvidas sobre o congelamento das células do cordão, VEJA ouviu cinco especialistas no assunto.

Em que estágio estão as pesquisas com células-tronco de cordão?
A eficácia das células do cordão umbilical do próprio paciente vem sendo testada para tratar doenças como paralisia cerebral, diabetes do tipo I e autismo. As pesquisas, no entanto, ainda não saíram do campo experimental. "A terapia com células-tronco originárias de tecidos diversos, não só do cordão, é estudada há quase quinze anos. Mas, nesse período, não houve nenhum grande avanço. Ela é, sim, preconizada em algumas situações, como na regeneração de tecidos — mas a partir de células colhidas da medula do paciente adulto, e não do sangue do cordão", explica Bouzas.

Toda amostra de sangue de cordão coletada é viável para uso?
Não. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a amostra deve ter, no mínimo, 500 milhões de células-tronco viáveis e estar livre de contaminações. Nos bancos públicos, 60% do material coletado é dispensado após uma minuciosa triagem — se os testes revelarem propensão genética a algum tipo de doença, por exemplo, aquela amostra não será útil para ninguém. Já nos bancos privados, o descarte é de apenas 2% (caso em que se reembolsa o cliente). Embora as regras para bancos públicos sejam mesmo mais rígidas, os especialistas consideram essa discrepância demasiado grande. "A própria análise do material congelado pode danificá-lo. Portanto, só saberemos de fato de sua viabilidade quando houver necessidade de uso", diz o biólogo Daniel Coradi, da Anvisa

terça-feira, 1 de maio de 2012

AYRTON SENNA: HÁ 18 ANOS, A MORTE ANTES DA CURVA

Da Revista Veja
imagem: veja.abril.com.br

As imagens ficarão gravadas como um raio na memória dos brasileiros. Na sétima volta do Grande Prêmio de San Marino, no autódromo de Ímola, na Itália, Ayrton Senna passa direto pela curva Tamburello, a 300 quilômetros por hora, e espatifa-se no muro de concreto. À 1h40 da tarde, hora do Brasil, um boletim médico do hospital Maggiore de Bolonha, para onde o piloto foi levado de helicóptero, anunciou a morte cerebral de Ayrton Senna. Não havia mais nada a fazer. Ayrton Senna da Silva, 34 anos, tricampeão mundial de Fórmula 1, 41 vitórias em Grandes Prêmios, 65 pole-positions, um dos maiores fenômenos de todos os tempos no automobilismo, estava morto.

Ninguém simboliza melhor a comoção que tomou conto do mundo que a imagem de Alan Prost chorando num dos boxes de Ímola. Não era o choro de um torcedor, mas de um rival, o maior de todos em dez anos de brigas dentro e fora das pistas, um alter ego de Ayrton Senna na Fórmula 1. Na manhã de domingo, minutos antes de entrar pela última vez no cockpit de sua Williams, Senna encontrou-se com o ex-adversário, deu-lhe um tapinha nas costas e comentou: "Prost, você faz falta." Horas mais tarde, cercado pelos jornalistas, o francês não conseguiu retribuir a gentileza. "Estou consternado demais para falar", limitou-se a dizer, com lágrimas nos olhos.

Foi o triste epílogo de um final de semana em que a morte passeou pelo circuito de Ímola. Na sexta-feira, o carro do brasileiro Rubens Barrichello espatifou-se. Barrichello só não morreu porque o choque foi amortecido pelos pneus. Nos treinos de sábado, o carro do austríaco Roland Ratzenberger se desintegrou no muro de concreto depois de passar reto numa curva. O piloto chegou morto ao hospital, vítima de comoção cerebral. Esse foi o quadro de presságios que antecedeu o acidente com Senna. O piloto brasileiro manteve a liderança do Grande Prêmio por exatos 21 minutos. Às 9h40, vinte e cinco horas depois da morte de Ratzenberger, a Williams de Senna sumiu repentinamente da pista. "Eu vi a traseira do seu carro bater no solo violentamente", contou o alemão Michael Schumacher, que ia colado em Senna na entrada da curva. "Em seguida, ele perdeu completamente o controle."

O Williams era apontado como o melhor carro do mundo e, nesta temporada, tinha também o melhor piloto do mundo. Como foi possível um acidente como esse? O que existe por enquanto são especulações. De todas elas, a mais provável aponta para uma combinação de dois fatores: a pista ruim com um defeito mecânico. Schumacher diz que o carro pulou duas vezes antes de sair da pista. O ex-campeão Niki Lauda afirma que o problema foi mecânico, provavelmente uma quebra na suspensão, mesma opinião do brasileiro Nelson Piquet. Uma outra explicação está nos pneus. Como a corrida estava começando depois de uma parada provocada por um acidente na largada, os pneus ainda não teriam atingido a temperatura e a pressão adequadas para manter o carro na pista. Senna pisou fundo e foi jogado para fora.

terça-feira, 13 de março de 2012

MAIS DE 90% DOS MÉDICOS BRASILEIROS JÁ RECEITARAM ANTICONCEPCIONAL EM REGIME CONTÍNUO

Da Revista Veja
imagem: dani-maggioni.blogspot.com

Uma pesquisa inédita feita com 1.100 médicos de todo o Brasil mostrou que 94% dos especialistas já prescreveram pílula anticoncepcional em regime contínuo para suas pacientes pelo menos uma vez. Esse método é utilizado quando, por algum motivo, a mulher não deseja menstruar e, então, toma os comprimidos sem obedecer os intervalos entre uma cartela de pílula e outra.

O estudo foi desenvolvido na Faculdade de Medicina do ABC, em São Paulo, e apresentado à comunidade médica em novembro do ano passado no 54º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia em Curitiba, Paraná, mas somente agora foi divulgado para o público em geral.
 
No levantamento, os pesquisadores pediram para que os 1.100 médicos respondessem a um questionário questionando se já haviam prescrito a pílula anticoncepcional em regime contínuo e, se sim, os motivos que os levaram a tomar essa decisão.

O PERIGO DE NÃO VACINAR AS CRIANÇAS

Da Revista Veja
imagem: bebe.abril.com.br
Antes de ser erradicada com o uso maciço de vacinas, no final dos anos 1970, a varíola matou 300 milhões de pessoas, contando apenas o século XX. O sarampo, uma doença altamente contagiosa, foi responsável por cerca de 2,6 milhões de mortes por ano, antes de 1980, época em que começaram as intensas campanhas de vacinação. Já os casos de poliomielite, doença que pode causar paralisia infantil, apresentaram uma queda de 99% desde 1988, quando, mais uma vez, a prevenção com vacina teve início.

Criadas em 1796, pelo médico britânico Edward Jenner, as vacinas deram início a uma revolução na medicina preventiva – tornando possível evitar a ocorrência de doenças letais e contagiosas. Há quem, no entanto, na contramão de todas as evidências científicas, opte por não vacinar seus filhos. A lamentável ideia encontrou abrigo entre um grupo de pais, grande parte da classe média alta, que vem optando por não imunizar os filhos para doenças que deixaram de ser comuns, como o sarampo e a difteria.

Alguns por acreditarem em teorias exóticas e fraudulentas, outros por medo de que a vacina prejudique a saúde da criança e outros ainda, por questões ideológicas, pensam resistir ao que seria uma imposição criada pela indústria farmacêutica. Por um motivo ou outro, a irresponsabilidade pode colocar em risco não só a saúde da criança, mas de todos à sua volta, alertam especialistas.