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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Professores da rede estadual encerram greve

Em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (4), os professores da rede estadual de ensino decidiram suspender a paralisação deflagrada no último dia 10, mas mantiveram o estado de greve. 

Nas falas e discursos proferidos no encontro, a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) destacou as negociações feitas na reunião mais recente com o Governo do Estado, que ocorreu na última sexta (1º).

Um dos acertos, segundo a categoria, foi que os grevistas terão de volta tudo o que foi descontado nos dias de greve. Na próxima sexta-feira (7), está marcada uma nova reunião com a Secretaria de Educação para a reposição das aulas perdidas. Já as discussões financeiras devem ocorrer no dia 15 de maio. Os docentes são contra o reajuste salarial de 13,01% apenas para os profissionais da base da carreira. Outra assembleia será realizada no dia 21.

Balanço
Nesta segunda-feira, 63% (658) das escolas não tiveram as atividades paralisadas, enquanto 33% (342 unidades) foram afetadas parcialmente pela greve. Outras 45 (4%) aderiram totalmente ao movimento.

Do FolhaPE

sábado, 11 de abril de 2015

Professores de Pernambuco decretam greve por tempo indeterminado

Imagem do G1/PE
Os professores ligados à rede estadual de ensino em Pernambuco decretaram greve por tempo indeterminado na tarde desta sexta-feira (10). Mais de 1.500 representantes da categoria estiveram reunidos na quadra do Clube Português, área central do Recife, para decidir os rumos das mobilizações que começaram no mês de março.

Os professores cobram o cumprimento da Lei do Piso Salarial (11.738/2008), que garante o reajuste de 13,01% a todos os professores da rede e não apenas aos profissionais com nível médio, como determina o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa (Alepe) no último dia 31 de março.

No projeto aprovado na Alepe, os parlamentares aceitaram que o reajuste de 13,01% no salário seja dado apenas aos profissionais com nível médio (antigo Magistério). Já o profissional com licenciatura plena e dez anos de serviço na rede receberá 0,89% de aumento. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), a proposta deixa de fora de qualquer reajuste salarial para 45.750 professores.

Com a decretação da greve, mais de 650 mil alunos matriculados na rede estadual de ensino ficarão sem aula já a partir desta segunda-feira (13). Uma nova assembleia da categoria está prevista para a sexta-feira (17) à tarde, ainda sem local definido.

Por meio de nota divulgada na noite desta sexta, o Governo de Pernambuco informou que não haverá negociação com a categoria até que seja suspensa a paralisação declarada no fim desta tarde e a consequente volta ao trabalho dos professores.

Além disso, o Governo do Estado afirma que mantém o compromisso de pagar o Piso Salarial dos professores e que mantinha a negociação com a categoria até a terceira rodada de conversas quando (segundo o Governo) o Sintepe decretou "estado de greve".

Leia na íntegra o posicionamento do Governo de Pernambuco sobre a greve dos professores:

"O Governo do Estado de Pernambuco reafirma o compromisso de pagar o Piso Salarial dos professores, com a aprovação da Lei 15.465 de 08 de abril de 2015, conforme determinação do Ministério da Educação (MEC).

Com o cumprimento do Piso Nacional, retroativo a janeiro, o Governo do Estado, através das secretarias de Administração (SAD) e Educação (SEE), iniciou negociação com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), com vistas a estabelecer percentual de reajuste para os professores com nível superior e que será aplicado a todos os níveis da carreira.

Ressalta-se que, mesmo antes da realização da primeira rodada de negociação, o Sintepe, em atitude inusitada, já havia decretado “Estado de Greve” e paralisações, o que não alterou o propósito do Governo de continuar dialogando.

Após a terceira rodada de negociação, em Assembleia realizada hoje (10/04), o Sintepe rompeu o diálogo e decretou greve, por tempo indeterminado, prejudicando o ano letivo dos alunos da Rede Pública de Ensino e suas famílias.

Diante desse fato, o Governo de Pernambuco manifesta intenção de continuar negociando, porém não haverá negociação até que haja suspensão da paralisação e consequente retorno ao trabalho."

Do Ne10

terça-feira, 7 de abril de 2015

Professores da rede estadual fazem nova paralisação nesta quarta e quinta-feira

Imagens da Internet
Os professores da rede estadual voltarão a suspender as atividades nesta quarta (8) e quinta-feira (9), paralisando as aulas em 1.049 unidades de ensino. A decisão foi tomada na semana passada, em frente à sede da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), ao mesmo tempo em que os deputados aprovavam a lei sobre o piso salarial da categoria. Os docentes reivindicam que o reajuste de 13,01% atinja todos os profissionais, e não somente a base da carreira. A proposta do Governo contemplou apenas 10% dos educadores.

Na manhã da próxima sexta-feira (10), antes de uma nova assembleia geral da categoria, representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) terão uma reunião com a gestão estadual. A realização de uma greve geral ainda não é descartada. “Por enquanto, vamos avaliar os dois dias de paralisação e depois decidiremos”, afirmou o presidente da entidade sindical, Fernando Melo.

Já a Secretaria de Administração (SAD) garantiu que mantém a proposta de continuar a discussão do reajuste salarial após a avaliação do cenário econômico com o fechamento do primeiro quadrimestre fiscal, mantendo aberto o canal de negociação com a categoria. Sobre a nova paralisação de 48 horas, a pasta informou que os alunos não serão prejudicados e que o calendário escolar está mantido.

Considerando que muitas escolas funcionaram normalmente na primeira paralisação, realizada nos dias 24 e 25, é orientado que os pais confiram se haverá aulas antes da decisão de não levar os filhos às unidades.

Folha de Pernambuco

sexta-feira, 13 de março de 2015

Professores da rede estadual de Pernambuco decretam estado de greve

Foto: Mariana Dantas/NE10
Depois da assembleia, os professores saíram em protesto pelo Centro do Recife 

Em assembleia realizada na manhã desta sexta-feira (13), os professores da rede estadual de ensino de Pernambuco decretaram estado de greve. Uma nova reunião para definir se a paralisação será mesmo realizada foi marcada para o próximo dia 23. O Estado tem 1.049 escolas e 150 mil alunos.

Os professores reivindicam ao Governo do Estado que o aumento do piso salarial chegue a outros profissionais. O governador Paulo Câmara (PSB) enviou para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) o Projeto de Lei que reajusta o menor pagamento dos trabalhadores, com efeito retroativo a partir do mês de janeiro deste ano. Com o PL, o reajuste beneficiará 4,6 mil dos aproximadamente 25 mil professores.

O aumento no piso foi 13,01%. Assim, o valor do piso salarial profissional do magistério, com jornada laboral mensal de 200 horas/aula, será de R$ 1.917,78. Para não ficar abaixo do piso, o grupo 1A da categoria, uma minoria, receberá aumento de 0,87%.

"Tem que respeitar a grade de vencimento do plano de cargos e carreira e o aumento do piso", afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe). A entidade tem reunião marcada com o secretario de Administração, Milton Coelho, no dia 18, para abrir a rodada de negociação de 2015 para o salário da categoria. 

PROTESTO - O sindicato calcula que cerca de 1.500 profissionais participaram da assembleia esta manhã. Após a reunião a maioria deles saiu em protesto pela Avenida Conde da Boa Vista, na área central, em direção ao Palácio do Campo das Princesas, no bairro de Santo Antônio, um percurso de aproximadamente 1,5 km. Na Boa Vista, encontrou a mobilização encabeçada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), a qual o Sintepe é ligado, que havia saído do Parque 13 de Maio com milhares de integrantes de centrais sindicais, de movimentos sociais e da militância do PT


Do NE10

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Estados mostram dificuldades para cumprir novo piso salarial dos professores

Os estados brasileiros relatam dificuldades para cumprir o novo piso salarial dos professores em 2015. O valor passou de R$ 1.697 em 2014 para R$ 1.917,78, um reajuste de 13,01%, acima da inflação e superior, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), à receita do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O secretário de Educação do Rio Grande do Sul, Vieira da Cunha, disse que o cumprimento da medida depende de ajuda federal. “Eu disse ao próprio ministro que não haverá saída para o pagamento do piso, dadas as condições financeiras do estado, sem o aporte de recursos federais”, observou, em visita à sede do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers Sindicato). O estado é um dos que não conseguem cumprir a Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que estabelece que o valor mínimo deve ser pago no vencimento e não com gratificações ou complementações, como é feito no Rio Grande do Sul.

O estado não está sozinho. “Como o reajuste tem sido superior à receita do Fundeb, a conta em algum momento não vai fechar. Há estados e municípios que ultrapassaram, com o pagamento da folha, o valor do Fundeb. Tivemos um ano bastante difícil”, explica o presidente em exercício do Consed, Eduardo Deschamps, secretário de Educação de Santa Catarina. O estado, segundo ele, discutirá, a partir da semana que vem, o impacto do reajuste do piso nos demais salários, com o plano de carreira.

Os secretários não negam a importância do piso, essencial para a valorização dos docentes e também para o cumprimento do Plano Nacional de Educação, que estabelece prazo de seis anos para a equiparação do salário dos professores ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente. Atualmente, o rendimento médio dos docentes representa aproximadamente 60% dos salários médios dos demais profissionais.

“O piso foi uma conquista importante da educação brasileira. Eu não tenho a menor dúvida de que a melhoria da qualidade da educação básica passa pela valorização do professor”, destaca o secretário de Educação do Espírito Santo, Haroldo Rocha. O estado não cumpre o piso para os professores com formação de nível médio. Segundo ele, são 80 docentes nessas condições. O valor do vencimento inicial para a formação é R$ 579,26 por uma jornada de 25 horas. Para cumprir a lei, mesmo antes do ajuste, o valor seria R$ 1.060. O secretário acrescenta que o estado pretende corrigir esses salários já com o reajuste.

Ainda em início de mandato, os governos se organizam para avaliar o novo valor. No Paraná, por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria da Educação informa que vai tratar do assunto “dentro da Comissão de Política Salarial, que foi criada pelo Decreto 31/2015. No momento, não temos ainda uma avaliação mais precisa”. Na Bahia, “a Secretaria da Administração do Estado está fazendo a análise para verificar os impactos na folha de pagamento dos professores da ativa, aposentados e pensionistas com o novo piso nacional”.

A Lei do Piso estabelece o valor mínimo a ser pago aos professores com formação de nível médio, com jornada de 40 horas semanais. O reajuste é feito anualmente, com base no aumento do percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, ou seja, a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno, definido nacionalmente pelo Fundeb.

O piso salarial subiu de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011. Em 2012, o valor era R$ 1.451. Em 2013, o piso passou para R$ 1.567 e em 2014 foi reajustado para R$ 1.697. O maior reajuste foi registrado em 2012, com 22,22%.

Antes de anunciar o novo valor, o ministro da Educação, Cid Gomes, reuniu-se com com representantes do Consed, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

Segundo as entidades, o ministro tem se mostrado aberto ao diálogo. O Consed, que terá ainda novas reuniões com Gomes, discutirá novos cálculos para o reajuste anual de forma a garantir um aumento real, mas um impacto menor nas contas públicas nos próximos anos. Além disso, demandará o cumprimento do trecho da Lei do Piso que diz que a União deverá complementar a integralização nos casos em que o ente federativo não tenha disponibilidade para cumprir o valor. “Falta definir a forma ou o critério para analisar quais os estados ou municípios que não têm essas condições”, explica Eduardo Deschamps, destacando essa como uma das pautas em conjunto com o ministério.

Agência Brasil 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Piso salarial dos professores deve ser reajustado em 13%, estima CNM

Os salários dos professores devem ter aumento de 13,01%, segundo estimativa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) com base nos critérios que têm sido adotados pelo Ministério da Educação (MEC). 

Com o ajuste, o salário inicial dos professores de escola pública, com formação de nível médio e jornada de trabalho de 40 horas semanais, será de R$ 1.918,16.

O cálculo está previsto na Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que vincula o aumento ao percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano. Se, por um lado, existe a demanda de um piso cada vez maior, que garanta atratividade à carreira, por outro, há dificuldade, principalmente dos municípios, na manutenção dos salários.

De acordo com o presidente da Confederação, Paulo Ziulkoski, o novo piso significará, no total, um aumento de cerca de R$ 7 bilhões nos gastos dos municípios. "Ninguém é contra o piso", justifica, "mas o problema vem se acumulando, está tirando muito qualidade da educação. Não tem dinheiro para reformar as escolas, dar infraestrutura", diz.

O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451; em 2013, passou para R$ 1.567; e, em 2014 foi reajustado para R$ 1.697,39. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012.

Em publicação no próprio site, a CNM pede ao ministro da Educação, Cid Gomes, "sensibilidade para resolver o problema do reajuste do piso".

Para o diretor de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Heleno Araújo, o reajuste é necessário para que se cumpra o Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê equiparar o rendimento médio dos professores ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência do plano.

"Esse reajuste é importante para alcançar a meta do PNE. Tem que valorizar a educação e os profissionais", diz Araújo, enfatizando que muitos governadores, nas cerimônias de posse, afirmaram que o compromisso com a educação é forte. De acordo com o MEC, o reajuste será oficialmente anunciado nesta semana.

Agência Brasil

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Piso nacional da Educação terá reajuste

Aproveitando-se de que a Lei 11.738 (de 2008) determina o reajuste anual para o piso nacional dos professores no mês de janeiro, o novo ministro da Educação, Cid Gomes, afirmou ao Estado que o primeiro ato dele à frente da pasta será o anúncio do novo salário. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima que será de 13,1%, o que elevaria o piso dos atuais R$ 1.697,00 para R$ 1.917,30. Tanto a CNM quanto alguns governadores estaduais, como Tarso Genro (PT), do Rio Grande do Sul, que deixará o governo, reclamam do piso.

O porcentual do reajuste, no entanto, ainda não foi fechado. Os técnicos do Ministério da Fazenda e do MEC estão fazendo os cálculos dos valores que deverão ser anunciados por Cid Gomes. Como o reajuste é determinado por lei, não há como a nova equipe econômica tentar evitá-lo. Calcula-se que os cortes no Orçamento da União e o ajuste fiscal para o ano que vem ficarão em torno de R$ 100 bilhões.

Depois de anunciar o piso, Cid Gomes divulgará na segunda semana de sua gestão o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em seguida, fará o anúncio da abertura das matrículas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Enem. O calendário de eventos do novo ministro foi acertado na segunda-feira com o ministro Henrique Paim, que deixa o cargo hoje.

De saída do governo do Ceará e de mudança para Brasília, Cid Gomes destaca como principal meta como ministro da Educação o debate sobre uma revisão da grade curricular do ensino médio. "Não será um currículo para todo o Brasil, mas vai procurar respeitar as questões regionais", ressaltou. A ideia, entretanto já vem sendo trabalhada pelo ministro Henrique Paim, um dos defensores da flexibilidade do currículo de modo que o estudante não precise repetir o ano toda vez que for reprovado por uma ou duas disciplinas. No cerne das discussões dentro do governo está a tentativa de se evitar a evasão escolar.

Alfabetização - O futuro ministro da Educação, que toma posse amanhã, também defendeu a redução do período de alfabetização. "Acredito que a alfabetização pode ser feita até os 7 anos e não 8, como é hoje." No encontro que teve com a presidente Dilma Rousseff no início do mês, quando foi convidado para o Ministério da Educação, a petista reforçou o pedido de atenção à ampliação da oferta de vagas em tempo integral em todo o País.

Na campanha eleitoral deste ano, a então candidata à reeleição pelo PT prometeu que a rede de educação em tempo integral vai atingir 20% das vagas na rede pública até 2018. Sobre outra promessa de Dilma, a criação de creches, Cid Gomes considerou que ela deverá ser cumprida até 2017. "Já foram contratadas 6.180 creches. Acho que dá para concluí-las nos dois primeiros anos", afirmou.

Sem partidarismo - Ao falar sobre a divisão dos ministérios entre os partidos, Cid Gomes considerou que não foi convidado pelo fato de ser um dos principais expoentes do Pros, mas pelo perfil de gestor. "Na medida que aceitei o convite para assumir um ministério técnico, vou me abster de fazer comentários políticos. Mas fui convidado pela presidente, que tem lá suas preferências. Não foi por causa do Pros, que é muito pequeno. Não fui escolhido por uma questão partidária", disse.

Estadão Conteúdo

quarta-feira, 5 de junho de 2013

GREVE DE PROFESSOR PARTICULAR DEVE AFETAR 500 MIL ALUNOS EM PERNAMBUCO

Do G1 PE
comiteducacao.blogspot.com
Professores da rede particular de ensino de Pernambuco decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado, nesta quarta-feira (5), em assembleias simultâneas realizadas no Recife, em Limoeiro, Caruaru e Petrolina, no interior do estado. 

Cerca de 500 mil alunos devem ser afetados com a paralisação, já a partir da tarde de hoje. Entre as principais reivindicações dos docentes estão o reajuste salarial de 10% e unificação da hora/aula em R$ 12.

Neste momento, eles fazem passeata pela Avenida Conde da Boa Vista, no Centro da capital. “Os donos de escolas querem retirar propostas já conquistas por nós. Além disso, a contraproposta deles só nos oferece ganho real no salário de 0,2%”, disse o coordenador do Sindicato dos Professores de Pernambuco (Sinpro), Jackson Bezerra. Os docentes também são contra a instalação de câmeras nas salas de aula, ideia defendida pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Pernambuco (Sinepe).

quarta-feira, 3 de abril de 2013

APÓS PROTESTO DE ESTUDANTES, UPE ANUNCIA CONCURSO PARA PROFESSORES


Do G1 PE
www.historianovaemfoco.com
O governo do estado deve publicar, nos próximos dias, edital de concurso público para selecionar 33 professores para o quadro da Universidade de Pernambuco (UPE). A medida foi divulgada, na tarde desta quarta-feira (3), em resposta às reivindicações dos estudantes da instituição, que fizeram protesto pela manhã, no centro do Recife.

Em nota divulgada à imprensa, a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, a qual está vinculada a UPE, informou ainda que ficou agendada para 18 de abril uma nova reunião com os alunos para discutir a pauta de reivindicações.

O comunicado ressalta que “o governo promoveu o aumento salarial dos professores, a implementação de Plano de Cargo e Carreiras e Vencimentos (PCCV) e o aumento da gratificação de 120% a 130% dos docentes em regime de Dedicação Exclusiva (DE). Também houve aumento nos vencimentos básicos em 25%, até junho de 2014”.

A Secretaria de Ciência e Tecnologia, no entanto, não se pronunciou sobre a construção de casas estudantis e restaurantes universitários, duas das cobranças feitas pelos alunos da universidade durante a passeata.

Além disso, os estudantes também cobram a ampliação das bolsas e reestruturação física dos campi universitários – há unidades no Grande Recife – Santo Amaro, Benfica e Camaragibe – e no interior – Mata Norte, Caruaru, Arcoverde, Salgueiro e Petrolina.

domingo, 18 de março de 2012

TERCEIRA EDIÇÃO DA OLIMPÍADA DE PORTUGUÊS ABRE INSCRIÇÕES NESTA SEGUNDA (19)

Do MEC
imagem: portalfera.com.br
As inscrições para a terceira edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro começam nesta segunda-feira (19) e vão até 25 de maio. O lançamento oficial será na segunda, em São Paulo, na sede da Fundação Itaú Social, parceira do Ministério da Educação na promoção do concurso.

Durante a olimpíada, estudantes de escolas públicas da educação básica e seus professores de língua portuguesa vão trabalhar textos de quatro gêneros literários, todos sobre o tema O lugar onde vivo.

Alunos do quinto e sexto ano do ensino fundamental vão desenvolver a poesia; sétimo e oitavo ano, textos no gênero memória; nono ano do ensino fundamental e primeira série do ensino médio, crônica; segunda e terceira séries do ensino médio, artigo de opinião.

As inscrições serão feitas na página eletrônica Comunidade Virtual, criada para a Olimpíada de Língua Portuguesa, e que estará disponível na internet na segunda-feira, 19. O processo tem duas etapas: a primeira é a adesão das secretarias de educação dos 26 estados e do Distrito Federal e dos 5.565 municípios. A segunda é a inscrição da escola. São objetivos da olimpíada estimular a leitura e o desenvolvimento da escrita entre estudantes da educação básica pública.

domingo, 11 de março de 2012

NOVE ESTADOS AINDA NÃO PAGAM O PISO DOS PROFESSORES PARA 2012

Da Agência Brasil
imagem: janeayresouto.com.br

O Ministério da Educação (MEC) anunciou na última semana o valor do piso nacional do magistério para 2012: R$ 1.451. Mas apenas em 18 unidades da Federação os professores da rede estadual receberão na folha de pagamento de março valor igual ou superior ao definido pela lei. Levantamento feito pela Agência Brasil, com informações repassadas pelas secretarias estaduais de Educação, mostra que 12 Estados já praticavam valores superiores ao estipulado para este ano e seis reajustaram a remuneração do seu quadro logo depois que o MEC anunciou o aumento.

A Lei do Piso foi sancionada em 2008 e determina um valor mínimo que deve ser pago aos professores da rede pública com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais. Pelas regras, o piso deve ser reajustado anualmente a partir de janeiro, tendo como critério o crescimento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Entre 2011 e 2012, o índice foi 22% e o valor passou de R$ 1.187 para R$ 1.451.

Governos estaduais e prefeituras alegam dificuldade para pagar o novo piso e 11 ainda não garantem a remuneração mínima. No Ceará, o Estado pagava o valor do piso até 2011 mas, com o reajuste, aguarda a aprovação de um projeto de lei pela Assembleia Legislativa para aumentar a remuneração dos profissionais. Em Alagoas, o piso também era cumprido até o ano passado e segundo nota divulgada pela Secretaria de Educação, “o desejo do governo é continuar pagando”, mas antes será feito “um estudo do impacto financeiro da implantação”. A mesma situação se repete em Santa Catarina.

quinta-feira, 8 de março de 2012

EM VEZ DE SE APOSENTAR, PROFESSORA É HEPTACAMPEÃ E FORMA CAMPEÕES DE NAS OLIMPÍADAS DE MATEMÁTICA (Obmep)

Do iG
profcorelio.blogspot.com

Desde que as Olimpíadas Brasileiras de Matemática para Escolas Públicas (Obmep) começaram, em 2005, a organização divulga quais são os professores com mais alunos premiados em todo o Brasil. A cada ano são cerca de 130 nomes. Quando a lista de 2011 foi divulgada, o iG procurou os listados em todas as sete edições e chegou a apenas três heptacampeões. Entre eles, uma professora que poderia estar aposentada, recebendo o mesmo salário em casa, mas todo ano assume novas classes - e nelas surgem campeões da competição.


Maria Botelho Alves Pena, 51 anos, é professora da rede pública há 31 anos, os últimos 20 deles em Uberlândia, Minas Gerais. À façanha dela só se igualam Antonio Cardoso do Amaral, da pequena Cocal dos Alves, já conhecida por ser um fenômeno na Obmep, e José Luiz dos Santos, do Colégio Militar de Salvador.


“Cada vez que a gente forma um medalhista, ele vai embora. Vão para a faculdade, às vezes para o exterior... Vão construir nosso futuro"

sexta-feira, 2 de março de 2012

MERCADANTE APELA QUE PROFESSORES E GESTORES BUSQUEM ENTENDIMENTO E EVITEM GREVE

Da Agência Estado
imagem: correiodobrasil.com.br

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reconheceu nesta quinta-feira (1º) que o reajuste de 22,2% no piso nacional do magistério é elevado e que algumas prefeituras terão dificuldade com as novas folhas de pagamento. Ele fez um apelo a professores e gestores municipais para que busquem o entendimento e evitem paralisações.

“É preciso equilíbrio, responsabilidade. Os professores têm que ajudar para que isso seja absorvido e para que não haja retrocesso”, ressaltou, ao participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência.

O novo piso foi anunciado na última segunda-feira (27) e elevou o salário dos professores de R$ 1.187 para R$ 1.451. O valor estipulado para este ano acompanha o aumento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) de 2011 para 2012, conforme determina a legislação atual.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

PROFESSORES DA REDE ESTADUAL DEVERÃO PARAR NOS PRÓXIMOS DIA 14, 15 E 16 DE MARÇO

Do Diário de Pernambuco
imagem: amambainoticias.com.br
A paralisação faz parte da campanha nacional de aumento do piso salarial e o anúncio foi feito nesta terça (28),  pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe).

Na segunda (27), o Ministério da Educação divulgou que o reajuste deste ano será de 22,22%. O piso dos professores com jornada de trabalho de 40 horas semanais passará de R$ 1.187 para R$ 1.451, retroativo a 1º de janeiro.

O aumento é resultado de um acordo firmado na campanha salarial educacional 2011, mas os sindicatos lutam para que o reajuste chegue aos R$ 1.937,26. A decisão do governo é baseada no custo anual mínimo por aluno definido no Fundeb.

 
Durante a cerimônia de lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego 2012 (Promatec), o secretario de Educação, Anderson Gomes, adiantou que deverá se reunir com a cúpula do governo do estado até amanhã para traçar as diretrizes a serem seguidas durante a paralisação.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Prefeitura do Recife convoca professores aprovados em concurso do ano de 2007


Serão chamados 218 profissionais; eles devem comparecer a Secretaria de Educação nesta quinta-feira (14)

Da Redação do pe360graus.com


Os aprovados no concurso público para professor do Recife, realizado em 2007, devem ficar atentos. A Prefeitura convocou 218 candidatos aprovados na seleção para ingressar na Rede Municipal de Ensino. Eles devem comparecer à Diretoria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Educação, localizada na rua Frei Matias Tevis, nesta quinta-feira (14). 


Os profissionais irão lecionar prioritariamente em turmas do 1º e 2º ciclos do Ensino Fundamental (antiga 1ª a 4ª série). Após o preenchimento dessas vagas, os demais serão lotados na educação infantil. Os novos servidores vão substituir profissionais que pediram exoneração ou foram aposentados.  


Os 218 educadores chamados agora são os últimos da lista oficial que teve 1.043 aprovados. Pela manhã, a partir das 8h30, serão atendidos os professores classificados entre 959 a 1008. Já pela tarde, a partir das 14h30, será a vez dos classificados entre 1009 e 1043. No local, eles receberão as orientações para ingresso no cargo. 


Depois de formalizado ingresso do professor na rede municipal de ensino, os profissionais passarão por uma capacitação no Centro de Formação de Educadores Professor Paulo Freire e começar a trabalhar ainda neste semestre. 


Mais informações pelo telefone 3355-5945.