Mostrando postagens com marcador Crianças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crianças. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de março de 2015

Sala de aula hospitalar: crianças internadas para tratar câncer podem continuar estudos

Imagem do google 
A Prefeitura do Recife, o Hospital Universitário Oswaldo Cruz da Universidade de Pernambuco (Huoc/UPE), o Grupo de Ajuda à Criança Carente com Câncer de Pernambuco (GAC/PE) e o Instituto Ronald Mc Donald assinam convênio, nesta segunda-feira (2/2), às 15h, para instalação da primeira classe hospitalar de Pernambuco.

Batizada de Semear, a sala de aula hospitalar permitirá que crianças e adolescentes internados da unidade deem continuidade aos estudos mesmo internados para tratamento contra o câncer.

Cerca de 25 pacientes internados no Centro de Onco-hematologia Pediátrica (CEONHPE) do Huoc/UPE passaram a ter aula de português, matemática, ciências, geografia, história e artes desde setembro, de forma experimental.

A iniciativa de criar a primeira classe hospitalar do Estado partiu do GAC/PE, que elaborou e vai coordenar o projeto dentro da sua proposta de tratamento humanizado. A Secretaria de Educação do Recife colabora com a mão de obra e o material didático, enquanto o Huoc disponibilizou o espaço físico para a instalação da sala.

Nessa fase inicial, também houve colaboração financeira do Instituto Ronald Mc Donald para implantação da estrutura.

A classe hospitalar, que é um tipo de atendimento educacional especializado, funcionará numa sala do 5º andar do hospital, onde se encontram alguns dos leitos de enfermarias para internamento. A turma é multisseriada, englobando estudantes e conteúdos das mais diversas séries da educação infantil e do ensino fundamental I. Em média, os alunos têm de 4 a 15 anos.


Portal Ne10

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Entregar bebês para adoção não é crime

O recém-nascido que foi encontrado dentro de uma mochila, na última quinta-feira, no bairro de Santa Mônica, em Camaragibe, passa em. A família ainda não foi encontrada e ele, provavelmente, vai passar por um processo longo até ser adotado. Só este ano a notícia de outras três crianças que foram abandonadas ganhou destaque na Imprensa. Em fevereiro, um oi deixado dentro de uma caixa em um edifício nas Graças. Em junho uma menina recém-nascida foi encontrada por garis em Tejucupapo, no município de Goiana. No início de julho um menino com poucos dias de vida foi abandonado no banheiro do Mercado Público do município de Cumaru, no Agreste de Pernambuco.

Todos esses casos poderiam ter sido evitados se as mães tivessem a informação que abandonar uma criança é crime, mas dá-lo para adoção não. Desde 2009, a Segunda Vara da Infância e da juventude da Capital criou o programa Mãe Legal, que assegura o atendimento de mulheres que manifestem a intenção de entregar suas crianças para a adoção, seja antes ou após o nascimento. “Há o mito do amor materno. Quando essa mulher que está grávida não alimenta esse amor ela se sente despida socialmente. Aqui mostramos que Poder Público pode acolhê-la e ajudá-la a fazer a escolha responsável”, diz o juiz Hélio Bras.

A mulher que opte pela decisão da adoção ela pode manifestar esse desejo nas instituições públicas, como postos de saúde, maternidades ou até mesmo na Vara da Infância. Para Bras, quando uma mulher chega a procurar a Justiça, ela na verdade está tendo respeito e amor pelo bebê. “Naquele momento ela tá zelando pela integridade física da criança. Em nenhum momento é fácil para ela essa decisão. Quando traçamos um perfil de vida dessa mulher vemos que ela vem de um ciclo de abandonos”, explicou. Desde que o Mãe Legal foi criado os números surpreenderam até mesmo quem faz parte da equipe. “Pensávamos que adolescente e mulheres de uma classe menos favorecidas seria o principal público. Mas 49% estão entre 30 e 39 anos, 83% já tinha tido outros filhos e a escolaridade é de que 34% tinham o ensino médio completo”, explicou a coordenadora do Núcleo de Curadoria Especial e Proteção à Família, Ana Cláudia Souza.

Até o presente momento 178 mulheres foram atendidas pelo Programa. Destas, 66 deram continuidade ao processo e apenas 19 deram as crianças para a adoção.

“Durante o processo a equipe multidisciplinar faz todo um trabalho com essa mulher e vê a possibilidade da criança ficar na própria família com um parente que tenha esse desejo. Mas as vezes ela mesmo desiste de dar o filho para adoção”, explica Hélio Bras.

A desistência já aconteceu no último momento e algumas, dessas mulheres, nem tinham preparado o enxoval. Para dar um suporte a Segunda Vara da Infância fez uma parceria com a Secretaria de Assistência Social do Recife para dar apoio à essa mãe. “Trabalhamos com a linha tênue entre o direito da mulher e da criança. E queremos assegurar o melhor para ambas”, pontuou o juiz.

Sobre o processo de adoção, através do Mãe Legal, no máximo em 60 dias o bebê está com uma família. Já quando um bebê é abandonado esse processo é muito mais demorado.

Adoção - Para adotar uma criança, o candidato deve procurar a Vara da Infância e da Juventude da Cidade onde mora. Uma lista com documentos deve ser solicitada para cadastro e logo após, uma entrevista será realizada para avaliar o candidato. Só depois de aprovados, os nomes vão ser incluídos no Cadastro Nacional de Adoção. O processo leva em média um ano.

Projeto Acolher rompe barreiras

Devido ao sucesso do programa Mãe Legal, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) criou o Programa Acolher e pretende implantá-lo em todo o Estado. No entanto, atualmente, apenas as Varas de Jaboatão, Cabo de Santo Agostinho e São Lourenço possuem o serviço. “Estamos trabalhando para que as outras cidades conheçam o trabalho e que se uma mulher manifeste a vontade de dar seu filho para adoção, eles possam encaminhá-la à Justiça, assegurando o acolhimento dela”, informou o coordenador da Infância da Juventude, Paulo Teixeira.

Para disseminar o programa em todo o Estado, no próximo ano serão realizados três grandes eventos nos municípios do Recife e Caruaru e em outra cidade que ainda não foi escolhida (Serra Talhada ou Salgueiro).

O sucesso do Programa Mãe Legal não se restringe a Pernambuco. O Juiz Hélio Bras já palestrou sobre o programa no Espírito Santo e visitará Santa Catarina no próximo mês.


Da Folha de Pernambuco

quarta-feira, 28 de março de 2012

CRIANÇAS SÃO OBRIGADAS A FICAREM NUAS EM SALA DE AULA EM MG

O Globo, com Globo News
imagem: verdadegospel.com
SÃO PAULO - A Polícia Civil abriu inquérito para apurar a denúncia de que 15 crianças de 8 e 9 anos tiveram que ficar nuas na sala de aula em uma escola municipal de São Gonçalo do Sapucaí, em Minas Gerais. Os estudantes disseram aos pais que uma monitora e uma professora tomaram a medida por causa do sumiço de R$ 32. A monitora já assinou um termo de desistência do cargo, e a professora está afastada.

- Em tese, há a possibilidade dessa prática enquadrar como infração penal, que será investigado como inquérito policial. Todos os envolvidos serão ouvidos - afirmou o delegado Wellington de Castro, responsável pelo inquérito.

Alguns pais já contrataram um advogado, que já entrou com uma ação no Ministério Público.

- Representamos baseado em dois artigos do Código Penal, constrangimento ilegal e ameaça - conta o advogado de uma das famílias, Jorge Fernando dos Santos.

Um menino de 8 anos contou que eles foram para uma sala e lá tiveram que tirar a roupa, e foram orientados a não contarem o fato aos pais.


quarta-feira, 21 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN

Do Brasil Escola
imagem: meionorte.com

A síndrome de Down é um distúrbio genético que pode afetar qualquer raça, sexo ou etnia. A síndrome de Down foi descrita pelo médico inglês John Langdon Down, em 1866. Em 1959, Jerôme Lejeune descobriu que a causa da síndrome era genética.


A síndrome de Down é um distúrbio genético que ocorre ao acaso durante a divisão celular do embrião. Esse distúrbio ocorre, em média, em 1 a cada 800 nascimentos e tem maiores chances de ocorrer em mães que engravidam quando mais velhas. É uma síndrome que atinge todas as etnias.


Em uma célula normal da espécie humana existem 46 cromossomos divididos em 23 pares. A pessoa que tem síndrome de Down possui 47 cromossomos, sendo que o cromossomo extra é ligado ao par 21. Esse distúrbio genético pode se apresentar das seguintes formas:


Trissomia 21 padrão
Cariótipo 47XX ou 47XY (+21). O indivíduo apresenta 47 cromossomos em todas as suas células, tendo no par 21 três cromossomos. Ocorre aproximadamente em 95% dos casos.




sexta-feira, 9 de março de 2012

CRIANÇAS QUE RONCAM À NOITE PODEM TER PROBLEMAS DE COMPORTAMENTO

Do O Globo
imagem: robsonpiresxerife.com

RIO - Um estudo com mais de 11 mil voluntários acompanhados por mais de seis anos descobriu que as mais crianças novas com problemas para respirar durante o sono são propensas a desenvolver dificuldades comportamentais, como hiperatividade e agressividade, assim como sintomas emocionais e dificuldade de relacionamento, de acordo com uma pesquisa feitas pelo Colégio de Medicina Albert Einstein, da Yeshiva University. O estudo, o maior e mais abrangente deste tipo, foi publicado on-line na última segunda-feira pela revista "Pediatrics".

- Esta é a evidência mais forte mostrada por dados de que roncar, respirar pela boca, e apneia (longas pausas anormais na respiração durante o sono) podem ter sérias consequências comportamentais e emocionais para crianças - disse a coordenadora do estudo, Karen Bonuck, Ph.D., professora de medicina da família e social e de obstetrícia e ginecologia e saúde das mulheres no Einstein. - Os pais e pediatras também devem prestar muita atenção a desordens na respiração durante o sono em crianças muito jovens, talvez até mesmo no primeiro ano de vida.