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quinta-feira, 26 de março de 2015

O Brasileiro pode ter Arma de Fogo?

Esta Cena se passa em uma cidade dos Estados Unidos(veja o vídeo completo no abaixo), mais antes que os amantes do armamento da população venham justificar que a solução é da um calibre 38 a cada cidadão vamos analisar alguns pontos.

Este cidadão americano foi vitima de uma tentativa de assalto reagiu e rendeu o bandido até que a polícia chegasse ao local, pois bem, observando atentamente a cena vemos que em nenhum momento o cidadão que estava de posse de sua arma totalmente legalizada e liberada pelo governo agrediu, atirou, ou teve algum tipo de reação contra o bandido que não fosse à de rendição até a chegada da força policial que observem bem nem sequer questionou o cidadão por estar armado.

A grande diferença nesta situação é que a população americana além de devidamente educada é preparada para portar uma arma de fogo, em nosso amado Brasil na falta de arma o que vemos se propagar na internet são os vários vídeos de espancamentos, linchamentos brigas e etc. que às vezes resultam até em óbitos de pessoas “suspeitos de patrícia de delitos”, ou seja, na falta de armas o cacete é a solução.



Nosso País na verdade é mais carente de varias outras coisas, principalmente leis que sejam cumpridas rigorosamente, nossa população antes de ser armada deve ser educada para se portar diante de varias situações assim como esta do vídeo, aqui se mata em discussão de bar, transito, disputa de vaga de estacionamento, traição, etc. motivados pela certeza da impunidade que é a grande fomentadora da revolta popular e do sentimento que gera o impulso da população de cometer “justiça com as próprias mãos” em nosso amado Brasil falta um choque de ordem para que se possa sonhar com o progresso.

Everton Alambergue

terça-feira, 24 de março de 2015

Pastor diz que masturbação é uma forma de homossexualidade

Mark Driscoll escreveu livro sobre como evitar a masturbação

O pastor Mark Driscoll (foto), 41, de uma megaigreja de Seattle (EUA), escreveu no capítulo 5º do livro Porn-Again Christian que a masturbação masculina é uma forma de homossexualidade por não haver contato com mulher. 


Principalmente quando o masturbador olha para um espelho, excitando-se com o seu próprio corpo.”

Pelos critérios do pastor, a prática deixa de ser condenável no caso de um marido que se masturba na presença de sua mulher, com ou não a participação direta dela.

Livro tem argumentos práticos e teológicos
De acordo com ele, também não é comportamento homossexual quando um marido estiver distante de sua mulher, em viagem, por exemplo, e se masturbar se excitando com uma foto dela. Para ele, se a foto for de outra pessoa, é traição.

O Porn-Again Christian é apresentado como um “debate franco para os homens de Deus sobre a pornografia e masturbação”. 

A proposta do livro é expor argumentos “práticos e teológicos” para que o cristão evite a masturbação. Ele está à venda por US$ 7, 98 (R$ 13,62) na Amazon.

Na internet, o pastor virou motivo de piada porque, pelos critérios dele, quase a totalidade dos homens é gay.


Igreja do Driscoll

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Britânicos acreditam mais em aliens e fantasmas que em Deus

Uma pesquisa realizada no Reino Unido mostra que os britânicos acreditam mais em aliens e fantasmas do que em Deus. O estudo foi realizado pelo grupo Ripley’s Believe It or Not! e divulgado no site i100.independent.co.uk comprovando que a crença em Deus é cada vez menor.

Dos 1.500 adultos entrevistados, 55% acreditam em vida extraterrestre, 51% acreditam em aliens e apenas 25% acreditam em Deus.
De acordo com o portal Terra o grupo também ouviu 500 crianças e percebeu que poucas delas acreditam em Deus. Foram 64% dos pequenos que responderam acreditar em aliens, 64% também acreditam em fantasmas e apenas 33% acreditam em Deus.

A Europa vive um período de secularização, a descrença em Deus, o número de ateus e agnósticos no Reino Unido é de 39% da população, no Censo divulgado em 2011 59,3% dos britânicos se afirmavam como cristãos, um número que está cada vez menor.

Esta semana uma segunda pesquisa feita pela YouGov mostra que até mesmo os sacerdotes anglicanos estão descrentes, o estudo mostrou que um a cada 50 sacerdotes acreditam que Deus é uma construção humana e outros 16% afirmam não ter clareza sobre o que pensam a respeito de Deus.

Gospel Prime

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Pesquisa analisa como se comportam jovens brasileiros que navegam na internet

Nordeste segue na frente com 66% dos jovens acessando redes sociais mais de uma vez ao dia
Uma pesquisa feita pela Fundação Telefônica Vivo em parceira com o IBOPE e a Universidade de São Paulo, revelou como é o comportamento de jovens com idades entre 16 a 24 anos em plena era onde o acesso a internet é cada vez mais rotineiro. Foram entrevistados 1440 jovens, da classe A à D, de todas as regiões do Brasil onde foram analisadas questões como comportamento, educação, ativismo e empreendedorismo.

Durante o processo os jovens passaram por revistas presenciais, formaram seis grupos de discussão, além de passar por uma análise em profundidade com oito especialistas e serem monitorados na internet por 10 jovens, através de um software chamado e-meter.

A pesquisa apontou que 71% dos jovens utilizam os celulares para se conectar a internet várias vezes ao dia, principalmente as redes sociais, onde cerca de 58% acessa diariamente. O Nordeste foi apoontado como a região onde os jovens são mais assíduos nessa utilização.

Pesquisa analisou comportamento, educação, ativismo e empreendedorismo dos jovens

Em relação à comunicação é mais fácil usar as redes sociais ou mensagens instantâneas (45%), pois apenas 35% ainda fazem uso do email. Para 49% dos entrevistados, a internet mudou o hábito de buscar informações. A pesquisa aponta ainda que os assuntos mais procurados são relacionados a cultura e esporte.

Quando indagados a respeito de como a internet influencia no estudo, foi revelado que, apesar da web ser mais relevante do que outras fontes como livros, jornais e revistas e as próprias instituições de ensino, a maioria dos jovens declarou aprender mais em aulas presenciais do que a distancia. E embora o uso de smartphones seja o terror de alguns professores em sala de aula, 53% dos entrevistados afirmam que a internet melhora o relacionamento entre eles.

Intitulada de Juventude Conectada, a pesquisa aconteceu durante as manifestações de 2013, o que acabou por mostrar que os jovens se engajavam muito mais nos temas abordados através das redes sociais. Para 44% deles, a internet contribui com o aumento da visão crítica e somente 41% participaram de mobilizações sociais por através de convites online de amigos.

Como resultado foi mostrado que o jovem brasileiro conectado acredita no potencial da internet no desenvolvimento de projetos, no estímulo à inovação e no desenvolvimento da carreira profissional. Dos jovens pesquisados, 51% entendem que é possível ganhar dinheiro trabalhando ferramentas da internet, entretanto, apenas, 34% pensam em usar a internet para desenvolver um negócio próprio.

O resultado foi apresentado nesta quarta-feira (27) durante um evento sobre cultura digital R.I.A. que tem como objetivo, em sua segunda edição, refletir, interagir e agir sobre a relação dos jovens brasileiros com o ambiente virtual. A pesquisa servirá de base para os diversos painéis e oficinas que acontecem durante o encontro, realizado na Casa das Caldeiras, durante os dias 27 e 28 de agosto.


Portal FolhaPE

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Masturbação e sexo antes do casamento é pecado? – Dois Dedos de Teologia

Dizem os matemáticos que em cada dez aconselhamentos bíblicos, nove acabam em assuntos sexuais. O problema é que nem todos os cristãos entendem as bases bíblicas que definem o que é e o que não é pecado. 

No vídeo de hoje, mostramos os argumentos bíblicos para provar que apalpar sua namorada é pecado, transar antes de largar seus pais é prostituição e que se masturbar cantando louvores é crime em 7 países. Ouça com fones de ouvido.

Você está no “Dois Dedos de Teologia”, um programa apresentado por Yago Martins e Felipe Cruz toda segunda-feira, às 10 horas da manhã.



Publicado por Gospel Prime

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Exército expede carteira militar a parceiro de sargento gay reconhecido

(Foto: Arte G1/Arquivo Pessoal)
O primeiro companheiro homossexual reconhecido pelo Exército, devido a uma determinação judicial, obteve nesta semana a carteira de identidade militar, que lhe concede os mesmos direitos como dependente aos quais possuem os casais heterossexuais.

A batalha judicial do sargento J.E.S., de 40 anos, pelo reconhecimento do casal, durou mais de dois anos. Em agosto de 2013, o G1 divulgou com exclusividade a decisão da Justiça Federal de Pernambuco para que o Exército reconhecesse o estudante A.E.V.S., de 21 anos, como dependente do sargento. O casal possui uma união estável de mais de três anos.

O sargento, que atuava na época no Centro de Telemática, em Recife (PE), foi transferido no fim do ano passado para Rio Branco (no Acre). Na época, o procurador regional da União Rodrigo Veloso, da 5ª Região, afirmou que Advocacia Geral da União (AGU) não iria recorrer da decisão.

O caso transitou em julgado em outubro de 2013, mas a União entrou com recursos relativos aos honorários. Em 10 de fevereiro de 2014, a AGU pediu que a Justiça determinasse que o 4º Batalhão de Infantaria de Selva, no Acre, onde o sargento está lotado, cumprisse a decisão.

O estudante, que cursa sistemas de informação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife, fez o pedido da carteira em março e o documento foi retirado no comando militar de Pernambuco nesta quarta-feira (23).

Casal pernambuco sargento (Foto: Arquivo Pessoal)

 “Para nós, foi uma vitória. Já estive no hospital militar para fazer uma consulta e está tudo certo no cadastro como dependente. Agora, temos também o direito de entrar com pedido de auxílio a moradia e receber um apartamento, quando ele voltar a Recife”, diz o universitário, companheiro do sargento.

“Houve um pouco de atraso porque a União pediu também dilação do prazo para execução, mas hoje já está tudo certo e o A. foi reconhecido como companheiro do J. E. Ele pegou a carteirinha e agora está com todos os direitos, como se fosse um casal heterossexual”, diz a advogada do militar, Laurecília de Sá Ferraz.

O Comando Militar do Nordeste confirmou que o estudante foi registrado como dependente e o documento foi entregue na quarta-feira.

Sargento se separou em 2000

O sargento J.E.S. era casado com uma mulher até 2000, quando se separou para namorar o estudante A.E.V.S., de 21 anos. Mesmo com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2011, que equiparou casais homossexuais aos heterossexuais, ele teve o pedido negado, e o processo estava parado no Exército desde 2012.

O sargento precisou recorrer à Justiça para que o companheiro fosse incluído no cadastramento previdenciário e no sistema de saúde militar.

Segundo o Exército, há um outro pedido de cadastro homoafetivo sob análise, de um militar de outro estado. Em junho, a Força Aérea Brasileira reconheceu o casamento homossexual de um sargento de 29 anos que trabalha como controlador de voo em Recife e aceitou o pedido dele para cadastrar como dependente o marido, um vendedor de 35 anos. O reconhecimento garante benefícios, como moradia à família.


Do G1

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Quando excesso de tecnologia vira problema

Imagem ilustrativa da internet
O comediante Louis C.K., em um de seus esquetes no canal Comedy Central, brincou que a humanidade está tecnodependente. Segundo ele, basta “ver o tipo de gente reclamando que o Wi-Fi de avião é lerdo”. Mas ele não está errado. Estudo feito pelo braço brasileiro da Associação Internacional do Gerenciamento do Estresse (Isma-BR) aponta que vários usuários sofrem diversos distúrbios e problemas relacionados ao uso constante da tecnologia.

Uso excessivo de smartphones, computadores, tablets e videogames podem causar o chamado tecnoestresse e disparar sinais no corpo informando que algo está errado.

“Tecnoestresse é tudo aquilo que retira o equilíbrio do corpo. Algum tipo de energia, impulsão, um alerta para que algo deva ser mudado. Ele cria no organismo um estímulo tão agressivo que a pessoa interrompe o uso da tecnologia”, explica o psicoterapeuta cognitivo-comportamental, doutorando em neuropsiquiatria e ciências do comportamento pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e tutor da Faculdade Pernambucana de Saúde, Igor Lemos. Os sintomas são claros. Na pesquisa da Isma-BR, 86% dos entrevistados afirmaram ter dores musculares ou de cabeça, 81% sofrem com angústia, 67% têm dificuldade de concentração, 63% apresentam cansaço crônico, 41% mostram um aumento na agressividade, 35% têm distúrbios de sono, 27% passam a comer mais e 3% sofrem de ansiedade.

“Utilizar sem controle a tecnologia altera o ciclo do usuário e traz malefícios ao organismo. O indivíduo também se isola, faz com que você não tenha interação pessoal nem estimula a criação de contatos fora de casa”, ressalta a psicóloga do Hospital Santa Joana e do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas, Erica Correia.

Os irmãos Renato e Ricardo Lélis, 17 e 18 anos respectivamente, passamo dia inteiro dividindo as atividades entre o computador e o videogame. “Eles acordam e já vão direto jogar ou procurar coisas na internet. Geralmente, ficam até 1h da manhã e só param para tomar banho”, explica a mãe dos garotos, Ana Lélis.

Embora Ana saiba dos malefícios, ela busca acompanhar a rotina dos filhos. “Eles são muito caseiros e só têm amizades na escola, mas eu converso com eles, mostro que estou preocupada. Alguns jogos são violentos, mas eles dizem que não vão confundir as coisas. Quando estou de folga também, os observo jogar para entrar no mundo deles”, diz. Antes, os irmãos apresentavam um comportamento agressivo, ansioso, mas mostraram melhoras. “Eles ficavam estressados por querer novos jogos, mas eu dizia que se mostrassem notas boas, eu comprava. Eles estão cientes disso. Antes, o mais novo ficava agoniado quando perdia nas partidas, mas eu dizia para recomeçar e tentar de novo”, comenta Ana.

Saiba mais

Diversão - O tempo total diário para uso de equipamentos tecnológicos para fins de lazer é de duas horas, para crianças e adolescentes, e quatro horas para adultos.

Overdose - Mudança de humor e danos morais são um possível diagnóstico de overdose.

Thulio Falcão, da Folha de Pernambuco

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Ranking sobre felicidade traz Brasil em 10º

O Brasil ocupa o décimo lugar no ranking dos países mais felizes do mundo, segundo a pesquisa Barômetro Global de Otimismo, feita pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN). A pesquisa foi feita em 65 países, a partir de 66.806 entrevistados.

Entre os brasileiros consultados, 71% disseram estar satisfeitos com a própria vida. Por, acima da média mundial, que é de 60%. A porcentagem de brasileiros felizes, que havia subido de 76% em 2011 para 81% em 2012, caiu no levantamento mais recente. A média mundial, que era de 53% nos últimos dois anos, melhorou.

Fiji é o País que lidera a lista das nações mais felizes do mundo, com 88% de cidadãos satisfeitos. No ranking, o Brasil ficou atrás da Colômbia (86% de moradores felizes), Arábia Saudita (80%), Argentina (78%), Finlândia (78%), do México (75%) da Índia (74%), Indonésia (74%) e Dinamarca (74%).

Mesmo se não existissem barreiras, a maioria dos brasileiros (53%) não se mudaria para outro País. O resultado global é diferente: 62% dos entrevistados declararam que gostariam de morar em outros países e os destinos mais citados são Estados Unidos, Austrália e Canadá.


Agência Estado

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Pesquisa mostra que 56% dos homens já foram agressivos com a companheira

São Paulo - Uma pesquisa elaborada pelo Data Popular a pedido do Instituto Avon revelou que 56% dos homens já tiveram atitudes que caracterizam violência doméstica contra suas parceiras. De acordo com a pesquisa Percepções dos Homens sobre a Violência Doméstica contra a Mulher, divulgada hoje (29), na capital paulista 41% dos brasileiros conhecem pelo menos um homem que tenha sido violento com sua parceira. Para fazer a pesquisa foram entrevistados 995 homens e 505 mulheres a partir de 16 anos em 50 municípios das cinco regiões do país.

A pesquisa mostrou ainda que 16% dos entrevistados admitem já ter sido agressivos com a companheira. Mas quando listada uma série de atitudes consideradas violentas, é que se chega ao resultado de 56% deles admitindo terem sido agressivos. Entre os itens apontados estão: xingou, empurrou, ameaçou com palavras, deu um tapa, um soco, impediu de sair de casa, arremessou algum tipo de objeto, humilhou em público,obrigou a fazer sexo sem vontade e ameaçou com arma.

Segundo o estudo 53% dos homens entram no casamento com expectativa de felicidade, mas a mesma porcentagem atribui à mulher a responsabilidade pelo sucesso da união. Ainda dentro das expectativas 85% acham inaceitável a mulher ficar alcoolizada 69% não concordam que ela saia com amigos sem sua companhia e 46% consideram inaceitável o uso de roupas justas e decotadas.

O estudo indicou também que a mulher ainda é vista como responsável pelo trabalho doméstico, já que 89% não aceitam que a mulher não mantenha a casa em ordem. Em outro aspecto a pesquisa constatou que 29% dos entrevistados acreditam que o homem só bate porque a mulher provoca e 23% batem porque só assim a mulher "cala a boca", além de que 12% acha que têm razão em bater na mulher caso ela os traia.

De acordo com o estudo o ambiente na infância pode ser o fator influente no comportamento do homem adulto 67% dos agressores presenciaram discussões dos pais quando crianças, enquanto entre os não agressores esse número cai para 47%. Entre os agressores 21% viram violência física e entre os não agressores esse índice cai para 9%.

Quando questionados sobre a Lei Maria da Penha 92% dos homens se disseram favoráveis, mas 35% afirmaram que a desconhecem parcial ou totalmente. A maioria dos homens não entende que a lei atua para diminuir a desigualdade de gênero. Para  37%  as mulheres desrespeitam mais os homens por causa da lei e 81% defendem que os homens também deveriam ser protegidos pela lei.

O presidente da Avon, David Legher observou que a pesquisa mostrou que a sociedade ainda está muito longe de poder dizer que a violência doméstica não existe. Segundo ele a ideia de ouvir homens nesta edição da pesquisa que é feita desde 2009, veio para sentir as impressões do gênero sobre o tema e o resultado impressionou. "No Brasil a cada quatro minutos uma mulher é vítima de violência doméstica e a cada minuto uma morre em função disso. Temos que erradicar esse comportamento da sociedade. A pesquisa mostra que a mulher acha normal que isto aconteça. O primeiro passo é a mulher acordar desta situação. Tem que perceber e contar esta história para alguém", ressaltou.

A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, destacou que o poder público não tem condições de enfrentar esta realidade sozinho e para acabar com a violência contra as mulheres é necessário que os movimentos sociais e empresas participem. “As parcerias com empresas e movimentos sociais são uma determinação do Governo Federal. Temos que aproveitar e transformar isto em políticas pública, porque neste momento se  reconhece a existência do fenômeno. E estas políticas públicas devem reverter de fato estes dados”.

O fato de muitas atitudes violentas serem consideradas normais pelos homens e nem serem lembradas por eles é cultural e patriarcal, como se fizesse parte do contrato do casamento. Eleonora lembrou que até dez anos atrás as feministas ficavam isoladas sem conseguir mostrar essa realidade. “No governo de Luiz Inácio Lula da Silva as políticas ficaram mais sérias e punitivas. O machismo existe e temos que mudar essa sociedade sexista. Nas novas gerações já há mudanças de comportamento”.

A ministra disse não ver muitas mudanças entre os homens adultos. “Depende do meio em que vive, a cultura em que está envolvido, mas acredito que estamos no caminho certo porque a sociedade está inteiramente mobilizada. Esta mudança de mentalidade é para mim os maiores desafios. Devem ser feitas campanhas acesso maior das mulheres à informação, acolhimento maior e julgamentos exemplares”, explicou.

Agência Brasil

sábado, 26 de outubro de 2013

Pesquisa revela 4 motivos por que “ninguém quer mais ir à igreja”

Os autores Thom e Joani Schultz dedicam-se a fazer estudos constantes sobre como ajudar as igrejas a se fortalecerem. 

Afirmam serem consultores e já escreveram um livro polêmico anos atrás chamado “Why Nobody Learns Much of Anything in Church Anymore” [Por que ninguém mais aprende muita coisa na igreja]. 

Eles afirmam terem ficado muito preocupados após uma pesquisa conduzida por eles indicar que:

12% dos presentes afirmam lembrar o conteúdo do sermão no dia seguinte

90% afirmam que pensam em outras coisas durante o sermão

33% acham os sermões “longos demais”

11% dos homens e 5% das mulheres afirmam que o sermão dominical é a principal maneira como eles aprendem sobre Deus

Seu novo livro, “Why Nobody Wants to Go to Church Anymore” [Por que Ninguém mais quer ir à Igreja] promete ser igualmente polêmico. Assim como no primeiro, lideranças cristãs afirmam que a Igreja não é um esforço puramente humano e, por isso, as conclusões não podem ser aceitas sem questionamentos.

O fato é que em muitos países historicamente cristãos, principalmente na Europa e nos EUA, a frequência aos cultos diminui a cada ano. Cada vez mais, os bancos vazios aos domingos refletem-se no número recorde de igrejas fechadas ou vendidas para a abertura de templos para muçulmanos ou lojas.

No livro lançado este mês, os autores procuram fornecer algumas respostas, com destaque para as “quatro soluções possíveis” para o problema. Thom Schultz e sua esposa dizem que algumas das causas estão relacionadas com tendências sociais e culturais, mas para ele o problema pode ser identificado no mundo todo, especialmente entre os mais jovens.

Schultz disse que é uma questão complexa, pois a cultura atual questiona como nunca as crenças e o estilo de vida dos cristãos. Afirma ainda que as pessoas não querem simplesmente ser ministradas em um sistema de comunicação unidirecional, pois estão acostumadas a fazer parte de um debate constante nas redes sociais.
Os quatro aspectos principais de seu estudo, considerado por ele os “motivos” são:

1) As pessoas sentem-se julgadas na igreja. Como solução, ele propõe a “hospitalidade radical”. Isso significa aceitar a pessoa como ela é, mas sem concordar com o que ela faz. “Essa nada mais é que uma abordagem semelhante à que Cristo usava”, garante.

2) Falta de diálogo no que se refere ao ensino. Para Schultz é necessário existir uma “conversa sem medo”, que significa considerar os vários pontos de vista, ao invés de simplesmente oferecer palestras com o assunto já decidido. “As pessoas querem ser envolvidas na conversa sobre a fé”, por isso incentiva que as igrejas estejam mais abertas para ouvir opiniões.

3) Para a maioria dos não-crentes, “os cristãos são hipócritas” e essa percepção só aumenta com os casos de escândalo financeiros e sexuais em alguns meios. Por isso, o autor está pedindo “humildade genuína”. Defende que as igrejas não devem querer estar acima desses problemas sem oferecer soluções e mostrar na prática que isso é uma generalização.

4) É enorme o número de críticos argumentando que Deus está distante ou morto e por isso o mundo está nesse estado atual. Schultz acredita que as igrejas precisam voltar a sintonizar suas mensagens na pessoa de Deus. “Muitas igrejas já se esqueceram de falar sobre Deus, falam apenas sobre o que ele fazia nos tempos bíblicos”, afirma. A ênfase exagerada nos benefícios materiais que a fé pode trazer também contribui para que as pessoas percam a noção de elementos como graça e pecado, vendo sua relação com Deus como apenas uma troca de ofertas por bênçãos.

O Centro Pew de Pesquisa sobre Religião e Vida Pública, realizou um estudo demográfico abrangente em grande parte dos países do mundo. A pesquisa incluía estatísticas e análise de tendências para as próximas décadas. Uma de suas principais conclusões é o rápido crescimentos dos “sem religião”, especialmente em países tradicionalmente cristãos. Eles já são o terceiro maior grupo “religioso” do mundo, atrás de cristãos e muçulmanos. Cerca de uma em cada seis pessoas do mundo (16,3%) afirma ser “sem religião”. A maioria deles afirma que, embora tenha suas crenças particulares, não se identifica com nenhuma religião “oficial”.

Schultz acredita que essa tendência pode ser revertida caso as igrejas sejam mais relevantes em suas mensagens, especialmente se posicionando biblicamente sobre questões como desigualdade social, cuidado com o meio-ambiente, e tantas outras “perguntas que todos estão se fazendo”.
O autor mencionou a homossexualidade como um exemplo de assunto que rapidamente é abordado pelos pastores, que se esquecem que existem muitos outros tipos de imoralidades que eles parecem não ver.


“Eu acredito que a igreja pode prosperar de novo”, disse ele, observando que para isso é necessário mudar a metodologia, não a mensagem. 

Gospel Prime com informações The Blaze.

domingo, 11 de agosto de 2013

Pessoas têm mais empatia por animais maltratados que por seres humanos

Um estudo divulgado neste sábado (10) durante a 108ª Reunião Anual da Associação de Sociologia Americana acabou gerando enorme polêmica. Segundo a pesquisa, as pessoas têm mais empatia por animais maltratados que pelos humanos adultos.

Jack Levin, professor de sociologia e criminologia da Universidade Northeastern é o autor do estudo. Ele e o co-autor Arnold Arluke, um professor da mesma universidade, entregaram aos participantes quatro artigos fictícios. Um deles falava sobre violência contra uma criança de um ano de idade, de um adulto de 30 anos, de um filhote de cachorro e o de um cão adulto.
Todas as histórias eram idênticas, exceto pela identificação da vítima. Após lerem os artigos, as pessoas deviam indicar seu “grau de empatia” em relação à vítima. Foram entrevistados 240 homem e mulheres adultos.

A diferença do nível de empatia pela criança e pelo filhote de cachorro foi quase insignificante, mas a grande maioria disse se revoltar mais com a violência contra o cachorro adulto do que contra o homem de 30 anos.
Embora o estudo se baseie no exemplo de cachorros, os pesquisadores acreditam que as conclusões seriam as mesas se fossem outros tipos de mascotes. “Cachorros e gatos são animais de estimação e muitas vezes são considerados parte da família. Muitas pessoas atribuem a esses animais características humanas”, explica.

“Os humanos adultos vítimas de violência recebem menos empatia que as crianças, os filhotes e os cães adultos vítimas de abuso ou crimes. Ou seja, os cachorros adultos são vistos como dependentes e vulneráveis, tanto quanto seus filhotes e as crianças”, explicou Levin.

Durante sua apresentação, Levin ressaltou: “A idade parece ser mais relevante que a espécie quando se trata de receber empatia. Aparentemente, considera-se que os humanos adultos são capazes de se proteger, enquanto os cachorros adultos são vistos como filhotes maiores”.

Levando-se em conta o grande número de instituições e ONGs que agem em defesa dos animais, o resultado não surpreende. No Brasil, a maioria dos donos de animais de estimação gasta mais de R$ 50 por mês para cuidar do bicho. Apenas 12% conseguem gastar menos do que isso. Mais da metade (quase 65%) deixa entre R$ 50 e R$ 120 nos pet shops todos os meses.

Enquanto isso, organizações cristãs como a Visão Mundial encontram dificuldades para encontrar pessoas que doem 50 reais por mês para “apadrinhar” crianças que morrem de fome num país onde oficialmente existem 42,3 milhões de evangélicos, ou 22,2% dos brasileiros.

Portal Gospel Prime/com informações de Live Science e Examiner.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Juiz de caso de sargento gay diz que militares devem se ajustar à realidade

Élio Wanderley de Siqueira Filho afirmou que os direitos da
união estável devem ser aplicados de forma mais ampla
(Foto: Luna Markman / G1)
O desembargador interino do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região (PE) Élio Wanderley de Siqueira Filho comentou, pela primeira vez, nessa quinta-feira (8), a decisão da Justiça que determina o Exército a reconhecer como dependente o companheiro de um sargento de 40 anos, com quem o militar possui união estável há mais de três anos. 

Segundo o juiz, o entendimento, respaldado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), é de que os direitos da união estável devem ser aplicados de forma mais ampla, como neste caso específico.

“Essa decisão foi proferida dentro do novo contexto de interpretação que está se concedendo à união estável tanto para casais heterossexuais quanto homossexuais. Entendo que normas militares não explicitem essa situação, mas elas devem se ajustar a esta nova realidade. O INSS [Instituto Nacional do Seguro Social], por exemplo, já regulamentou essa caracterização", argumentou o desembargador, que é relator do processo, em entrevista coletiva na sede do TRF, no Bairro do Recife.

O sargento atua no Centro de Telemática, no Recife. É o primeiro caso de união homoafetiva na Força reconhecido judicialmente. A seção de comunicação social do Comando Militar do Nordeste informou que “o Exército brasileiro cumpre determinações judiciais exaradas do Poder Judiciário, cabendo à AGU [Advocacia Geral da União] a defesa dos interesses da União".

A decisão da Terceira Turma do TRF da 5° Região foi proferida em 18 de julho. A União foi intimada dia 30 de julho e tem até 30 de agosto para recorrer. Ao G1, o procurador regional da União Rodrigo Veloso, da 5ª Região, antecipou que Advocacia Geral da União (AGU) não vai recorrer da decisão.

Sargento do Exército vive há mais de três anos em relação
estável com estudante (Foto: Arquivo Pessoal)
Na quarta-feira (6), contudo, a PRU-5 entrou com embargos de declaração, pedindo que a Justiça se manifeste sobre como isso deve ser feito dentro do regime de servidores e reclamando da multa advocatícia.

Hoje, o desembargador Élio Wanderley de Siqueira Filho afirmou que ainda não sabe o conteúdo dos embargos declaratórios da AGU. “Não sei o fundamento deles. 

Ainda não há prazo para exame dos embargos. Mas, assim que analisado, será levado à sessão para a Turma julgar os embargos. É possível reverter [a decisão], já vi casos que os embargos conseguem isso, mas nesse caso específico não vislumbro essa possibilidade, a decisão foi unânime. Depois disso, restará à parte recorrer ao STJ, com recurso especial, e ao STF, com recurso extraordinário", comentou.

O magistrado acrescentou que o reconhecimento da união estável homoafetiva é recente, tendo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  disciplinado o registro civil há pouco tempo. “Isso é uma tendência [a decisão da Turma], que vai se estender a todas as áreas. É preciso compreender esse novo paradigma do STF para que nessas situações haja esse mesmo entendimento e criem-se novas regras para se adaptar", pontuou.


G1 PE

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Voltando atrás: Nos EUA, grupo que oferecia cura gay pede desculpas e fecha as portas.

Reprodução Twitter ThinkProgress 
A organização Exodus International enfrentou vários protestos por oferecer a "cura gay"
Em comunicado, a Exodus se desculpou com homossexuais por "anos de pré-julgamentos da Igreja como um todo"

Foram 37 anos dizendo que a homossexualidade era um desvio. A missão era, até esta quarta-feira (20/06), “ajudar” os gays a reencontrar "o caminho para ser um cristão pleno”. No entanto, a organização Exodus International mudou de ideia, pedindo desculpa pelos tempos de represálias aos casais do mesmo sexo. “Uma nova geração de cristãos está procurando mudanças. Ele querem ser ouvidos”, afirmou à imprensa dos EUA o líder da entidade, Tony Moore.

A Exodus anunciou ontem que vai fechar as suas portas e não irá mais oferecer a “cura gay”, que foi  o carro chefe da organização desde 1976, quando começou a "recuperar" as pessoas. “ Nós fazemos parte de uma comunidade conservadora cristã. Mas nós cessamos e agora queremos vida, um organismo que respira”, disse Moore.

Em um comunicado oficial, a Exodus pediu desculpas aos homossexuais por “anos de pré-julgamentos da Igreja como um todo”.

“É estranho fazer parte de um sistema de ignorância que perpetua e fere o sentimento das pessoas. Hoje é como se eu tivesse acabado de acordar e perceber como é doloroso ser um pecador nas mãos de uma igreja com raiva", afirmou o presidente da Exodus, Alan Chambers, à rede CNN.

Chambers é, inclusive, um dos "curados" pela Exodus. Antes de passar pela entidade, se reconhecia como homossexual. Hoje, com esposa e filhos e só após o fechamento da Exodus, assume que continua a sentir "atração pelos dois sexos".
A Exodus, que costumava promover o slogan “liberte-se da homossexualidade através do poder de Jesus", foi diminuindo suas atividades de “cura” no decorrer do anos.

Além dos constantes protestos, entidades de direitos humanos e psicologia condenavam as atividades desenvolvida pelo grupo. O estatuto oficial da Associação dos Psicólogos dos EUA afirma que “profissionais da saúde mental e da psicologia devem evitar tratar a mudança sexual por meio de qualquer terapia ou tratamento”.

Agora, os ex-membros da Exodus pretendem criar uma nova organização religiosa. Durante a semana passada, escolheram até um novo nome: “Reduce Fear” - que pode ser traduzido como “reduzir o medo”.

“É uma nova entidade para uma nova geração. Nosso objetivo é reduzir o medo das pessoas e receber aqueles que estão dispostos à mudança. Deus está nos chamando para receber a todos e armar sem impedimentos”, conclui Chambers.


Portal Uol

sábado, 15 de junho de 2013

Busca de novo amor está entre as expectativas dos idosos brasileiros


Brasília – A vida afetiva e a crença na felicidade estão presentes nas expectativas dos homens e mulheres acima dos 60 anos, segundo a pesquisa Idosos no Brasil, do Instituto DataPopular. 

“A procura por um novo amor é mencionada pela grande maioria dos entrevistados”, disse o diretor do instituto, Renato Meirelles, que fez o levantamento de dados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e entrevistas nas principais cidades das cinco regiões do país, de outubro a dezembro de 2012.

A aposentada Cleuza Maia dos Santos, de 56 anos, separada, disse que não pretende mais se casar. Mas reconheceu que pensa em encontrar um namorado para ter um relacionamento.  Para ela, o novo amor deve ser amigo e companheiro.

“Estou separada. Mas se eu encontrasse um velho bacana eu toparia um relacionamento. Mas eu não quero mais casar. Quero alguém para bater papo, sair e me divertir. Alguém que me faça companhia em todos os momentos. Quero uma bela amizade”, disse Cleuza Santos.

Também separado, o marceneiro aposentado Manoel Lopes, de 61 anos, disse que não quer se envolver emocionalmente, mas admitiu que é ruim ficar sozinho. “Por enquanto, eu não pretendo me envolver emocionalmente. Mas se eu achasse alguém da minha idade, que me quisesse, tentaria um relacionamento”, disse. “É muito ruim a pessoa ficar sozinha, a gente sente falta do companheirismo. Depois que a gente passa dos 60 anos, tudo fica mais difícil.”

Meirelles disse que na pesquisa Idosos no Brasil, do Instituto DataPopular, houve reclamações específicas sobre quatro aspectos: mau humor, egoísmo, frieza e desrespeito. Segundo o pesquisador, 64% dos entrevistados reclamaram do mau humor, 55% do egoísmo, 46% do desrespeito e 25% da frieza.

Pelos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sudeste é a região com maior concentração de idosos no país com 46,6%, seguido pelo Nordeste com 26,3%, o Sul com 15,3%, Centro-Oeste com 6,5% e Norte com 5,3%.


Agência Brasil

Tamanho do pênis preocupa mais no vestiário que na cama, indica pesquisa


Um estudo conduzido pela Victoria University, em Melbourne, na Austrália, concluiu que o tamanho do pênis e a forma física preocupam mais os homens quando eles estão no vestiário, na presença de outros homens, do que na cama, com uma mulher

Um estudo conduzido pela Victoria University, em Melbourne, na Austrália, concluiu que o tamanho do pênis e a forma física preocupam mais os homens quando eles estão no vestiário, na presença de outros homens, do que na cama.

A pesquisa foi feita junto a 738 homens com idade entre 18 e 76 anos. A competitividade presente nas relações interpessoais do sexo masculino teria grande influência nesta preocupação.

Segundo declaração da doutora Chan Feng Yi, condutora do estudo, ao jornal inglês Daily Mail, "a preocupação masculina com o tamanho do órgão genital raramente está ligada à satisfação de sua parceira ou parceiro na cama, e sim à competição com outros homens".

"A maioria de nossos entrevistados se disse mais insegura com relação ao tamanho do pênis ou à forma física quando em ambientes que os expunham a outros homens do que durante o ato sexual."

Segundo Chan, o comportamento foi observado tanto em homens heterossexuais quanto em homossexuais — com ocorrência maior entre o segundo grupo. "A pesquisa mostra que as pressões da sociedade com relação a exibir uma boa forma física afetam hoje tanto as mulheres quanto os homens."

Portal UOL

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Dez motivos que podem deixar seu chefe irritado

Chegar atrasado e deixar sujeira na mesa são alguns dos hábitos mais criticados
(Imagem ilustrativa Internet)
Você se atrasa para reuniões e não resiste a participar da última fofoca do escritório? Então saiba que você pode estar deixando muitos chefes irritados.

Pelo menos é isso o que constatou uma consultoria britânica, que entrevistou 2 mil gerentes na Grã-Bretanha para identificar os hábitos mais irritantes no local de trabalho.

Segundo o Institute of Leadership & Management (ILM), as práticas que mais incomodam são:

- Chegar atrasado em reuniões (citado por 65% dos gerentes)

- Deixar pratos e outros recipientes sujos sobre a mesa após o almoço (63%)

- Fofocar sobre os colegas (60%)

- Discutir abertamente assuntos confidenciais da empresa (54%)

- Mandar um e-mail para alguém sentado bem na sua frente (56%)

- Deixar o celular tocar alto (42%)

- Fazer muitos intervalos para fumar (39%)

- Ir trabalhar doente, em vez de ficar em casa (34%)

- Levar os filhos pequenos ao trabalho (27%)

O mau uso dos e-mails está entre os hábitos mais irritantes no escritório, diz o levantamento - segundo o qual 57% dos entrevistados odeiam aquelas mensagens coletivas, enviadas para todo o escritório.

"Pense nas melhores formas de se comunicar", sugere o relatório do ILM. "E-mails muitas vezes são impessoais e pouco claros. Às vezes, a interação cara a cara ou o bom e velho telefonema podem ser mais apropriados."

Roupas impróprias e jargão

Roupas inadequadas e o uso excessivo de jargão também prejudicam o ambiente de trabalho, aponta a pesquisa britânica.
Quase um em cada quatro entrevistados se queixou do fato de colegas exagerarem no emprego de termos como "pensar fora da caixa" e "vamos manter contato", entre outras expressões típicas do universo dos escritórios.
"Muitas vezes essas expressões são vagas e imprecisas", queixou-se um trabalhador britânico entrevistado pela BBC.

Para o ILM, o uso excessivo de jargão "aliena as pessoas e nem sempre é a melhor forma de se comunicar".

No que diz respeito ao vestuário, 27% dos gerentes entrevistados disseram terem sido forçados a dar bronca em seus funcionários que usaram, por exemplo, roupas muito ousadas ou sandálias muito informais.

Pequenas mudanças

Essas pequenas irritações no ambiente profissional podem prejudicar o rendimento, mas soluções simples fazem grande diferença, de acordo com a pesquisa.

O hábito de levar um bolo para os colegas aniversariantes ou preparar-lhes chá e café melhora a convivência para praticamente a maioria dos entrevistados.

"A pesquisa mostra que gestos simples significam muito no escritório, como ouvir um 'obrigado' após realizar uma tarefa e dar-se ao trabalho de dizer 'oi' e 'tchau' aos colegas", diz o ILM.

BBC Brasil

terça-feira, 23 de abril de 2013

Brasileiro acha fácil desobedecer leis, aponta pesquisa da FGV

O “jeitinho brasileiro” domina as relações institucionais no Brasil, pelo menos quando o assunto é a obediência às normas do país. De acordo com uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), 82% dos brasileiros consideram fácil desobedecer às leis. 

Ao mesmo tempo, 74% acham que se deveria cumprir a lei mesmo quando esta é contrária ao que elas avaliam ser o certo. Para 79% dos entrevistados, sempre que possível o brasileiro opta pelo "jeitinho" em vez de seguir a lei.


Os números reveladores da “personalidade nacional” fazem parte do Índice de Percepção do Cumprimento da Lei (IPCLBrasil), lançado pelo Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada da Escola de Direito de São Paulo. Objetivo: avaliar o grau de percepção do brasileiro sobre o respeito às leis e às ordens de autoridades.

A primeira sondagem cobriu o quarto trimestre de 2012 e o primeiro trimestre de 2013 e abrangeu oito unidades da Federação: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Amazonas e Distrito Federal. O tamanho da amostra foi de 3,3 mil entrevistas, distribuídas proporcionalmente segundo dados do Censo de 2010.

Diario de Pernambuco

domingo, 2 de dezembro de 2012

Cresce exposição de jovens na internet


Maria Rita Nunes até ganhou uma cadeira mais confortável do pai para não sofrer de dores nas costas durante as cerca de seis horas diárias que fica em frente ao computador de casa. Isso sem contar as espiadas na internet do celular durante o intervalo das aulas no Colégio onde estuda. Não raro, ela troca o tempo de sono da madrugada para assistir a algum vídeo publicado por um amigo ou para postar no Twitter. Afinal, foi por essa ferramenta que ela conheceu uma de suas melhores amigas.

Aos 15 anos, a adolescente é o retrato do que mostra a pesquisa Nós, Jovens Brasileiros, realizada pelo Portal Educacional, que mapeou o comportamento de 4 mil estudantes de 13 a 17 anos, alunos de 60 escolas particulares de todo o País. Neste ano, foram os próprios jovens que sugeriram as questões que, depois de selecionadas, compuseram o corpo do questionário.

E, quando o assunto é internet, as descobertas revelam desde questões mais objetivas - como o tempo de uso, que cresce ano após ano - até temas bem mais delicados, como a disposição a se expor na rede.

Um dos dados mais preocupantes é o que mostra que, do total de entrevistados, 6% deles já apareceram nus ou seminus em fotos na rede e o mesmo porcentual já mostrou partes íntimas de seu corpo para desconhecidos por meio de webcam. Além desses, outros 3% já pensaram em se exibir dessa forma, mas não puseram isso em prática.

"Isso reforça a nossa percepção de que o jovem acredita que a tela e a distância relativizam o risco do perigo", diz o psiquiatra Jairo Bouer, parceiro do Portal Educacional. "Ou ele quer se diferenciar e ganhar fama a qualquer preço, e para isso avalia que vale a pena até mostrar o corpo, ou ele é inocente e acha que não é tão grave." AS informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AGÊNCIA ESTADO 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Biotipo masculino, fique bem vestido tirando proveito do corpo que você tem‏


Alto, magro, gordo, barrigudo, perna curta, não importa, seja qual for o seu biotipo, há modelos e tamanhos de roupas que ao mesmo tempo que terão um bom caimento, ajudarão a disfarçar alguns “incômodos” que você possa sentir diante do espelho. 

O importante é não ter vergonha nem preguiça de provar roupas, ficar atento às dicas e ter paciência na busca pela numeração e tamanhos que muitas vezes não seguem um padrão ou mudam sem aviso prévio. Nesse quesito sair com uma boa amiga para as compras além de render bons conselhos e ótimas compras pode ser bem divertido. 

OS TAMANHOS 

Segundo a Associação Brasileira do Vestuário – Abravest, os tamanhos P, M e G, em breve deixarão de existir nas tags dos produtos, então caro leitor, acostume-se logo com isso. No lugar das letrinhas teremos medidas de acordo com os biotipos: normal, atlético e tamanho especial. Essas mudanças são fruto de uma longa pesquisa que buscou identificar os biotipos brasileiros e fazer ajustes para a elaboração de um padrão de tamanho para o setor de vestuário que respeite todos eles. 

Todas as mudanças foram estudadas e estabelecidas através do envolvimento da Abravest e de vários representantes da indústria de confecção do país, mais de 2.500 empresas, incluindo os grandes magazines. 

Após 02 anos de implantação haverá fiscalização para que todos sigam as novas normas. Esse período se deve ao tempo necessário de ajustes para todos os envolvidos. O que você ganha com isso? A padronização permite que você compre sem erro caso não tenha tempo de experimentar por exemplo, evitando trocas e oferecendo mais conforto para quem veste. Hoje mesmo com as etiquetas marcando P, M ou G, ainda há diferenças de uma marca para outra, fazendo com que para uma peça você seja P e para outra G, por exemplo. 

Essa mudança também permitirá aumento de vendas e satisfação nas transações via internet, afastando o fantasma da compra errada. O consumidor terá a traquilidade de saber que a roupa que está comprando lhe servirá bem, incluindo as compras em sites estrangeiros visto que um dos objetivos dessas reformulações é buscar melhor equivalência entre padrões de tamanhos também com outros mercados. Para que ninguém se perca na hora de fazer as compras, haverá campanhas de divulgação e esclarecimento para os consumidores finais e as lojas de departamento ou varejo multimarcas, deverão separar no PDV os produtos para cada um dos 3 biótipos. 

NORMAL, ATLÉTICO OU TAMANHO ESPECIAL? 

Como saber onde você se encaixa nessa nova padronização de modelagem? 

Ainda seegundo a Abravest, será considerado normal o corpo masculino onde a medida do tórax e cintura são iguais ou muito próximas; já os atléticos são aqueles que apresentam a medida do tórax maior que a medida da cintura e os de tamanhos especiais possuem a medida da cintura maior que a do tórax e as demais medidas em geral maiores que as medidas do corpo normal. 

Com relação a estatura tem-se: 


AS MÉTRICAS 

Para chegar as novas normas e tags Normal, Atlético e Especial, as métricas usadas levaram em consideração várias tamanhos de diversas partes do corpo masculino. 

- Para calças as medidas usadas para especificar os tamanhos serão: perímetro de cintura, comprimento entreperna e estatura. 

- Os paletós e jaquetas usarão como referências, perímetro do tóra, perímetro da cintura, perímetro do quadril e estatura. 

- Os ternos terão as medidas do perimetro do tórax, perímetro da cintura, comprimento interno da perna, perímetro do quadril e estatura. 

- Já as camisas regatas usarão perimetro do tórax, perímetro do pescoço, comprimento do braço. 

O CORPO E AS MEDIDAS 

 Bem, agora que você descobriu qual a medida do seu corpo e o equivalente a tag da roupa que você vai encontrar, seguem algumas dicas do que vestir para disfarçar ou exaltar o que você deseja, evitando calça pisada, jeans folgado na cintura e com espaço na perna para mais de uma pessoa. 

 FIT – é o caimento da roupa no seu corpo. 

Até todas as confecções estarem nas novas padronagens da Abravest vale a pena tirar um tempo para experimentar com calma as peças escolhidas, pois nada deve sobrar ou faltar pra que você possa ficar bem vestido; Respeito ao biótipo – não se aprisione a moda, respeite o seu tipo físico e se vista de forma a valorizar o que você tem. Se a moda cair bem pra você, vai fundo, caso não, crie seu próprio estilo. Com esses dois conselhos em mente, vamos às dicas: 

ALTOS 

Dificuldade:  tamanho da camisa e da calça; 

O que fazer: buscar a harmonia entre as partes dividindo o corpo em blocos. 

O que usar no geral: 

- Cores diferentes no mesmo look 

- Sapatos mais "grossos" e com saltos altos 

- Dobrar a barra da calça pra fora (dependendo do local e ocasião) 

- Gola careca - Listras horizontais 


BAIXOS 

Dificuldade: sobra de pano; parecer ainda mais baixo. 

O que fazer: alongar a silhueta através da monocromia (mesma cor ou da mesma cartela de cores) 

O que usar no geral:

- Listras verticais 

- Usar o casaco ou cardigan aberto 

- Calças mais justas (justas e não skinny) 

- Sapatos com pontas 

- Jaquetas curtas


TAMANHO ESPECIAL 

Dificuldades: unir conforto, bom caimento e estilo. 

O que fazer: 

Há lojas próprias para os tamanhos especiais com propostas muito além do preto que emagrece e claro, tirar o foco da barriga. 

O que usar no geral: 

- Listras verticais, 

- Golas em V ou U 

- Estampas neutras

- Combinar cores claras com escuras 


Bem, seja você alto ou baixo, gordo ou magro, atlético ou não, o importante é você realçar suas qualidades físicas e andar bem vestido. Afinal, não precisa ser modelo de revista para ter um estilo adequado com seu físico. Saiba escolher o que melhor veste em você e faça sucesso.

 Siga a MENSCH no Twitter: @RevMensch, curta nossa página no Face: Revista Mensch e baixe no iPad, é grátis: http://goo.gl/Ta1Qb